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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 10)
  • Reduzida qualidade de sono em PVV associado a um padrão semelhante a doença de Alzheimer

    July 30, 2021
    0 Comment

     

    Estudos anteriores demonstraram que uma reduzida qualidade de sono aumenta o risco de doença de Alzheimer (DA) e que as pessoas com DA apresentam tanto uma qualidade de sono reduzida como reduzidos níveis de fluido cerebrospinal beta amiloide 42 (CSF Aβ42) comparados com pessoas idosas/os saudáveis.

    O pequeno estudo incluiu 20 participantes virologicamente suprimidos, apenas 15% de mulheres, com média de idades de 63.7 anos.

    Concluiu-se que nesta amostra de pessoas idosas a viver com VIH que em média apresentavam uma reduzida qualidade de sono, esta estava associada a um reduzido CSF Aβ42, um padrão semelhante ao encontrado na DA.

    Referência:

    IAS 2021 July 18-22

    Ronald J. Ellis1, Ahmed Chenna1, Christos J. Petropoulos1, Yolanda Lie1, Dusica Curanovic1, John Winslow1, Erin Sundermann2, David J. Moore2,  Scott L. Letendre2

    1HIV Neurobehavioral Research Program, University of California, San Diego  2Monogram Biosciences, South San Francisco, CA

  • O VIH aumenta o risco de COVID-19, mas podem os ARV compensar esse risco?

    July 29, 2021
    0 Comment

     

    Ter o VIH positivo pode ser um factor de risco para resultados piores de COVID-19 (C-19) – mas é incerto até que ponto a terapia antirretroviral (ARV), a carga viral e a contagem de CD4 podem reduzir esse risco, porque muitos estudos não incluem estas variáveis.

    Dois vastos estudos apresentados na IAS 2021 oferecem conclusões contraditórias sobre o risco de resultados piores de C-19 entre as pessoas que vivem com o VIH (PVV). Mas nenhum deles avaliou a contagem de CD4 ou a toma de ARV:

    – o estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) incluiu 268 000 pessoas hospitalizadas com C-19, (de janeiro 2020 a abril de 2021) em 24 países, destas 15 000 vivem com o VIH. Concluiu-se que as PVV tendem a ser hospitalizadas com sintomas graves de C-19 e que apresentavam um risco 30% superior de morrer no hospital comparativamente às pessoas sem VIH. (Este estudo não considerou variáveis importantes como a contagem dos CD4 ou se estavam em tratamento ARV, nesta última variável apenas se conhecia este dado em 40% das PVV). O estudo revelou factores de risco entre as PVV: ser homem, ter mais de 65 anos, ter comorbidades como diabetes ou hipertensão aumentavam o risco de morte por C-19.

    – um estudo realizado nos EUA contradiz o estudo da OMS ao referir que poucas são as diferenças entre pessoas com e sem VIH relativamente ao C-19. Este estudo considerou 21 000 hospitalizações em 127 hospitais, destas 221 PVV hospitalizadas com C-19. Considerou-se a massa corporal, fumar, doença renal crónica e doença pulmonar. Mas tal como o estudo da OMS não considerou o tratamento ARV ou os CD4.

    Outros pequenos estudos consideram a carga viral, a contagem CD4 e o tratamento ARV nas sua análise de risco de maior gravidade de C-19 para PVV.

    – um estudo de Espanha considerou os dados clínicos de 749 pessoas coinfetadas com VIH e C-19, de 16 hospitais da Catalunha. Concluiu que o risco de gravidade por C-19 aumentava com as comorbidades (por ex.: doença hepática crónica, hipertensão, doença renal crónica, diabetes, doença metabólica e doenças respiratórias) assim como com a idade (as pessoas com mais idade apresentavam piores resultados). Piores resultados também estavam associados às pessoas com carga viral detetável, independentemente de a contagem de CD4 ser superior ou inferior a 200 células/mm3.

    – um estudo na Colômbia concluiu que os ARV reduziam significativamente o risco de morte por C-19 e ajudavam na recuperação. Nesta amostra 1.7% das pessoas em ARV morreram, comparativamente a 27% que não se encontravam em terapia ARV. Este estudo também não considerou a contagem de CD4 ou a carga viral.

     

    Referências:

    https://theprogramme.ias2021.org/Abstract/Abstract/2498

    https://theprogramme.ias2021.org/Abstract/Abstract/2377

    https://theprogramme.ias2021.org/Abstract/Abstract/1099

    https://conference.ias2021.org/media-209-mortality-covid-19-in-people-living-with-hiv-in-a-private-insurance-carrier-in-colombia

  • é essencial iniciar o tratamento ARV o mais cedo possível, de acordo com estudo

    July 26, 2021
    0 Comment

    IAS, 2021

    • As pessoas que iniciam o tratamento antirretroviral precocemente, antes de existirem danos extensos no sistema imunitário, apresentam um reservatório viral menor. O que pode melhorar as perspetivas de uma cura funcional.
    • Logo após a infeção inicial, o VIH cria reservatórios, e os antirretrovirais podem controlar a sua replicação viral, mas não os eliminam. Assim quando a terapia antirretroviral é interrompida, o vírus pode voltar a replicar-se. E esta é a principal barreira para a cura do VIH.
    • A pesquisa START demonstrou que as pessoas que iniciam o tratamento com uma contagem de CD4 acima das 500 células/mm3 apresentam um risco significativamente menor de doença e morte comparativamente àqueles e àquelas com menos de 350 células/mm3.
    • As pessoas que mantêm a contagem de CD4 ≥800 células/mm3 antes da iniciação do tratamento antirretroviral estão dotadas de uma maior capacidade de eliminar células latentes infetadas e podem-se constituir como um subgrupo que pode potencialmente beneficiar de estudos para a cura.

    Referência:

    Hudson F et al. (Wright E presenting) Lower HIV reservoir size in individuals who maintain higher CD4+ T cells counts prior to antiretroviral therapy initiation: the Strategic Timing of Antiretroviral Treatment (START) HIV reservoir study. 11th IAS Conference on HIV Science, abstract PEBLB13, 2021.

  • Covid-19 é especialmente perigoso para as pessoas com VIH

    July 23, 2021
    0 Comment

     

    VIH aumenta as possibilidades de morrer com Covid-19 (C-19) em pelo menos 30 por cento, de acordo com pesquisa.

    O estudo analisou mais de 15 000 casos em 24 países (95% dos quais na África subsariana).

    As pessoas a viver com o VIH tendem a ficar gravemente doentes com C-19, e a morrer se hospitalizadas comparativamente a outras pessoas sem VIH. Cerca de metade dos homens com mais de 65 anos e com VIH que são hospitalizados por C-19, pode morrer de Covid-19.

    Este estudo sugere que as pessoas com VIH devem ter prioridade na vacinação a par com outros adultos com frágil sistema imunitário.

    Este estudo é especialmente importante para os países com elevado número de infeções por VIH e que agora têm de lidar com a variante Delta e escassez de vacinas. A África subsariana alberga dois terços dos casos de VIH no mundo.

    A pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS) analisou dados de 268 412 pessoas hospitalizadas por C-19 de 37 países de janeiro de 2020 a abril de 2021.

    Nesse grupo 15 522 pessoas com VIH de 24 países, com idade média de 45.5 anos, 37% homens, 92% em tratamento antirretroviral. Apresentavam também outras doenças como hipertensão, diabetes e obesidade.

    Mais de um terço das pessoas com VIH encontrava-se gravemente doente com C-19 na altura de admissão, e cerca de um em quatro morreu no hospital devido ao C-19. O risco de morte nos com mais de 65 anos era ainda mais elevado.

    Dos 100 países com dados, 40 consideravam as pessoas com VIH uma prioridade para a vacinação por C-19, de acordo com a OMS.

    Fonte NYTimes

     

  • Estudo espanhol: carga viral não suprimida associada a piores resultados de Covid-19 entre as pessoas com VIH

    July 22, 2021
    0 Comment

    IAS 2021, 18-22 Julho

    O estudo incluiu 13 142 pessoas a viver com o VIH (PVV) com mais de 16 anos, de 16 hospitais catalães, Espanha. 749 (5.7%) foram diagnosticadas com SARS-CoV-2, com as seguintes características:

    • 618 PVV (82.5%) eram homens com a média de idade de 43.5 anos
    • 103 (13.8%) foram hospitalizadas
    • 7 (0.9%) admitidas na UCI
    • 13 (1.7%) morreram.

    Comorbidades crónicas – neuropsiquiátricas, doenças autoimunes, doenças respiratórias e metabólicas – associadas a um risco mais elevado de resultados mais graves.

    Conclusão:

    • O diagnóstico SARS-CoV-2 em PVV era mais frequente: entre migrantes, aqueles com ≥4 comorbidades, HSH e menos frequente em pessoas que injectam drogas.
    • Entre as pessoas co-infectadas aquelas com carga viral detetável, baixa contagem de CD4, mais idade, comorbidades crónicas, e migrantes apresentavam um risco mais elevado de resultados mais graves.
    • De salientar, que a baixa contagem de CD4 era um factor de risco para SARS-CoV-2 mais grave apenas entre pessoas com carga viral detetável.

    Referência
    1. Nomah DK, Reyes-Urueña J, Yesika Díaz Y, et al. Unsuppressed plasma HIV-RNA viral load is associated with worse COVID-19 outcomes among people living with HIV. IAS 2021, 11th IAS Conference on HIV Science, July 18-21, 2021. Abstract OALB0301.

  • Uma maior comorbidade e polifarmácia em mulheres e jovens a viver com o VIH

    July 21, 2021
    0 Comment

    IAS 2021, 11th IAS Conference on HIV Science, 18-21 julho, 2021

    Neste estudo, as mulheres com VIH apresentaram taxas mais elevadas de multimorbidade comparativamente aos homens com VIH e também de polifarmácia, mas a diferença não foi tão significativa quanto para multimorbidade (81,5% vs 75,0%). As mulheres com VIH tiveram taxas mais elevadas de várias comorbidades comparativamente aos homens com VIH, mas geralmente nunca taxas mais reduzidas:

    • diabetes tipo 2 21% vs 12,1%,
    • doença renal 18% vs 12,5%,
    • hipertensão 44,6% vs 31,2%,
    • distúrbio gastrointestinal 17,9% vs 11,3%,
    • neuropsiquiátrico 29% vs 24,4%.

     

    Homens e mulheres com VIH apresentaram cerca do dobro da taxa de abuso de substâncias em comparação com as pessoas VIH negativas.

    Homens e mulheres VIH + apresentavam taxas mais elevadas de comorbidades neuropsiquiátricas comparativamente às pessoas VIH-, mas as mulheres VIH + apresentavam uma taxa muito mais elevada do que mulheres VIH-.

    Homens VIH+ tinham taxas de polifarmácia muito mais altas do que homens VIH-.

    Os afro-americanos apresentavam taxas mais elevadas de multimorbidades, hipertensão, doença renal crônica, doença hepática e cancro.

     

    A polifarmácia é significativamente mais frequente nas pessoas com VIH, 76% vs 61%. Estas diferenças são mais pronunciadas nas idades mais jovens, mas estatisticamente significativas em qualquer idade.

    — 18-39  anos: 56.6% VIH vs 31.0% sem VIH
    — 40-49 anos: 70.5% VIH vs 50.3% sem VIH
    — 50-59 anos: 79.5% VIH vs 65.8% sem VIH
    — 60-69 anos: 87.6% VIH vs 78.6% sem VIH
    — 70+: 92.4% VIH vs 85.5% sem VIH

    As mulheres apresentavam uma taxa mais elevada de multimorbidade em relação aos homens independentemente do estado VIH.

    — Mulheres: 59.4% VIH vs 52.9% sem VIH
    — Homens: 48.5% VIH vs 39.3% sem VIH

    As pessoas com VIH positivo apresentam uma taxa mais elevada, comparativamente aos seus pares VIH negativos de hipertensão, hiperlipidemia, condições neuropsiquiátricas, doença renal crónica, abuso de substâncias, distúrbios gastrointestinais, cancro e doença hepática. A doença cardiovascular foi significativamente mais frequente com o VIH apenas na faixa etária mais jovem (18-39, 3,2% vs 1,2%). Para todas as faixas etárias com mais idade, as doenças cardiovasculares eram apenas marginalmente mais frequentes com o VIH.

     

    Em:

    1. Paudel M, Prajapati G, Buysman E, et al. Higher comorbidity and comedication burden in women and young people living with HIV. IAS 2021, 11th IAS Conference on HIV Science, July 18-21, 2021. Abstract OAA0104.

  • A OMS alerta que a infecção por VIH aumenta o risco de COVID-19 grave e crítico

    July 16, 2021
    0 Comment

     

     

    Um novo relatório da OMS confirma que a infecção por VIH é um fator de risco independente significativo para a existência de COVID-19 grave / crítico na admissão hospitalar e mortalidade hospitalar. No geral, quase um quarto (23,1%) de todas as pessoas a viver com VIH que foram hospitalizadas com COVID-19 morreram.

    O relatório baseia-se em dados de vigilância clínica de 37 países em relação ao risco de resultados piores de COVID-19 em pessoas que vivem com VIH (PVV) internadas em hospitais devido ao COVID-19. Descobriu-se que o risco de desenvolver COVID-19 grave ou fatal era 30% superior em PVV em comparação com pessoas sem infecção por VIH. Condições subjacentes, como diabetes e hipertensão, são comuns entre PVV. Entre as PVV do sexo masculino com idade superior a 65 anos, a diabetes e a hipertensão foram associadas a um risco superior de COVID-19 mais grave e fatal. Essas condições são conhecidas por colocar as pessoas em maior risco de doenças graves e morte.

    O que salienta a necessidade das PVV permanecerem o mais saudáveis possível, terem acesso e tomar regularmente os seus medicamentos ARV e prevenir e controlar as condições subjacentes. Isso também significa que as pessoas que vivem com VIH – independentemente de seu estado imunológico – devem ser priorizadas para vacinação na maioria dos locais. Uma pesquisa informal da OMS revelou que de 100 países com informações, 40 países priorizaram as PVV para a vacinação COVID-19.

    No final desta semana, a OMS também publicará Diretrizes atualizadas sobre prevenção, teste, tratamento, prestação de serviços e monitorização do VIH. Essas diretrizes fornecem mais de 200 recomendações baseadas em evidências e declarações de boas práticas para uma resposta de saúde pública à prevenção, teste e tratamento de pessoas que vivem com VIH. Essas recomendações ajudam a garantir que as pessoas com VIH possam iniciar e continuar o tratamento durante períodos de interrupção do serviço como consequência da pandemia de COVID-19.

    Encontre a noticia aqui.

  • Antirretrovirais e alterações de peso

    July 15, 2021
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    As pessoas que vivem com VIH (PVV) que metabolizam o efavirenz mais rapidamente parecem ganhar menos peso ao longo do tempo do que aqueles/as que o metabolizam lentamente.

    Encontre o estudo aqui.

     

     

    Estudo, realizado na Africa do Sul, em 1.000 pessoas a viver com o VIH, investigou os efeitos secundários a longo prazo de antirretrovirais (ARV) mais recentes prescritos como tratamento inicial. E observou elevadas taxas de obesidade, sobretudo entre as mulheres.

    • 28% das mulheres a tomar a combinação de ARV, Tenofovir alafenamide fumerate (TAF), emitricitabina (FTC) e dolutegravir (DTG) tornaram-se obesas.
    • 18% das mulheres a tomar Tenofovir disproxil fumerate (TDF), FTC e DTG tornaram-se obesas.
    • 12% das mulheres a tomar TDF, FTC e efavirenz (EFV) tornaram-se obesas.
    • As mulheres não eram obesas no início do estudo.

     

    Encontre a notícia sobre este estudo aqui:

    Weight gain worries for newer HIV treatment regimens

     

  • O efeito da TARV no VPH e cancro cervical

    July 14, 2021
    0 Comment

     

    Este estudo resultou da revisão sistemática e uma meta-análise.

    • Foram identificados 31 estudos que associavam a terapia antirretroviral (TARV) com a prevalência de vírus do papiloma humano (VPH) em 6 537 mulheres a viver com o VIH (MVV), e 9 288 MVV com alto grau de lesões cervicais.
    • As mulheres a viver com VIH em TARV apresentavam menor prevalência de elevado risco de VPH comparativamente às que não se encontravam em TARV.
    • Em 17 estudos existia uma associação entre TARV e resultados longitudinais de lesões cervicais. A TARV estava associada com um menor risco de incidência de neoplasias cervical intraepitelial (CIN) e de  Lesão escamosa intraepitelial de alto grau (HSIL) em 1 830 mulheres a viver com o VIH.
    • A progressão de lesão escamosas intraepitelial em 6 212 mulheres a viver com o VIH.
    • E a regressão de neoplasia cervical intraepitelial em 5 261 mulheres a viver com o VIH.
    • Em três estudos, com 15 846 mulheres a viver com o VIH, a TARV foi associada a uma redução de incidência do cancro cervical invasivo.
    • A iniciação precoce da TARV e a sua devida adesão provavelmente reduz a incidência e progressão da neoplasia cervical intraepitelial e da lesão escamosas intraepitelial.

     

    Encontre o estudo aqui.

     

     

  • O número de pessoas muito experientes no tratamento aumentou na Europa

    July 14, 2021
    0 Comment

    Cerca de 10% das pessoas que vivem com VIH (PVV) na Europa são consideradas altamente experientes no tratamento antirretroviral (AET), um número que cresce ano após ano. Mas, isso não significa resultados clínicos piores.

    AET era definido como tendo o vírus resistente a diferentes classes de antirretrovirais, ter mudado de regime antirretroviral (ARV) ≥ 4 vezes, ou ter ≤ 2 classes de ARV ainda.

    Dos 15 570 indivíduos em seguimento de 2010-2016, 10% eram classificados como AET. Este número era mais elevado na Europa Central e Leste e menor na Europa Ocidental. Quase todas as pessoas AET mantinham a carga viral controlada, muitas apresentavam uma baixa contagem de CD4 (≤350 células/µL). Ser AET não estava associado a risco de SIDA ou mais eventos clínicos não-SIDA.

    As PVV com poucas opções de tratamento podem controlar com sucesso o vírus com novos antirretrovirais, mas as estratégias de tratamento não são sempre individualmente optimizadas. Apesar dos novos tratamentos ajudarem as pessoas AET a controlar o seu virus, é provável que as resistências eventualmente se desenvolvam, requerendo novas medicações para controlar o VIH.

     

    Encontre o estudo aqui.

     

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