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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 5)
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    02November

    o impacto da terapia antirretroviral na mulher que vive com VIH

    November 02, 2017
    0 Comment

    Uma revisão sistemática e meta-análise sobre o VIH e algumas patologias em mulheres que vivem com VIH observou que as mulheres em TAR apresentavam uma menor prevalência do vírus do papiloma humano (VPH)  de alto risco comparativamente às mulheres que não se encontravam em TAR.

    A terapia antirretroviral também se mostrou benéfica em relação às lesões cervicais, ou seja, a TAR diminui o risco de incidência da neoplasia intraepitelial cervical e da neoplasia intraepitelial escamosa. A TAR também se encontra associada com a redução da incidência do cancro cervical invasivo.

    Encontre o estudo aqui.

  • Capture
    30October

    Linhas Orientadoras EACS

    October 30, 2017
    0 Comment

    Estas Linhas Orientadores foram desenvolvidas pela European AIDS Clinical Society (EACS), e tem por objetivo ‘fornecer recomendações completas e facilmente acessíveis aos clínicos envolvidos no tratamento das pessoas que vivem com VIH.

    As Linhas Orientadoras EACS abrangem uma área geográfica relativamente grande e diversa, com diferentes níveis de acesso nacional aos cuidados de saúde. Em consequência, as Linhas Orientadoras EACS pretendem cobrir uma ampla gama de recomendações em oposição às recomendações nacionais, muitas vezes mais uniformes.

    Estas Linhas Orientadoras estão organizadas em cinco seções principais, que incluem uma tabela com uma revisão geral com os principais assuntos relacionadas com a infecção por VIH, bem como recomendações detalhadas sobre o tratamento antirretroviral, diagnóstico, acompanhamento e tratamento de comorbilidades, co-infeções e infeções oportunistas.’

    Destacamos a recomendação de vacinação contra o vírus do papiloma humano a todas as pessoas com VIH com menos de 26 anos e todos os homens que têm sexo com homens até à idade de 40 anos.

    Encontre a versão portuguesa aqui.

  • #SheDecides
    24October

    #SheDecides. #ElaDecide

    October 24, 2017
    0 Comment

    #ElaDecide. Sem questoes. ElaDecide sobre criar um novo normal onde todas as raparigas e todas as mulheres são livres para decidir por elas próprias sobre o que vai fazer com o seu corpo, com quem o partilha e se, quando e com quem tem crianças. Foi por isso que me/nos tornei/tornámos Amigas do ElaDecide. #SheDecides. Assina o manifesto em: https://www.shedecides.com/the-manifesto

     

    #SheDecides. Without Question. SheDecides is about creating a new normal where every girl and every woman everywhere is free to decide for herself what she does with her body, who she shares it with and whether, when and with whom she has children. This is why we have become a Friend of SheDecides. Sign the manifesto: https://www.shedecides.com/the-manifesto

  • Programa Encontro2017final
    17October

    Encontro-Formação Nacional SHE

    October 17, 2017
    0 Comment

    No dia 14 de outubro decorreu o nosso 3º Formação-Encontro Nacional SHE porque Unidas somos Uma.  Esta formação-encontro nacional decorreu nos Paços do Concelho de Lisboa e conta com o apoio da Gilead, da ViiV e da CML a quem agradecemos. Queremos agradecer também a Liliana Ribeiro e Helena Santos pelas atividades desenvolvidas e que ajudaram a cumprir os nossos objetivos de capacitar as mulheres que vivem com o VIH, a nível nacional, promovendo um conhecimento mais efetivo sobre a temática do VIH, para uma vivência mais inclusiva da nossa doença, tornando-nos mais fortes para defender os nossos direitos e ter voz ativa nas nossas comunidades.

    Um momento bastante esperado de partilhas, amizade, sorrisos, gargalhadas,… Um encontro apenas possível por tantas mulheres, fortes, corajosas e empenhadas se deslocarem do Porto, Póvoa do Varzim, Fundão, Covilhã, Coimbra, Portimão, Lisboa para que aqui, unidas nos sintamos ainda mais empoderadas para melhorar as nossas vidas e quebrar o silêncio e as barreiras que nos impedem de viver um vida plena. A todas elas um imenso Obrigada!

    Neste encontro-formação nacional abordámos uma temática bastante importante para uma vida plena – a sexualidade e afetos. Atualmente viver com VIH é mais fácil também devido aos avanços biomédicos e que nos permitem dizer que: Indetetável igual a Intransmissível. A Seres pertence à Campanha de Acesso à Prevenção (Prevention Access Campaign) e subscreve #UequalsU.

    Dois importantes Estudos – PARTNER e HPTN 052 – publicaram os seus resultados finais concluindo que nenhuma transmissão de VIH ocorreu entre parceiros sexuais discordantes em tratamento antirretroviral e com carga viral continuadamente indetetável (e há mais de 6 meses).

    Estes resultados são bastante importantes para nós que vivemos com o VIH porque desde que conhecemos o diagnóstico, que lidamos com o medo de transmitir o VIH. O nosso corpo é visto como perigoso. E o medo instala-se tanto em nós como nxs outrxs. Isso leva ao autoestigma, ao estigma social, à rejeição e ao preconceito.

    Por isso é tao importante que oiçamos esta mensagem, para estarmos seguras na nossa capacidade de ter uma vida sexual saudável e plena, mas também para reduzir o medo resultante da noção de que as pessoas com VIH são contagiosas e perigosas.

     

    A resposta da Seres visa a promoção de projetos para uma vida mais integrada com o VIH e para a qualidade de vida das mulheres que vivem com e afetadas pelo VIH, pois a Seres acredita que a capacitação das mulheres é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, assegurando a dignidade e o respeito pelos direitos humanos e saúde sexual.

     

     

  • Assembleia geral da Seres

    October 05, 2017
    0 Comment

    A assembleia geral da Seres está agendada para dia 14 de outubro, às 10:30, em Lisboa, com a seguinte ordem de trabalhos:

    • eleição dos órgãos sociais

    A assembleia geral reúne à hora marcada na convocatória, se estiver presente mais de metade das associadas com direito de voto, ou trinta minutos depois, com qualquer número de presenças.

  • SRI
    26September

    declaração conjunta para o acesso universal, seguro e legal do aborto

    September 26, 2017
    0 Comment

    A declaração conjunta para o acesso universal, seguro e legal do aborto contou com a Seres.

    HRC36: General Debate Item 8
    25 September 2017

    Click here for French and Spanish translations

    Mr. President,

    It is my honour to deliver this statement on behalf of 285 organisations from around the world.

    Through the Vienna Declaration and Programme of Action, States explicitly agreed to prioritize the human rights of women, including the eradication of gender-based discrimination and violence. However, many States have not yet made the important decision that women’s human rights deserve to be upheld and their lives are worth saving. The continued criminalization of abortion and restrictions on access to and provision of abortion and post-abortion care in many jurisdictions is stark evidence of this.

    Around 22 million unsafe abortions are estimated to take place around the world annually[ii], leading to 7 million health complications[iii] and 47,000 deaths[iv]. In addition, there are major social and financial costs to women and girls, families, communities, health systems and economies. The criminalization of abortion and failure to ensure access to quality abortion services is a violation of the rights to non-discrimination, to privacy, and to make decisions about one’s own body, and can constitute torture or ill-treatment, as repeatedly highlighted by UN bodies and experts.[v] Prohibiting abortion pushes it underground and gives rise to unsafe abortions, violating the rights to life, health and bodily autonomy. Moreover, the poor and those already facing multiple and intersecting forms of discrimination are disproportionately affected, making the global community’s pledge to “leave no one behind” ring hollow.

    These human rights violations must stop now. On September 28, the Global Day of Action for Access to Safe and Legal Abortion, we urge the Human Rights Council to address the human rights violations arising from criminalization of abortion and the denial of access to safe and legal abortion services through its resolutions, decisions, dialogues, debates, and the UPR. We demand in a collective voice that governments across the world respect, protect and fulfill the right to access safe and legal abortion services and post-abortion care.

    Thank you, Mr. President.

    This statement is joined by the following organisations and groups not in consultative status with ECOSOC: Akahatá Equipo de Trabajo en Sexualidades y Generos, Coalition of African Lesbians, CREA, Egyptian Initiative for Personal Rights; A.L.E.G. _ Association for Liberty and Equality of Gender; Activista independiente; African Sex Workers Alliance (ASWA); Agrupacion Ciudadana por la Despenalización del Aborto – El Salvador; Aidsfonds; AJWS; Aliance for Choice; Alianza por la Solidaridad; Alliance of solidarity for the family; Articulacion Feminista Marcosur; Asia Pacific Alliance for Sexual and Reproductive Health and Rights (APA); Asociación Ciudadana ACCEDER; Asociación de Mujeres por la Dignidad y la Vida – LAS DIGNAS; Asociación Médica Privada Voluntaria Winay; Asociación Movimiento Salvadoreño de Mujeres MSM; Association de Lutte contre les Violences faites aux Femmes; Association HERA-XXI Georgia; Associazione Luca Coscioni per la libertà di ricerca scientifica; ASTRA Network; ASTRA Youth; Atria – Institute for Gender Equality and Women’s History; Balance- Mexico; Bangladesh Model Youth Parliament; Cairo Foundation for Development and law; Católicas por el Derecho a Decidir – Chile; Catolicas Por el Derecho a Decidir Perú; Católicas por el Derecho a Decidir – Bolivia; CEDES (Center for the Study of State and Society); Center for Information and Counseling on Reproductive Health – Tanadgoma; Center for the Study of Democracy; Centre d’Action Laïque; Centre de Communication et de Développement de l’Entreprise (CCDE) – Département de la promotion de l’autonomisation de la femme en Afrique; Centre for Gender, Feminisms and Sexualities, University College Dublin, Ireland; Centre for Secular Space; Centre Kurde des Droits de l’Homme; Centre Ombre des Femmes du Burundi; Centro de Apoyo y Protección de los Derechos Humanos SURKUNA; Centro de Atención Integral a la Pareja, A. C.; Centro de Derechos de Mujeres; CESI – Center for Education, Counselling and Research; CHOICE for Youth & Sexuality; CLACAI; Cladem; COADY International Institute, Canada; Coalition to Repeal the Eighth Amendment; Colectivo Ovejas Negras; Community and Family Aid Foundation-Ghana; Community Safety and Mediation Center; Concern for Children and Environment – CONCERN Nepal; Consorcio Latinoamericano Contra el Aborto Inseguro; Contra Nocendi International; Corporacion Miles Chile; Costa Rica Afro; Creative and Innovation Business Incubation Center (Association CICIA); CSBR – Coalition for Sexual and Bodily Rights in Muslim Societies; Danish Family Planning Association; DareGender; Dartmouth College; DeGenerar; Discover Football; Diverse Voices and Action (DIVA) for Equality, Fiji; ECIS – Educación, Clínica e Investigación en Sexualidad; El Colegio de México; Equal Ground, Sri Lanka; Essex Feminist Collective; Eurasian Women’s Network on AIDS; Family Planning and Sexual Health Association; Family Planning NSW; Fédération nationale GAMS; Feminist Solutions towards Global Justice (FemJust); FILIA Centre; Forum de la Femme Menagere – FORFEM; FRONT Association; Fundación Arcoiris. Mexico; Fundación CulturaSalud/EME; Fundacion de la mano contigo; FUNDACION DE MUJERES LUNA CRECIENTE; Fundación ESAR; Fundación Oriéntame; Fundacion Sendas; Fundatia Corona; Gateway Health Institute; Gender Violence Institute; Global Doctors for Choice; Good and Useful Ltd; Great Lakes Initiative for Human Rights and Development (GLIHD); GreeneWorks; Grupo Curumim – Gestação e Parto; Gynuity Health Projects; Hábitat Mujer Salud; Haiyya Foundation; Health Development Initiative (HDI)-Rwanda; Hidden Pockets; Human rights and civic participation association PaRiter; Human Rights in Childbirth; ICRH-Mozambique; IGLYO – The international lgbtqi youth and student organization; Iniciativas Sanitarias Uruguay; Institute of Health Management, Pachod; Institute of Human Rights Communication Nepal (IHRICON); Inter Pares; International Campaign for Women’s Right to Safe Abortion; International Gender Equality, SOCITSHOPO (Coordination Civil Society of the DRC Tshopo); International Youth Alliance for Family Planning; Irish Council for Civil Liberties; Irish Family Planning Association; Jamia Millia Islamia University; KOGS; La Mesa por la Vida y la Salud de las Mujeres; Legal hub consultants; London-Irish Abortion Rights Campaign; Love Matters India; MARIA Abortion Fund for Social Justice; Marie Stopes México; MDF Training & Consultancy; Men’s Association for Gender Equality Sierra Leone (MAGE SL); Men’s Story Project; MenEngage Africa; MenEngage Global Alliance; MenEngage Initiative Uganda; MenEngage Kenya Network (MenKen); Michaela Raab; Midwives for Choice; Mouvement Français pour le Planning Familial (MFPF); Mujer Y Salud en Uruguay – MYSU; MuMaLa-Mujeres de la Matria Latinoamericana; Musas de Metal Grupo de Mujeres Gay A.C.; Nakoroiki Park  Association; National Abortion Federation; National coalition for Education; National Women’s Council of Ireland; Nossal Institute for Global Health; Nuhanovic Foundation; Observatorio de Equidad de Género en Salud; Oklahoma Coalition for Reproductive Justice; Options for Sexual Health; Organizando Trans Diversidades OTD Chile; PACE Society; Pacific Feminist SRHR Coalition; Paper Crown Institute; PARI O DISPARE; Participatory Human Rights Advancement Society; Participatory Human Rights Advancement Society; PIECE (Prostitutes Involved, Empowered, Cogent Edmonton); Planned Parenthood Ottawa; Pro Salud Sexual y Reproductiva, A.C.; Pro-Choice Wexford; Programa Género, Cuerpo y Sexualidad (Universidad de la Repúbica); Programa Iguales ante la ley-CDC; Programa Interdisciplinario de Estudios de Género, Universidad de Guadalajara; Promundo-US; Radha Paudel Foundation; Reconstruction Women’s Fund; Red Latinoamericana de Género y Salud Colectiva ALAMES; Red Mujer y Hábitat de América Latina; Red Tengo Derecho a mi Cuerpo Haurralde Fundazioa; Repeal The 8th Dublin Midwest; Reproductive Health Association of Cambodia (RHAC); Reproductive Health Training Center from Moldova; Réseau Genre et Droits de la Femme – GEDROFE; Resource Center for Women and Girls; RESURJ – Realizing Sexual and Reproductive Justice Alliance; RHAC; Riskou Poulakou; Romanian Women’s Lobby; Royal College of Obstetricians and Gynaecologists; Sahil, Pakistan; SAHR; SAMYAK, Pune; Sarajevo Open Centre; Seres (con) viver com o VIH; Servicios Humanitarios en Salud Sexual y Reproductiva, A.C.; Sex og Politikk (IPPF Norway); Sexual and Reproductive Justice Coalition; Sexuality Policy Watch; She-Hive Association; Societatea de Planificare a Familiei din Moldova (SPFM)/Family Planning Association of Moldova ; Society for Education in Contraception and Sexuality (SECS) Romania; Society for Feminist Analyses AnA Romania; Society for Women’s Action and Training Initiative; Society Without Violence NGO; Solidarité des Femmes Burundaises pour la lutte contre le Sida et le Paludisme au Burundi; Solidarite des Femmes Burundaises pour le Bien Etre Social et le Progres au Burundi; SPECTRA: Young Feminists, Rwanda; Spectrum; SRHR platform Ghana; Srijanatmak Manushi Sanstha; Stella, l’amie de Maimie; Success Capital Organisation; Sukaar Welfare Organization Pakistan; Surkun; Sustainable Consulting; SWISSAID; Synergia – Initiatives for Human Rights; Taller Salud; Terre Des Jeunes Burundi; TFMR Ireland; The Bridges We Burn; The Legal Center for Women’s Initiatives “Sana Sezim”; Tonga Leitis Association ; Uganda Network of young people living with HIV & AIDS; UNAM; Unidas por La Paz I A P; Unión Democrática de Mujeres –UDEMU; Uprising of Women in the Arab World; Urgent Action Fund for Women’s Human Rights; Vecinas Feministas por la Justicia Sexual y Reproductiva en América Latina y el Caribe; VOICE MALE Magazine; Voice Your Abortion; White Ribbon Canada; WISH Associates; WO=MEN; Women Interfaith Council/Network of Men Leaders on Violence Against Women; women on waves; women on web; Women’s Link Worldwide; Women’s Solidarity Namibia; YouAct, European Youth Network on Sexual Reproductive Rights; Youth Harvest Foundation Ghana; and Zeromacho.

     

    Encontre a declaração aqui.

  • Capturedep
    18September

    casos de depressão grave relacionados com dolutegravir

    September 18, 2017
    0 Comment

    A depressão grave pode ser um efeito secundário do tratamento com o medicamento antirretroviral (anti-VIH) dolutegravir.

    Médicxs reportaram (em HIV Medicine) dois casos de desenvolvimento rápido de depressão grave após o início da terapia com o medicamento referido. As autoras estão convencidas de que o dolutegravir foi a causa. Em nenhum dos casos, o paciente apresentou fatores predisponentes para a depressão e nenhum paciente foi tratado com antidepressivos. Em ambos os casos, os sintomas foram rapidamente resolvidos após a descontinuação do dolutegravir. “Isto sugere fortemente a presença de uma relação causal”, comenta.

    O Dolutegravir pertence a uma classe de antirretrovirais conhecida como inibidores da integrase. é coformulado com abacavir / lamivudina providenciando um potente tratamento contra o VIH em um único comprimido (Triumeq).

    Os graves efeitos secundários neuropsiquiátricos associados ao dolutegravir foram raros nos ensaios clínicos que levaram ao licenciamento do medicamento. No entanto, taxas mais altas do que o esperado, de eventos adversos neuropsiquiátricos, foram relatados em situações clínicas de rotina. No ano passado, constataram-se taxas de descontinuação de até 14%; com pessoas com mais idade e mulheres especialmente mais suscetíveis de desenvolver efeitos secundários neuropsiquiátricos e de descontinuar a toma do medicamento.

    Encontrar o artigo completo aqui.

  • Capture
    18September

    novas diretivas na gravidez e VIH

    September 18, 2017
    0 Comment

    Recomenda-se que as mulheres evitem tenofovir & emtricitabina durante a gravidez.

    As mulheres deveriam ter escolhas para evitar o tratamento com tenofovir e emtricitabina durante a gravidez devido ao risco elevado de nados mortos e mortalidade infantil associada a estes medicamentos, de acordo com as novas recomendações publicadas no British Medical Journal (BMJ).

    O painel de especialistas em saúde materna e infantil e mulheres que vivem com VIH refere que não são dadas escolhas às mulheres no sentido de reduzir o risco de morte precoce infantil, e que para reduzir este risco o tratamento antirretroviral durante a gravidez deveria ser baseado em zidovudina e lamivudina, e não em tenofovir e emtricitabina, especialmente quando combinado com lopinavir/ritonavir.

     

    Encontre as recomendações aqui.

    Imagem: BMJ

  • cig
    10August

    Igualdade de Género em Portugal (CIG), 2017

    August 10, 2017
    0 Comment

    A Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género publicou ‘Igualdade de Género em Portugal: indicadores-chave 2017′. 

    Com este documento, a CIG visa promover e partilhar o conhecimento relativo à situação atual de mulheres e homens em várias áreas da sociedade, nomeadamente na educação, emprego e desemprego, conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional, pobreza, poder e tomada de decisão, violência de género e LGBTI.

    O documento demonstra que: apesar da população residente ser maioritariamente composta por mulheres (52,6%), com nível de escolaridade superior completo (60,9%),  as mulheres recebem uma remuneração base mensal inferior aos homens, as mulheres continuam a trabalhar mais 1 hora e 13 minutos por dia do que os homens, a taxa de pobreza das mulheres é superior à dos homens, a representação das mulheres na Assembleia da República é de apenas 33%,  em 2013, apenas 23 das 308 Câmaras tinham na sua presidência mulheres,  a presença de mulheres nos conselhos de administração das empresas do PSI 20, em Portugal, é ainda de 14%, as mulheres representam 80% das principais vítimas de violência doméstica, (sendo os homens maioritários entre os indivíduos denunciados 84%) e representam cerca de 36% dos casamentos LGBTI.

    Encontre o documento aqui.

  • still
    04August

    August 04, 2017
    0 Comment

    De acordo com estudo apresentado na conferência internacional IAS 2017 (International Aids Society) incidindo no Reino Unido e Irlanda, de 2007 a 2015,  a taxa de nados-mortos, entre as mulheres que vivem com VIH, foi o dobro da população em geral.

    Constituem fatores de risco a contagem antenatal de CD4 inferior a 350 células/µL; idade superior a 36 anos; primíparas (primeira gravidez); origem africana.

    Encontre o estudo aqui.

     

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