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Marta E Miranda, OqueStrada, “hoje em dia podes fazer o teste vih e travares o virus. é gratuito, anónimo. passa a palavra e faz o teste. podes salvar a tua vida, da tua mãe, avó, irmã, melhor amiga. faz o teste!
Amália, 32 anos, foi infetada pelo virus pelo pai dos seus filhos, faz o teste VIH regularmente, porque hoje em dia há medicação, que se for descoberto a tempo, pode travar o virus da SIDA, podes fazê-lo em qualquer centro médico publico. é anónimo, é na hora, gratuito e está sobre sigilo médico, o que quer dizer que ninguém terá acesso a essa informação. passa a palavra e faz o teste! podes salvar a vida, a tua e de todas as mulheres que gostas….”Marta Miranda é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.
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A Seres é a primeira e única associação portuguesa dedicada às mulheres infectadas e afectadas pelo VIH. Lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
www.seres.org.pt
www.facebook.com/seres.vihAs mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Paula Cristina Marques, vereadora da CML, activista: “Cristina, 45 anos, um filho, infectada com vih pelo namorado. Descobriu quando foi fazer análises de rotina…já tinha sida. Podia ter evitado. Podia SER EU. As mulheres têm de ter uma voz activa na resposta ao vih.” Paula Cristina Marques é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.
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www.facebook.com/seres.vihAs mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Carmo Gê Pereira, educadora sexual para adultos: “protege-te. faz o teste. eu já fiz. e tu?”
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www.facebook.comAs mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Joana R. Mortágua, deputada, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa: as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao vih
“a Lúcia tem 25 anos e foi infectada pelo namorado. Só descobriu quando já tinha sida. A Lúcia podia ser a minha irmã. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao vih.”
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Isabel do Carmo, médica, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa: as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH.
“Joana, 68 anos, foi infectada pelo marido, só descobriu quando a doença já estava declarada. Pode ser minha doente. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH.”
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www.facebook.com/seres.vihAs mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Catarina Martins, deputada activista, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa: as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH: “Isabel, 42 anos, 3 filhos, infetada pelo marido no contexto de uma relação conjugal. Poderia ser a minha irmã. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH”.
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Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Inês de Medeiros, actriz, realizadora, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa: “Madalena, 70 anos, 2 filhas e 1 neto, foi contaminada pelo marido só soube quando quis dar sangue. Não seja surpreendida por tão terriveis noticias. Faça o teste.”
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As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Zia Soares actriz | directora do Teatro Griot: “Sandra, 34 anos, uma filha, foi infetada pelo companheiro. Só descobriu quando já tinha SIDA. Poderia ser a minha prima. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH”.#Poderiasereu #faztestevihactriz #darvozmulheresvih“as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao vih”. partilha. participa.“poderia ser eu” campanha da Seres com mulheres que dão a cara por esta causa.
As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Maria Antónia aka MITÓ cantora, actriz: “as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao vih”. partilha. participa
“poderia ser eu” campanha Seres #poderiasereu #seresmulheresvih #mulheresvihsida #darvozmulheresvih #faztestevih
“poderia ser eu” com mulheres que dão a cara por esta causa.As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.
Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
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Ana Brandão (actriz, cantora, tia): “Matilde, 20 anos, foi infetada pelo namorado. soube do diagnóstico mais tarde quando já tinha SIDA. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH”.
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Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…
Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.
A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.
