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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 10)
  • awid
    18August

    campanha #Poderiasereu na AWID

    August 18, 2016
    0 Comment

    A Seres é membro da AWID, uma organização internacional, feminista empenhada em alcançar a igualdade de género, o desenvolvimento sustentável e os direitos humanos.

    Veja a nossa campanha no sitio da AWID: http://www.awid.org/node/6041

     

  • Capture
    12August

    diretivas atualizadas sobre VIH e alimentação infantil

    August 12, 2016
    0 Comment

    As diretivas atualizadas da Organização Mundial de Saúde (OMS) no âmbito do VIH e da alimentação infantil

    As diretivas abordam quatro aspetos da alimentação infantil no contexto do VIH:

    • a duração da amamentação pelas mães que vivem com VIH;
    • intervenções para apoiarem as práticas de alimentação infantil por mães que vivem com VIH;
    • o que recomendar quando as mães que vivem com VIH não amamentam exclusivamente; e
    • o que aconselhar quando as mães que vivem com VIH não planeiam amamentar por 12 meses.

    De salientar as fortes recomendações para:

    1. As mães que vivem com VIH amamentarem por pelo menos 12 meses e poderem continuar a amamentar até aos 24 meses ou mais enquanto completamente apoiadas na adesão à terapêutica antirretroviral (TAR).
    2. As autoridades de saúde nacionais e locais, ativamente, coordenarem e implementarem os serviços nas unidades de saúde e as atividades em locais de trabalho, comunidades e mulheres para proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.
    3. Destacar a garantia de que a TAR reduz o risco de transmissão de VIH pós-natal no contexto da alimentação mista. Embora a amamentação exclusiva seja recomendada, praticar a alimentação mista não é uma razão para interromper a amamentação na presença de medicamentos antirretrovirais .

    4.Garantir a mães que vivem com VIH e a profissionais de saúde que uma menor duração do aleitamento inferior a 12 meses é melhor do que não iniciar a amamentação de todo.

     

    Encontre as diretivas aqui.

     

     

  • asmmicrobe4
    05August

    novidades na cura para o VIH

    August 05, 2016
    0 Comment

    Cientistas estão a explorar as diferentes maneiras para que as pessoas que vivem com o VIH sejam funcionalmente curadas da sua infeção. Aqui são apresentados estudos recentes e futuros envolvendo duas dessas estratégias: vacinas terapêuticas e anticorpos amplamente neutralizantes. A maioria das pesquisas apenas envolveu até agora modelos animais, geralmente macacos rhesus infetados com o SVIH, a versão símia do VIH, mas os ensaios clínicos que começam no final deste ano examinarão ambos os caminhos para a cura do VIH em humanos. A fim de erradicar o vírus a partir de um animal ou do corpo de uma pessoa considera-se a neutralização ou excisão não só da porção do vírus que se replica, mas também do reservatório viral de VIH. Isso provavelmente vai exigir uma combinação de diferentes estratégias. O Dr. Dan H. Barouch explica-nos.

    Estratégias de Erradicação do VIH

    Sete estratégias para erradicar o VIH estão a ser, atualmente, estudadas: – iniciar a terapia antirretroviral (TAR) logo após a infeção inicial, ativar o reservatório do vírus latente, modular o próprio sistema imunológico da pessoa infetada para ajudar a combater o VIH por si,  modificar o material genético quer do vírus para torná-lo menos infeccioso quer da pessoa infetada para proporcionar imunidade contra o VIH, o transplante de medula óssea, a fim de restabelecer o sistema imunológico não infetado da pessoa, e com vacinas terapêuticas ou anticorpos amplamente neutralizantes para manter a carga viral de uma pessoa em níveis não detetáveis sem TAR.

     

    As vacinas terapêuticas

    Algumas vacinas terapêuticas (Ad26) induzem uma resposta imunitária significativa em macacos rhesus infetados com o SVIH. Ter começado a TAR no prazo de sete dias desde o inicio da infeção parece ajudar neste processo. Num estudo, as células T dos animais tiveram uma melhor resposta à vacina se tivessem recebido anteriormente TAR – mesmo em comparação com animais que não foram infetados com o SVIH. No entanto, continua para se ver se a resposta imunitária pode ser sustentada após parar a TAR nos macacos infetados com SVIH, e sobretudo em seres humanos. A melhor maneira de usar estes vacinas terapêuticas na cura funcional do VIH será provavelmente combiná-las com compostos que reativem o reservatório do vírus latente que o VIH estabelece no início do processo de infeção, chamados “agentes de reativação da latência”. Esta estratégia é chamada de “chocar e matar”(shock and kill). ”

     

    Anticorpos para a Prevenção do VIH

    Anticorpos amplamente neutralizantes podem ser utilizados de diferentes formas: para prevenir o VIH, quer antes da pessoa ser exposta ao vírus ou pouco tempo após a exposição; como tratamento para a infeção por VIH ou como parte de uma estratégia para curar as pessoas infetadas com VIH. Uma estratégia de cura tornou-se possível, nos últimos cinco anos, com o desenvolvimento de anticorpos muito mais potentes.

    Os anticorpos amplamente neutralizantes têm como alvo três locais diferentes dentro da molécula: V2, CD4bs e V3. Os estudos em macacos rhesus têm mostrado que um dos agentes que atinge o V3 – PGT121, pode proteger contra determinadas estirpes de SVIH. PGT121 pode, portanto, ser útil como um componente de uma estratégia baseada em terapia medicamentosa para a prevenção do VIH.

     

    Anticorpos Amplamente Neutralizantes para Curar a Infeção Crónica por VIH

    Enquanto os macacos cronicamente infetados pelo SVIH tratados com PGT121 e TAR foram inicialmente capazes de suprimir o vírus, mesmo quando não tratados com antirretrovirais, o SVIH eventualmente retornou. O tempo entre a interrupção do tratamento e a recuperação viral dependia da carga viral do animal antes de iniciar o tratamento ao SVIH: quanto menor a carga viral, maior o tempo até retomar os antirretrovirais. Isto demonstra que os anticorpos amplamente neutralizantes podem ser úteis na supressão do vírus entre pessoas que foram infetadas com VIH há algum tempo, mas, a longo prazo, unicamente esta estratégia é insuficiente para curá-las do VIH.

     

    Anticorpos Amplamente Neutralizantes para a Cura da Infeção Aguda pelo VIH

    Um estudo com 64 macacos rhesus comparou nenhum tratamento com apenas TAR, com apenas PGT121 e uma combinação de TAR e PGT121. O tratamento foi iniciado três ou sete dias após a infeção. Enquanto todos os animais foram capazes de suprimir o vírus SVIH a níveis indetetáveis durante o tratamento, um reservatório de células infetadas com o SVIH foi mesmo assim estabelecido e, eventualmente, causou o reaparecimento do SVIH em todos os animais de laboratório. O período entre a paragem da TAR e o retorno do SVIH para níveis detetáveis foi mais longo no grupo que recebeu tanto a TAR e PGT121 três dias depois de ter sido infetado com SVIH. Assim, apesar de nenhum dos animais terem sido realmente curados do SVIH, a combinação de anticorpos amplamente neutralizantes e tratamento antirretroviral (TAR) precoce parece ser uma via promissora para um estudo mais aprofundado.

     

    Plano para Estudo de PGT121 em humanos

    O ensaio humano irá combinar PGT121 com outros anticorpos que são ou específicos para um local de ligação nas células CD4 ou dependem de um glicano V2. No laboratório, todos os anticorpos amplamente neutralizantes, a serem usados neste ensaio, demonstraram ser eficazes contra quase dois terços do vírus. Aqui, a maioria das estirpes de VIH que não estão cobertas pela PGT121 são cobertas por anticorpos complementares. Como resultado, durante a pesquisa prévia, a combinação de PGT121 e um dos outros anticorpos foi capaz de neutralizar mais de 90% do VIH. No entanto, os métodos atualmente disponíveis para a deteção do vírus no sangue, no trato gastrointestinal ou no tecido linfonodo (gânglios linfáticos), embora altamente sensíveis (menos de três cópias do vírus em um milhão de células), ainda não são suficientes para prever quem, e quando, vai experimentar uma replicação viral.

     

    Onde é que isto nos deixa?

    De acordo com Barouch, as vacinas terapêuticas e anticorpos amplamente neutralizantes são estratégias promissoras para o desenvolvimento de uma cura funcional para o VIH. No entanto, é improvável que apenas uma estratégia possibilite uma maneira de erradicar o VIH do corpo de uma pessoa infetada. A combinação de intervenções será, portanto, necessária. Embora o objetivo final seja encontrar uma cura para o VIH humano, estudos que envolvem macacos rhesus infetados com o SVIH são úteis para testar novas abordagens para atingir este objetivo. Ainda assim, os dados de modelos animais devem ser confirmados através de pesquisa com seres humanos. Para este efeito, ensaios clínicos humanos que incluem uma vacina terapêutica (Ad26 / MVA) e um anticorpo amplamente neutralizante (PGT121) vão começar ainda este ano.

    Fonte: BodyPro

    Imagem: Dan H. Barouch, M.D., Ph.D., apresentado em ASM Microbe 2016.

     

  • OMS
    02August

    OMS – diretrizes consolidadas sobre o uso de ARV para tratar e prevenir o VIH

    August 02, 2016
    0 Comment

    OMS – diretrizes consolidadas sobre o uso de medicamentos antirretrovirais para tratar e prevenir a infeção pelo VIH: Recomendações para uma abordagem de saúde pública, Segunda edição

    A OMS/WHO, pela primeira vez, recomenda que todas as pessoas que vivem com VIH tenham acesso à terapia antirretroviral (ART). Isto irá trazer-nos um passo mais perto para alcançar o acesso universal ao tratamento e cuidados do VIH e terminar com a SIDA como uma ameaça à saúde pública.

    Estas diretrizes também fazem recomendações à prestação de serviços e como podemos ampliar a cobertura do tratamento do VIH para alcançar as 37 milhões de pessoas que vivem com o VIH.

    Recomendações chave têm como objetivo melhorar a qualidade do tratamento em VIH e trazer-nos mais perto do ideal de cobertura universal dos serviços de saúde integrados, centrados na comunidade e abordagens de saúde liderados pela comunidade e responsabilidade compartilhada para o desenvolvimento de um programa eficaz.

    Com a sua recomendação de tratar todas e todos, a OMS remove todas as limitações sobre a elegibilidade para ART entre as pessoas que vivem com o VIH; todas as populações e grupos etários são agora elegíveis para o tratamento, incluindo mulheres grávidas e crianças. A mesma combinação de comprimido diário é agora recomendada para todos os adultos que vivem com o VIH, incluindo aquelas/es com tuberculose, hepatite e outras coinfecções.

    Encontre as diretrizes aqui.

  • girls aids 2015
    02August

    as jovens com 15-24 anos representam 20% das novas infeçoes por VIH no mundo

    August 02, 2016
    0 Comment

    O mundo assumiu o compromisso de eliminar a epidemia da SIDA até 2030. O relatório da ONUSIDA/UNAIDS englobou 160 países, demonstra os imensos ganhos conseguidos e o que pode ser conseguido. Em apenas dois anos o número de pessoas a viver com VIH em terapia antirretroviral aumentou em um terço alcançando 17 milhões de pessoas (mais dois milhões do que em 2015). Desde 2003 que os óbitos relacionados com SIDA decresceram em 43%.

    Contudo existem muitos desafios. Em 2015 existiam, no mundo 2.1 milhões novas infeções, somando um total de 36.7 milhões de pessoas a viver com o VIH.

    O numero anual de novas infeções pelo VIH aumentou 57% na Europa e Asia Central.

    As jovens com idades entre os 15–24 anos encontram-se em particular risco de infeção, representando 20% das novas infeções entre adultos no mundo em 2015, apesar de representarem apenas 11% da população adulta.

    Cerca de 90% das novas infeções na Asia central, Europa, América do Norte, Medio Oriente e Africa do Norte em 2014 eram entre pessoas das populações chave e seus parceiros sexuais.

    Em 2016, 72 países tinham leis que permitiam a criminalização do VIH.

    Os questionários do Índice de Estigma/Stigma Index foram conduzidos em mais de 65 países. Em 22 desses países, mais de 10% das pessoas que viviam com VIH viram negado o tratamento de saúde, e mais de uma em dez pessoas a viver com VIH relatou terem sido recusados oportunidades de emprego ou emprego devido ao seu estado serológico. E em 30 países ma em dez pessoas a viver com o VIH relatou ter perdido o seu trabalho ou outra fonte de rendimento devido ao seu estado serológico.

    Encontre o relatório aqui.

    Fonte imagem: UNAIDS, 2016

  • maria antonia almeida santos 3
    31July

    #PODERIASEREU

    July 31, 2016
    0 Comment

    Maria Antónia Almeida Santos, deputada: “Maria, 45 anos, foi despedida quando a entidade patronal soube que  era portadora do VIH. Isto não poderia nunca acontecer. Poderia ser a minha irmã, a minha tia, a minha melhor amiga. O virus não escolhe nem profissão, nem cargo, nem estatuto social, nem género, nem idade, nem religião. As mulheres devem ter voz na resposta ao VIH”

    Maria Antónia Almeida Santos é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

    Partilha. ‪#‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬

    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:

    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt
    www.facebook.com/seres.vih

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • valerie mitteaux
    27July

    #PODERIASEREU

    July 27, 2016
    0 Comment

    Valérie Mitteaux: “Conceição 72 anos, foi violada quando era jovem, foi infetada com o VIH. Quando soube do diagnóstico tentou suicidar-se, tornou-se alcoólica e sem abrigo. Poderia ser a minha mãe. As mulheres têm que ter voz na resposta ao VIH. Hoje em dia não é uma fatalidade. Faz o teste.”

    Valérie Mitteaux é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

    Partilha. ‪#‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬

    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:


    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt
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    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • Ana Zanatti
    25July

    #PODERIASEREU

    July 25, 2016
    0 Comment

     

    Ana Zanatti, escritora, actriz: “A Joana tem 32 anos, foi infetada com o VIH, quando isso se soube no emprego recebeu uma carta de despedimento. As mulheres não podem continuar sujeitas a esta discriminação. O virus não escolhe idade, género ou profissão. Faça o seu teste. As mulheres devem ter uma voz ativa na resposta ao VIH.”

    Ana Zanatti é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

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    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • Breastfeeding_660x660_JB
    23July

    terapia antirretroviral durante a amamentação elimina a transmissão para o bebé

    July 23, 2016
    0 Comment

    Para as mães infetadas com VIH cujo sistema imunológico se encontra com boa saúde, tomar um regime antirretroviral de três comprimidos anti-VIH durante a amamentação elimina a transmissão do VIH pelo leite materno para suas/seus bebés, de acordo com os resultados de um grande ensaio clínico realizado na Africa subsaariana e na Índia.

    Este estudo vai de encontro às diretivas da OMS introduzidas em 2015 e que recomendam uma terapia antirretroviral vitalícia para todas as gravidas e mulheres a viver com o VIH a amamentar. O estudo revela que uma terapia antirretroviral de 3 antirretroviricos e uma dose infantil diária de nevirapina são seguros e eficientes na prevenção da transmissão do VIH durante a amamentação. De um modo geral, a mortalidade infantil no decorrer deste estudo foi muito baixa.

    O estudo PROMISE, que iniciou em 2010, pretende determinar a forma mais segura de reduzir o risco de transmissão das mulheres infetadas com VIH para as/os suas/seus bebés durante a gravidez, parto e pós-parto. Em áreas sem um sistema de saneamento seguro as mulheres são encorajadas a amamentar devido ao risco de misturar a formula de leite com agua contaminada.

    Fonte: AIDS.GOV

  • edite estrela
    22July

    #PODERIASEREU

    July 22, 2016
    0 Comment

    Edite Estrela, deputada: “O virus VIH/sida não escolhe profissões, não escolhe geografias, latitudes ou longitudes. O melhor é prevenir. Faça o teste”.

    Edite Estrela é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

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    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
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    https://www.facebook.com/PoderiaSerEu2016/videos/950119658432280/
    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
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    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

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