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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 3)
  • menopause
    16April

    menopausa e VIH

    April 16, 2018
    0 Comment

    Pela primeira vez, as pessoas que vivem com VIH estão a viver esperanças de vida praticamente normais. Os avanços na medicina permitem que mais mulheres que vivem com o VIH (MVVIH) experienciem a menopausa. Infelizmente as especialistas em VIH têm pouca experiência na gestão da menopausa e as médicas de clinica geral detêm pouca experiencia com o VIH. Que conjuntamente com a escassa informação e pesquisa relativa a menopausa e VIH coloca as MVVIH com limitado acesso aos cuidados e tratamentos.

    Post Reproductive Health publicou uma revisão de dados relativos ao VIH e menopausa.

    As MVVIH encontram-se em elevado risco aquando do aumento da sua esperança de vida. Tanto a menopausa como a infeção por VIH aumentam o risco de doença cardiovascular, baixa densidade mineral óssea, osteoporose e diagnósticos de saúde mental.

    O tratamento hormonal para a menopausa é subutilizada pelas MVVIH devido a preocupações com as interações medicamentosas.

    O estrogênio transdérmico é preferível para as MVVIH porque estão associados a uma menor risco de tromboembolismo venoso que as preparações orais. A farmocinética antirretroviral não diferencia entre MVVIH pré e post-menopausa.

    O VIH pode estar relacionado com a menopausa precoce e os dados são conflituosos.

    As MVVIH com menopausa merecem o mesmo acesso à informação, cuidados que as outras mulheres com menopausa. adequado conhecimento é essencial para o tratamento e uma comunicação multidisciplinar  é primordial para o bem estar das MVVIH em transição para a menopausa.

    Encontre o artigo aqui.

  • hiv women 2
    16April

    mulheres deixadas de fora nos serviços VIH

    April 16, 2018
    0 Comment

    A notícia vem do Reino Unido, mas podia ser de Portugal, devido ao enfoque nos homens que têm sexo com homens as mulheres têm sido deixadas de fora nos serviços VIH.

    Tal como no Reino Unido, em Portugal as mulheres representam um terço das infecções e metade vivem no limiar da pobreza e com doença mental.

    As mulheres não são uma prioridade e portanto as respostas ao VIH não as incluem.

    A noticia aqui.

     

     

     

  • Capture
    04April

    que pessoas infetadas por VIH beneficiam mais com o inicio imediato de ARV?

    April 04, 2018
    0 Comment

    Estudo, publicado na revista The Lancet, revela que as pessoas infetadas pelo VIH que mais beneficiam com o inicio imediato da terapia antirretroviral são:

    • as pessoas assintomáticas (sem sintomas),
    • com CD4 acima das 500 células por μL,
    • com mais de 50 anos,
    • com um reduzido ratio Cd4/CD8,
    • com elevada carga viral.

     

    Estas pessoas, de acordo com o estudo, devem ter prioridade para o inicio imediato da terapêutica antirretroviral.

     

    Encontre o artigo aqui.

  • Capture
    03April

    viver com o VIH, conversas – um projecto suiço

    April 03, 2018
    0 Comment

    Na Suiça surgiu um novo projeto ‘True Talks’ (conversas verdadeiras) que coloca pessoas que lutam contra a discriminação em frente da câmara.

    Nesta semana, Jenni fala-nos sobre viver com uma grave doença. Ela VIH-positiva e diz-nos que algumas pessoas têm vergonha de ser amiga dela. Mas também acredita que muitas pessoas na situação dela vivem mais tempo que as pessoas VIH-negativas, porque tomam mais cuidado com a sua saúde.

    Encontre o video aqui.

     

  • Capture
    19March

    o nosso plano 2018 e balanço de 2017

    March 19, 2018
    0 Comment

    Encontrem as nossas publicações aqui ou aqui.

    A todas e todos que nos apoiaram um imenso Obrigada!

  • a invisibilidade das mulheres com VIH

    March 17, 2018
    0 Comment

    Neste artigo escrito aquando de um evento da Positively UK, o autor refere a invisibilidade das mulheres que vivem com VIH na arte e na medicina (acrescentaria, também, nas prioridades).

     

    No livro de Sue O’Sullivan e Kate Thomson, a pesquisadora Emily Scharf escreve:

    Por que são as mulheres invisíveis? Quando começamos a fazer esta pergunta, vemos, através da referência do VIH, todos os problemas que existem nas nossas sociedades em todo o mundo, incluindo os comuns para as mulheres. O VIH destaca todas as questões em torno das posições das mulheres na sociedade: muitas vezes mais pobres; com menor acesso a cuidados de saúde para si próprias; pouco apoio nos seus papéis como cuidadoras para xs outrxs; e em posições menos poderosas para negociar relacionamentos, incluindo os aspectos sexuais das relações, mais especificamente o sexo mais seguro.

    A invisibilidade das mulheres que vivem com VIH resulta de uma complexa inter-relação de violência e discriminação.

    Fonte aqui.

  • hpv
    28February

    Antirretrovirais reduzem o risco de VPH e cancro cervical em mulheres com VIH

    February 28, 2018
    0 Comment

    Enquanto as mulheres que vivem com o VIH apresentam maior risco de infeção pelo vírus do papiloma humano (VPH) do que as mulheres que não vivem com o VIH, o tratamento antirretroviral e a maior contagem de células CD4 + reduzem a probabilidade de adquirir VPH, conforme meta-análise publicada na AIDS. O VPH pode causar cancro cervical entre outros.

    Neste estudo, viver com o VIH também foi associado a um risco maior de lesões escamosas intraepiteliais. No entanto, a maioria dessas lesões foi de reduzido grau. A prevalência de lesões de alto grau – que podem progredir para cancro cervical – foi apenas ligeiramente elevada entre as pessoas que vivem com VIH em comparação com o grupo não-VIH. A progressão do VPH entre mulheres com contagem de células CD4 +> 500 células / mm3 não diferiu das mulheres sem VIH. O tratamento antirretroviral melhorou a capacidade das participantes para eliminar o VPH, o que diminui o risco de desenvolver lesões pré-cancerosas.

    As/Os autores do estudo identificam áreas onde mais pesquisa é necessária, para aferir o risco de cancro cervical entre as mulheres cujo VIH se encontra suprimido.

    Encontre o artigo original aqui.

     

  • Capture
    07February

    novo estudo sobre gravidez e VIH com os mais recentes ARV

    February 07, 2018
    0 Comment

    Finalmente um estudo que envolve os mais recentes antirretrovirais na gravidez com VIH, chama-se o estudo IMPAACT 2010 (VESTED) e inclui o dolutegravir e tenofovir alafenamida (TAF).

    VESTED é um vasto estudo internacional que compara a segurança e eficácia de três regimes de antirretrovirais (ARV) para mulheres grávidas a viver com o VIH e as suas crianças.

    VESTED ou IMPAACT 2010 encontra-se na fase 3 do estudo e pretende envolver 639 mulheres VIH-positivas naïves para o VIH e com gestação entre as 14–28 semanas, com carga viral inferior a 200 cópias/mL no parto. Este estudo de 3 anos decorre no Brasil, Zimbabwe, Haiti, India, Malawi, Africa do Sul, Tanzânia, Tailândia, Uganda.

    O estudo envolve as seguintes terapias ARV:

    • Efavirenz (EFV)/emtricitabina (FTC)/tenofovir disoproxil fumarate (TDF).
    • Dolutegravir (DTG)/FTC/ tenofovir alafenamida (TAF).
    • DTG/FTC/TDF.

    As suas crianças também serão envolvidas e receberão os tratamentos padrão para profilaxia e opções de alimentação, o que pode ser amamentação por mama ou fórmula de leite.

    O estudo compara as taxas de resultados adversos da gravidez, além de eventos adversos maternos e infantis. Tanto as mães como os bebés serão monitorados durante 50 semanas após o parto.

    Comentários

    VESTED é um importante estudo de otimização de ART, e um dos poucos estudos que examinam TAF na gravidez.

    O estudo randomizado DolPHIN-2, que compara a terapia ARV (TARV) baseada em DTG e EFV em mulheres com diagnósticos tardios, na África do Sul e Uganda, também começou recentemente. [3]

    Quase 60 países de baixo e médio rendimento adotaram ou planeiam a transição para uma TARV baseada em DTG.

    A adoção precoce da DTG, no Botswana, levou a positivos dados relativos a gravidez que, combinados com os dados de países de alto rendimento, tornam as medidas de adopção de DTG para mulheres grávidas mais seguras. [6] Mas os dados de ensaios clínicos sobre DTG ainda são necessários e todos os dados sobre TAF na gravidez estão em falta.

    As recomendações do British Medical Journal (BMJ) são contra o uso do TDF/FTC na gravidez.

    Fonte: i-Base

    Imagem: IMPAACT

     

  • smoke
    29January

    Fumar causa um em cinco cancros em pessoas com VIH na América do Norte

    January 29, 2018
    0 Comment

    Um quinto de todos os cancros em pessoas que recebem tratamento ao VIH, na América do Norte, entre 2000 e 2015, deve-se ao tabaco, refere artigo da AIDS.

    “Nos Estados Unidos, a prevalência de consumo de tabaco entre pessoas a viver com VIH é substancialmente maior do que a população em geral, e a maioria das pessoas a viver com VIH fumam ou fumaram previamente”… “as nossas descobertas indicam que uma fração substancial de diagnósticos de cancro, entre pessoas que vivem com VIH, poderia potencialmente nunca ter ocorrido se nunca tivessem fumado.”

    Graças às melhorias no tratamento do VIH, a maioria das pessoas que VIH pode ter uma esperança de vida normal ou quase normal. Com o envelhecimento, os cancros não relacionados com SIDA são uma importante causa de morte.

    Fumar tabaco pode causar uma série de cancros incluindo o cancro dos pulmões e o seu papel no desenvolvimento de cancros orais, da laringe, do fígado, do colon, do recto e rins encontra-se bem estabelecida. Estima-se que fumar tenha causado 29% de todas as mortes relacionadas com cancro, em 2010, nos E.U.A.

    O estudo incluiu 52,441 pessoas a receber cuidados ao VIH, na sua maioria a tomar antirretrovirais, na América do Norte, entre 2000 e 2015. Aproximadamente um quinto dos diagnósticos de cancro, nesta população, era potencialmente atribuído ao fumar, incluindo 50% de cancros relacionados com o fumar e 94% dos diagnósticos de cancro dos pulmões.

    Fonte:

    Altekruse SF et al. Cancer burden attributable to cigarette smoking among HIV-infected people in North America. AIDS, online edition. DOI: 10.1097/QAD.0000000000001721 (2018).

     

  • osteoporose
    29January

    A perda óssea é duas vezes maior entre as mulheres

    January 29, 2018
    0 Comment

    A densidade mineral óssea diminui duas vezes mais rapidamente entre mulheres VIH-positivas do que nos homens VIH-positivos, de acordo com uma pesquisa italiana publicada na edição online do Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes.

    O estudo é a maior análise de alterações a longo prazo na densidade mineral óssea (DMO) em pessoas VIH-positivas, sendo que mais de três quartos se encontrava com carga viral indetetável no início do estudo.

    Vários outros fatores de risco modificáveis também foram associados à redução da DMO, incluindo a infeção pelo vírus da hepatite C (VHC), o tratamento com tenofovir (TDF), baixos níveis de vitamina D e falta de exercicio fisico.

    Numa vasta amostra de homens e mulheres a viver com o VIH e em tratamento antirretroviral (TARV) a longo prazo, a DMO do colo do fémur e da coluna lombar, dois importantes preditores do risco de fraturas, desceu duas vezes mais rapidamente entre mulheres infetadas por VIH em comparação com os homens a viver com a mesma condição, mesmo após ajustamento de outras variáveis.  “Notavelmente, a maioria da nossa população de estudo tinha menos de 50 anos e apenas 15% das participantes se encontrava na menopausa, no inicio do estudo, e 24% durante o seguimento do estudo. Por conseguinte, com o envelhecimento e a menopausa, a taxa de declínio da DMO entre mulheres a viver com o VIH deverá ser ainda mais acentuada”

    Declínios na DMO durante os primeiros três anos após o inicio do TARV são bem descritos na literatura médica. No entanto, as taxas de perda óssea e seus fatores de risco são menos claros. O estudo, decorreu durante 5 anos, envolveu 839 mulheres e 1759 homens sob TARV a longo prazo. Todas/os as/os participantes eram brancas/os, 82% com menos de 50 anos, e 76% tinham uma carga viral indetetável no início do estudo. Cerca de um terço (30% das mulheres e 27% dos homens) apresentaram coinfecção com o vírus da hepatite C (VHC).

    Na análise inicial, a DMO no colo femoral diminuiu significativamente mais entre as mulheres do que nos homens (-0.0353, p < 0,0001), mas o mesmo não aconteceu na coluna lombar (sem diferenças entre sexos).

    Uma menor DMO do colo femoral também foi associada com maior exposição ao tenofovir, o aumento da idade, a falta de atividade física, baixa testosterona ou pós-menopausa, insuficiência de vitamina D e coinfeção com VHC. Os fatores protetivos incluem uma maior duração de tratamento com inibidores de integrase e um maior índice de massa corporal.

     “No maior e mais longo estudo de alterações de DMO nas mulheres e homens a viver com VIH, até à data, observámos quase o dobro do declínio do índice de DMO entre mulheres infetadas pelo VIH”. Uma reduzida DMO  é um dos vários fatores de risco para fratura.

    “Os nossos resultados destacam as perdas de DMO entre as mulheres, independente da menopausa, efeitos que requerem consideração futura na seleção da TARV.”

     

    Referência:

    Erlandsom KM et al. Bone mineral density declines twice as quickly among HIV-infected women compared to men. J Acquir Immune Defic Syndr, online edition. DOI: 10.1097/QAI.0000000000001591 (2017).

    Imagem: tuasaude

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