• Sign in

  • Join for free
  • Home
  • Sobre Nós
    • Sobre Nós
    • Apoios
    • Patrocínios
  • Temas
    • Atividades
    • VIH
    • Tratamentos
    • Afeções
    • Prevenção
    • Viver com o VIH
    • Voz Própria
  • Notícias
    • Notícias
    • SHE e Conversas na Positiva
    • #PODERIASEREU
    • Mais Informação Menos Preconceito
  • Contactos
    • Contactos
    • Voluntariado
  • Faça o seu Donativo!
Default

Search

  • telefoneLisboa: 969111090 | telefoneLisboa: 915487333
Login

Register
0
Default
  • Menu
  • Home
  • Sobre Nós
    • Sobre Nós
    • Apoios
    • Patrocínios
  • Temas
    • Atividades
    • VIH
    • Tratamentos
    • Afeções
    • Prevenção
    • Viver com o VIH
    • Voz Própria
  • Notícias
    • Notícias
    • SHE e Conversas na Positiva
    • #PODERIASEREU
    • Mais Informação Menos Preconceito
  • Contactos
    • Contactos
    • Voluntariado
  • Faça o seu Donativo!

Category : Notícias

Home » Notícias (Page 27)
  • OMS
    02August

    OMS – diretrizes consolidadas sobre o uso de ARV para tratar e prevenir o VIH

    August 02, 2016
    0 Comment

    OMS – diretrizes consolidadas sobre o uso de medicamentos antirretrovirais para tratar e prevenir a infeção pelo VIH: Recomendações para uma abordagem de saúde pública, Segunda edição

    A OMS/WHO, pela primeira vez, recomenda que todas as pessoas que vivem com VIH tenham acesso à terapia antirretroviral (ART). Isto irá trazer-nos um passo mais perto para alcançar o acesso universal ao tratamento e cuidados do VIH e terminar com a SIDA como uma ameaça à saúde pública.

    Estas diretrizes também fazem recomendações à prestação de serviços e como podemos ampliar a cobertura do tratamento do VIH para alcançar as 37 milhões de pessoas que vivem com o VIH.

    Recomendações chave têm como objetivo melhorar a qualidade do tratamento em VIH e trazer-nos mais perto do ideal de cobertura universal dos serviços de saúde integrados, centrados na comunidade e abordagens de saúde liderados pela comunidade e responsabilidade compartilhada para o desenvolvimento de um programa eficaz.

    Com a sua recomendação de tratar todas e todos, a OMS remove todas as limitações sobre a elegibilidade para ART entre as pessoas que vivem com o VIH; todas as populações e grupos etários são agora elegíveis para o tratamento, incluindo mulheres grávidas e crianças. A mesma combinação de comprimido diário é agora recomendada para todos os adultos que vivem com o VIH, incluindo aquelas/es com tuberculose, hepatite e outras coinfecções.

    Encontre as diretrizes aqui.

  • girls aids 2015
    02August

    as jovens com 15-24 anos representam 20% das novas infeçoes por VIH no mundo

    August 02, 2016
    0 Comment

    O mundo assumiu o compromisso de eliminar a epidemia da SIDA até 2030. O relatório da ONUSIDA/UNAIDS englobou 160 países, demonstra os imensos ganhos conseguidos e o que pode ser conseguido. Em apenas dois anos o número de pessoas a viver com VIH em terapia antirretroviral aumentou em um terço alcançando 17 milhões de pessoas (mais dois milhões do que em 2015). Desde 2003 que os óbitos relacionados com SIDA decresceram em 43%.

    Contudo existem muitos desafios. Em 2015 existiam, no mundo 2.1 milhões novas infeções, somando um total de 36.7 milhões de pessoas a viver com o VIH.

    O numero anual de novas infeções pelo VIH aumentou 57% na Europa e Asia Central.

    As jovens com idades entre os 15–24 anos encontram-se em particular risco de infeção, representando 20% das novas infeções entre adultos no mundo em 2015, apesar de representarem apenas 11% da população adulta.

    Cerca de 90% das novas infeções na Asia central, Europa, América do Norte, Medio Oriente e Africa do Norte em 2014 eram entre pessoas das populações chave e seus parceiros sexuais.

    Em 2016, 72 países tinham leis que permitiam a criminalização do VIH.

    Os questionários do Índice de Estigma/Stigma Index foram conduzidos em mais de 65 países. Em 22 desses países, mais de 10% das pessoas que viviam com VIH viram negado o tratamento de saúde, e mais de uma em dez pessoas a viver com VIH relatou terem sido recusados oportunidades de emprego ou emprego devido ao seu estado serológico. E em 30 países ma em dez pessoas a viver com o VIH relatou ter perdido o seu trabalho ou outra fonte de rendimento devido ao seu estado serológico.

    Encontre o relatório aqui.

    Fonte imagem: UNAIDS, 2016

  • maria antonia almeida santos 3
    31July

    #PODERIASEREU

    July 31, 2016
    0 Comment

    Maria Antónia Almeida Santos, deputada: “Maria, 45 anos, foi despedida quando a entidade patronal soube que  era portadora do VIH. Isto não poderia nunca acontecer. Poderia ser a minha irmã, a minha tia, a minha melhor amiga. O virus não escolhe nem profissão, nem cargo, nem estatuto social, nem género, nem idade, nem religião. As mulheres devem ter voz na resposta ao VIH”

    Maria Antónia Almeida Santos é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

    Partilha. ‪#‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬

    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:

    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt
    www.facebook.com/seres.vih

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • valerie mitteaux
    27July

    #PODERIASEREU

    July 27, 2016
    0 Comment

    Valérie Mitteaux: “Conceição 72 anos, foi violada quando era jovem, foi infetada com o VIH. Quando soube do diagnóstico tentou suicidar-se, tornou-se alcoólica e sem abrigo. Poderia ser a minha mãe. As mulheres têm que ter voz na resposta ao VIH. Hoje em dia não é uma fatalidade. Faz o teste.”

    Valérie Mitteaux é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

    Partilha. ‪#‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬

    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:


    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt
    www.facebook.com/seres.vih

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • Ana Zanatti
    25July

    #PODERIASEREU

    July 25, 2016
    0 Comment

     

    Ana Zanatti, escritora, actriz: “A Joana tem 32 anos, foi infetada com o VIH, quando isso se soube no emprego recebeu uma carta de despedimento. As mulheres não podem continuar sujeitas a esta discriminação. O virus não escolhe idade, género ou profissão. Faça o seu teste. As mulheres devem ter uma voz ativa na resposta ao VIH.”

    Ana Zanatti é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

    Partilha. ‪#‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬

    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:


    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt
    www.facebook.com/seres.vih

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • Breastfeeding_660x660_JB
    23July

    terapia antirretroviral durante a amamentação elimina a transmissão para o bebé

    July 23, 2016
    0 Comment

    Para as mães infetadas com VIH cujo sistema imunológico se encontra com boa saúde, tomar um regime antirretroviral de três comprimidos anti-VIH durante a amamentação elimina a transmissão do VIH pelo leite materno para suas/seus bebés, de acordo com os resultados de um grande ensaio clínico realizado na Africa subsaariana e na Índia.

    Este estudo vai de encontro às diretivas da OMS introduzidas em 2015 e que recomendam uma terapia antirretroviral vitalícia para todas as gravidas e mulheres a viver com o VIH a amamentar. O estudo revela que uma terapia antirretroviral de 3 antirretroviricos e uma dose infantil diária de nevirapina são seguros e eficientes na prevenção da transmissão do VIH durante a amamentação. De um modo geral, a mortalidade infantil no decorrer deste estudo foi muito baixa.

    O estudo PROMISE, que iniciou em 2010, pretende determinar a forma mais segura de reduzir o risco de transmissão das mulheres infetadas com VIH para as/os suas/seus bebés durante a gravidez, parto e pós-parto. Em áreas sem um sistema de saneamento seguro as mulheres são encorajadas a amamentar devido ao risco de misturar a formula de leite com agua contaminada.

    Fonte: AIDS.GOV

  • edite estrela
    22July

    #PODERIASEREU

    July 22, 2016
    0 Comment

    Edite Estrela, deputada: “O virus VIH/sida não escolhe profissões, não escolhe geografias, latitudes ou longitudes. O melhor é prevenir. Faça o teste”.

    Edite Estrela é mais uma grande mulher que se junta a esta causa.

    Partilha. ‪#‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬

    A Seres lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em:

    https://www.facebook.com/PoderiaSerEu2016/videos/950119658432280/
    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt
    www.facebook.com/seres.vih

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • vaginal ring
    22July

    aneis vaginais protegem as mulheres do VIH

    July 22, 2016
    0 Comment

    Mais de metade das 35 milhões de pessoas infectadas são mulheres e muitas vivem em comunidades onde não podem recusar relações sexuais com homens e mesmo com os seus maridos. As mulheres necessitam urgentemente de algo melhor para as proteger.

    Os anéis vaginais (um anel de silicone impregnado de antirretroviral) pode proteger as mulheres do VIH em 75 por cento ou mais.

    O anel foi desenhado para dar às mulheres uma forma discreta de se protegerem de uma infeção em situações onde não tem a possibilidade de refusar relações sexuais ou exigir que o homem use preservativo.

    O anel vaginal liberta uma substancia antirretroviral (medicamento anti-VIH) chamada dapirivina que pode ajudar a impedir que o vírus infete as células.

    Fonte: NBCNEWS

  • Os-benefícios-do-abacate
    18July

    os alimentos para as pessoas com depressão

    July 18, 2016
    0 Comment

    Antidepressivos e terapia, são ambos eficientes para o tratamento da depressão, mas não são os únicos meios disponíveis – o exercício reduz os sintomas, passear na natureza reduz os pensamentos negativos, e a meditação tem um poderoso efeito positivo. Mas ainda existe um outro meio para reduzir a depressão – a alimentação.

    O nosso cérebro necessita de determinados nutrientes para trabalhar de forma eficiente e pesquisas descobriram que o Omega-3, aminoácidos, vitaminas B, vitamina D e minerais como o zinco, magnésio e ferro ajudam a criar uma forte saúde mental. A dieta mediterrânea, com abundancia de azeite e vegetais de folha verde, contem muito destes nutrientes. Um estudo envolvendo mais de 15.000 pessoas, em mais de 10 anos, descobriu que aquelas/es que seguiam uma dieta mediterrânea apresentavam um baixo risco de depressão.

    O pequeno almoço ideal para as pessoas que lidam com a depressão compõe-se de ovos (que inclui aminoácidos, ómega-3, vitamina D e ácidos gordos), com tosta integral e abacate esmagado. Os ácidos gordos dos ovos são cruciais.

    O nosso cérebro é cerca de 60 % de gordura e precisamos obter a nossa gordura através dos alimentos. O abacate é rico em triptofano, que é um pré- cursor para a serotonina, e um dos químicos essenciais para nos sentirmos bem. O abacate também contém folatos e Omega 3.

    Aqueles que anseiam por chocolate também podem ceder a esse instinto pois o chocolate, tal como o abacate, contém triptofano. Nutrientes como os aminoácidos são necessários para produzir hormonas e neurotransmissores no cérebro. Mas controlar o açúcar no sangue também pode ajudar a manter o bom humor.

    Faça três refeições e um lanche entre o almoço e o jantar – bem como antes e depois de se exercitar para evitar sentir a irritabilidade associada à baixa de açúcar no sangue. Use lentilhas, carne vermelha, batata-doce e espinafre.

    E apesar de várias advertências sobre o risco de ganho de peso por comer em horas tardias da noite, um hidrato de carbono, tal como a aveia com um pouco de mel pode ser bom para as pessoas que têm problemas de sono. É mais provável acordar no meio da noite se o açúcar no sangue está baixo, e assim um lanche antes de dormir ajuda a ter um sono completo.

    Claro que abacates e aveia sozinhos não são a cura para a depressão. Mas em combinação com o tratamento, podem criar as condições fisiológicas adequadas para uma boa saúde mental.

    Os nutrientes são necessários para alimentar nosso cérebro. Se não recebemos os nutrientes através da dieta, então não temos os nutrientes para formular nossos neurotransmissores, nossos neuroquímicos, ou regular o açúcar no sangue ou hormonas. Os alimentos podem ter enorme impacto sobre a saúde mental das pessoas.

    Fonte: Quartz

  • ZERO-PARTNER-graphic-300x298
    14July

    ZERO risco de transmissão do VIH quando a carga viral está indetetável

    July 14, 2016
    0 Comment

    ZERO: zero transmissões de VIH em 58.000 vezes que os casais tiveram sexo sem preservativos no estudo PARTNER

    Entre setembro de 2010 e maio de 2014, o estudo PARTNER envolveu 1166 casais serodiscordantes em 75 centros clínicos de 14 países europeus. Os critérios de inclusão: o parceiro positivo tinha de ter uma carga viral indetetável e estar em tratamento antirretroviral assim como a não utilização regular de preservativos nas relações sexuais.

    Já conhecíamos os resultados prévios em estudos em casais exclusivamente heterossexuais e com utilização elevada de preservativos, agora o PARTNER inclui os resultados tanto de casais heterossexuais como gay e o estimado risco de transmissão na não utilização de preservativos.

    Os resultados do estudo PARTNER são simples de entender – zero transmissões em mais de 58.000 vezes individuais que as pessoas tiveram relações sexuais sem preservativo. O estudo também é notável pela complexidade da análise que foi necessária para provar que nenhum dos novos diagnósticos estavam associados a transmissões a partir de dentro do casal em estudo.

    Este estudo fornece uma forte estimativa de risco real de transmissão do VIH quando uma pessoa é VIH positiva e tem carga viral indetetável – e que esse risco é efetivamente zero.

    Nem a presença de outras infeções sexualmente transmissíveis nem prováveis alterações na carga viral entre os testes tiveram qualquer impacto na viabilização de transmissão.

    Os resultados fornecem um conjunto de dados para questionar se a transmissão com uma carga viral indetetável é realmente possível. Estes resultados devem ajudar a normalizar o VIH e a desafiar o estigma e a discriminação.

    Os resultados desafiam leis de criminalização do VIH em muitos países que continuam a prender centenas de pessoas com base em premissas de risco que estes resultados refutam.

    Fonte: i-base

     

Page 27 of 31« First«...1020...2526272829...»Last »
  • TEMAS

    • 1. Actividades
    • 2. VIH
    • 3. Tratamentos
    • 5. Afeções
    • 4. Prevenção
    • 6. Viver com o VIH
    • 7. Voz Própria
© 2016 SERES. Todos os direitos reservados
Actividades | VIH | Tratamentos | Afeções | Prevenção | Viver com VIH | Voz Própria