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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 23)
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    28July

    Situação e sintomas da menopausa em mulheres que vivem com HIV no Reino Unido: resultados do estudo PRIME

    July 28, 2017
    0 Comment

    O estudo consistiu na análise de dados de 400 participantes no estudo PRIME, uma amostra de mulheres a viver com VIH com idades entre os 45-60 anos. A situação de menopausa foi baseada no autorrelato do padrão menstrual e considera: situação Pós-menopausa (PostMP) com ultimo período menstrual há mais de 12 meses; Peri-menopausa (periMP) ou seja menos de 12 meses com irregularidade menstrual.
    O estudo realizado apresentou os seguintes resultados:

    – A idade média da população observada foi de 49 anos.

    – A maioria era negra-africana (n = 282, 72,5%), com baixas taxas de tabagismo (n = 35,9,1%) e consumo de drogas (N = 9, 2,4%).

    – Quase todas as mulheres (n = 381, 97,4%) estavam em terapia antirretroviral;

    – Uma minoria tinha uma contagem de CD4 <200 células / mm3 (n = 37, 11,4%) ou carga viral detetável (n = 46, 12,6%).

    – A maioria era PeriMP (n = 186, 46,5%) ou PostMP (n = 140, 35,0%); e um quinto pré-menopausa (PreMP, n = 74).

    – As mulheres relataram altos níveis de sintomas somáticos (n = 349, 88,6%), psicológicos (n = 305, 77,8%) e urogenitais (n = 259, 67,6%).

    – Os sintomas mais frequentemente relatados foram o esgotamento físico e mental (63,9%), problemas musculares e articulares (66,3%), distúrbios do sono (63,1%) e afrontamentos (63,0%).

    – As mulheres de PeriMP e PostMP relataram sintomas com mais frequência do que as mulheres PreMP (p <0,005).

    – Menos da metade (n = 101, 47,9%) das mulheres de PeriMP e PostMP com sintomas vasomotores tinham ouvido falar de terapia de reposição hormonal (HRT), com menos de 10% utilizando HRT (n = 13).

    – Menos de 5% das pessoas com sintomas urogenitais relataram uso de estrogénios tópicos (n = 8, 3,9%).

    – Mais da metade de todos os participantes (n = 195, 52,0%) declararam não terem recebido informações suficientes sobre a menopausa
    Conclusões: Este é o maior estudo, até à data, sobre sintomatologia da menopausa nas mulheres que vivem com VIH no Reino Unido. Observaram-se altos níveis de sintomas somáticos, psicológicos e urogenitais. As mulheres PeriMP e PostMP apresentaram sintomas em todos os domínios. Apesar dos altos níveis de sintomas somáticos e urogenitais, poucas mulheres estavam a usar tratamento hormonal, e havia evidências de necessidade informacional significativa. Sugerimos o desenvolvimento de serviços para apoiar as mulheres que vivem com VIH através da menopausa.

    Encontre o poster aqui (clicar).

  • road to 90 portugal
    27July

    o caminho para 90-90-90 e o tratamento em Portugal (IAS 2017)

    July 27, 2017
    0 Comment

    Os dados são relativos a 2014. Encontre o poster aqui (clicar).

  • ias 2017
    27July

    Conferência IAS – a saúde das Mulheres e VIH

    July 27, 2017
    0 Comment

    Esta sessão abre um debate em torno da evidência e das melhores práticas relacionadas ao apoio e capacitação das mulheres ao longo do seu ciclo de vida – desde a infância até a idade adulta. Ao examinar os desafios únicos para as mulheres (gravidez, transição para a adolescência, co-infecção pelo VPH e menopausa), esta sessão reúne uma grande variedade de evidências e melhores práticas para o debate sobre como esses desafios podem ser abordados de forma holística. Esta sessão também observa especificamente como as mulheres podem ser mais envolvidas no projeto e na execução de estudos que buscam abordar esses tópicos.

    Encontre o video aqui (clicar).

    Encontre a sessão na conferência aqui (clicar).

  • Mortes devido à SIDA desceram mas resistência aos tratamentos está a aumentar

    July 20, 2017
    0 Comment

    Noticia integral da RTP Noticias:

    “Desde 2016, morreu um milhão de pessoas de causas ligadas à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, SIDA. É quase metade do pico de mortes atingido em 2005, afirma um relatório da ONU publicado esta quinta-feira. O texto afirma que “o equilíbrio pende por fim” para o lado bom da luta contra a epidemia. Contudo, é demasiado cedo para cantar vitória, adverte a Organização Mundial de Saúde.”

    Ver resto da notícia em: RTP Notícias

  • stophiv
    10July

    Tailândia – PrEP previne a transmissão do VIH mãe para bebé

    July 10, 2017
    0 Comment

    O Centro de Pesquisa em SIDA (AIDS Research Center) e a Cruz Vermelha Tailandesa (Thai Red Cross Society) divulgaram que a PrEP (profilaxia pré-exposição) ajudou a prevenir com sucesso a transmissão do VIH da mãe para a/o bebé.

    Neste programa, mulheres infetadas com VIH, com uma gravidez de mais de 32 semanas tomaram PrEP, um conjunto de 4 tipos de antirretrovirais, durante a experiência. As 43 mulheres VIH positivas, que participaram, ‘deram à luz’ bebés saudáveis e livres de VIH.

    Fonte: Pattayamail

    imagem: Sri Lanka Mirror

  • um mundo sem estigma fb
    24June

    ser mulher e viver com VIH, em Portugal, soma

    June 24, 2017
    0 Comment

    Uma onda de neo-conservadorismo, de crenças arraigadas no racismo, xenofobismo, sexismo, assola o mundo. Em Portugal, recentemente falou-se do sexismo na política. E choca-me que pessoas que trabalham para melhorar a nossa sociedade sejam continuamente alvo de preconceito e sexismo. Ao olhar para o meu exemplo de mulher que vive com o VIH, abertamente, há quase 30 anos, diria que em Portugal não grassa apenas o sexismo, mas também o preconceito, a estigmatização, a ignorância, a má educação (ou a falta dela no que concerne a educação, respeito e sensibilidade comunitária e sentido de alteridade).

    Numa altura em que o rosto do VIH se alterou esperamos que as atitudes tenham mudado. Não. Vivemos tempos onde o preconceito, o sexismo, o racismo, a ignorância, o conservadorismo, está exacerbado. Conto-vos a minha história porque é representativa dessa prática corrente que grassa Portugal (e não só), porque a minha história recheada de preconceitos, estigma, sexismo não é única. Infelizmente a grande maioria das mulheres que vive com VIH lida, numa altura ou outra, com o preconceito e o estigma.

    No decorrer da minha vida, como mulher que vive com VIH, fui alvo de preconceito, sexismo, por vizinhxs que passavam por mim na escada e chamavam de tudo (nome de animais são um exemplo), que me riscavam o carro, furavam os seus pneus. Cansativo, frustrante sobretudo porque ninguém nos protege. Felizmente mudei de casa. Mas, e quem não tem a possibilidade de mudar?

    No decorrer da minha atividade, e como presidente de uma associação de e para mulheres que vivem com o VIH, fui constantemente questionada do objeto da associação. Mulheres? Porquê só mulheres? E se a dúvida pode ser um pouco legítima em algumas pessoas por desconhecimento, é estranho que profissionais de saúde a coloquem. A diferença entre homens e mulheres é visível, e no que concerne ao VIH também bem documentada.

    Recentemente, numa conferência internacional sobre VIH, onde estive com outrxs representantes portugueses, uma dessas representantes mandou-me calar várias vezes. Não porque estivesse a dizer algo de errado, mas apenas porque ‘estava cansada de ouvir a minha voz’.

    E quem me disse para me calar não vive com a doença. Trabalha sim para as pessoas que vivem com o VIH. Lamento que existam pessoas para quem eu e xs minhas/meus pares não passam de meios para pagar as suas hipotecas, as rendas, etc. Lamento que nos vejam como pessoas inferiores, que merecem a pena e os seus cuidados. Mas sobretudo lamento que nos silenciem. Mais, se tal se verificou comigo, certamente se propaga no desempenho da sua atividade. Uma atividade contrária aos direitos humanos, que desempodera, silencia as pessoas que infelizmente não têm forma de falar mais alto. E, é particularmente assustador que estejam envolvidas na resposta ao VIH.

    Infelizmente o que aconteceu comigo, ser silenciada, desempoderada, acontece com outras pessoas que vivem com o VIH. Sistematicamente. E por isso relembro a importância do GIPA/MIPA (Meaningful Involvement of People Living with HIV/AIDS), da significativa participação e envolvimento das pessoas que vivem com VIH na resposta ao VIH. E que nada sobre nós faz sentido sem nós.

     

  • getty_rm_photo_of_cigarette_smoke
    11June

    o impacto de fumar nas pessoas com VIH

    June 11, 2017
    0 Comment

    Estudo de projeção matemática realizado nos Estados Unidos da América (EUA) reflete o impacto do fumar nos anos vida em pessoas VIH positivas.
    O tabagismo continua a ser a principal causa evitável de morte e embora fumar reduza a vida em até 10 anos, alguns desses anos perdidos podem ser recuperados se as pessoas deixaram de fumar.

    Em Portugal, estima-se que o consumo de tabaco seja responsável por 1 em cada 10 mortes verificadas na população adulta e por cerca de 1 em cada 4 mortes verificadas na população dos 45 aos 59 anos. O consumo de tabaco atinge cerca de 20 a 26% da população, com predomínio de três homens e meio para cada mulher. (WHO/OMS, 2012).

    Nos EUA 42% das pessoas adultas VIH positivas fumam, em comparação com 20% das pessoas VIH negativas. Outros 20% dos adultos a viver com VIH são ex-fumadores, indicando que uma proporção considerável de pessoas com VIH positivas deixa de fumar.
    Em comparação com as pessoas VIH positivas com 40 anos de idade que nunca fumaram, aquelas que fumam poderiam perder mais de 6 anos de vida devido ao tabagismo. A análise estatística que forneceu essa estimativa também descobriu que as pessoas a viver com VIH com 40 anos de idade que parem de fumar quando começam o tratamento ao VIH, podem salvar 5 ou 6 anos de vida. As pessoas VIH positivas fumadoras com 50 ou 60 anos de idade também ganham anos de vida se deixarem de fumar.

    Uma mulher que iniciou o tratamento do VIH aos 40 anos e não deixou de fumar poderia esperar viver até à idade de 68,1. Mas se essa mulher deixasse de fumar quando começou o tratamento ao VIH poderia esperar viver até aos 72,7 (4,6 anos mais do que se não parasse de fumar). E se ela nunca fumasse, poderia esperar viver até aos 74,4 (6,3 anos mais do que uma fumadora que não abandonou o fumo).

    Um homem VIH-negativo de 40 anos perde 10,7 anos de vida com o tabagismo, enquanto uma mulher VIH negativa perde 10,6 anos devido ao tabagismo.

    Uma mulher VIH-positiva de 40 anos que fuma perde 10,7 anos de vida com o tabagismo, enquanto uma mulher VIH negativa perde 10,6 anos devido ao tabagismo.

    Mulheres VIH-positivas de 40 anos de idade que fumam perdem 6,3 anos de vida por fumarem e 8,3 anos devido ao VIH.

    O modelo faz previsões diferentes para homens e mulheres de 40 anos com perfeita aderência ao tratamento antirretroviral: os homens neste grupo poderiam esperar perder 8,6 anos por fumar, mas apenas 3,5 anos devido ao VIH. E as mulheres poderiam esperar perder 8,2 anos por fumarem, mas apenas 4,3 anos devido ao VIH. Em outras palavras, as pessoas seropositivas ao VIH que tomam seus antirretrovirais a tempo e comparecem a todas as consultas médicas são menos propensas a morrer do VIH e o tabagismo tem um impacto muito maior em sua esperança de vida do que o próprio VIH. O estudo confirma estudos anteriores que referiam que na Europa e EUA se estimava que as pessoas com VIH perdiam mais anos de vida por fumarem do que devido ao VIH.

     

    Fonte: The Center for AIDS Information & Advocacy

    imagem: WebMD

     

  • cartaz_aids
    08June

    podem casais serodiscordantes conceber de forma regular?

    June 08, 2017
    0 Comment

    Os avanços biomédicos permitem atualmente conceber naturalmente?  Os seguintes estudos, já referidos anteriormente, reforçam a opinião de que sim:

    • Estudo HPTN 052: transmissão zero por parte da/o parceiro infetado com VIH mas com carga viral suprimida.
    • Estudo PARTNERS: Zero transmissão da/o parceiro infetada/o quando carga viral indetectável, isto quando os casais praticavam sexo sem preservativos (de outra forma não poderiam fazer parte do estudo).
    • Estudos PrEP: entre participantes aderentes, > 90% eficácia apesar de comportamento de risco elevado ou comunidade de alto risco.
  • Depressed-little-girl
    03June

    mulheres mais afetadas pela depressão

    June 03, 2017
    0 Comment

    Uma análise, baseada em estudos existentes, que demorou 2 anos, envolveu 3.5 milhões de pessoas e mais de 90 países, confirmou que a depressão afeta mais as mulheres que os homens.

    A puberdade, que ocorre nas meninas aos 12 anos, pode explicar esta ocorrência. ‘As alterações hormonais podem ter algo a ver com isto, mas também é verdade que o ambiente social se altera para as meninas nesta idade.  À medida que entram na puberdade, as meninas, têm de lidar com mais assédio sexual, mas não se sabe qual destes factores é responsável.’

    Cientistas também observaram as relações entre depressão e igualdade de género no rendimento. Surpreendentemente, as nações com maior equidade de género tiveram maiores diferenças de género – ou seja as mulheres foram diagnosticadas desproporcionalmente com depressão major. “Isso era algo oposto ao esperado”, diz Hyde. “Pode ocorrer porque, nas nações mais equitativas de género, as mulheres têm mais contato com os homens e, portanto, se comparam aos homens, que não expressam sentimentos de depressão porque não se encaixam no papel masculino”.
    A taxa de depressão é quase duas vezes mais elevada entre as mulheres comparativamente aos homens.

     

    Encontre o artigo original aqui.

    Foto: Daily Mirror

  • Capture
    02June

    Viver com o VIH em Portugal – questionário

    June 02, 2017
    0 Comment

    Viver com o VIH em Portugal: Estudo dos processos psicológicos no bem-estar individual

    A infeção VIH é uma transição de vida significativa para uma pessoa, configurando-se como experiência com profundo impacto psicológico. As pessoas confrontadas com o VIH podem ter de enfrentar desafios significativos, que, por sua vez, podem ter implicações no bem-estar individual, incluindo na própria saúde mental.

    Como tem sido para si viver com o VIH?

    Encontre o questionário aqui:https://apps.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/267878/lang-ptObrigado por ter clicado no link para responder a este questionário!

     

    Quais são os objetivos do estudo? – Compreender e avaliar o impacto psicológico da infeção VIH em homens e mulheres portuguesas VIH-positivos(as), e identificar os processos psicológicos que facilitam ou inibem a adaptação individual à experiência de viver com o VIH.

    Quem pode participar? – Homens e mulheresVIH-positivos(as), com idade igual ou superior a 18 anos.

    Como participar? – A sua participação é voluntária. Apenas será necessário responder a este breve inquérito online, composto por um conjunto de questões simples e de resposta rápida, mas íntimas, sobre diferentes áreas da sua vida (individual, relacional/sexual, social). Não existem respostas certas nem erradas. A participação neste estudo não inclui quaisquer riscos para si, para além do incómodo que possa constituir o preenchimento da bateria de avaliação. A sua participação não tem quaisquer implicações (não prejudica) o seu acompanhamento clínico habitual.

    Como funciona?

    1. Para começar a responder ao questionário, clique em “Seguinte”;
    2. Se começar a preencher o questionário e decidir retomá-lo numa outra altura, poderá clicar em “Continuar mais tarde”. Nessa altura, o seu questionário será gravado e ser-lhe-ão fornecidos dados para poder aceder ao questionário mais tarde (clicando na opção “Load unfinished survey”). No entanto, é muito importante completar o preenchimento do questionário para que as suas respostas sejam válidas;
    3. Pode, em qualquer momento, e por qualquer motivo, desistir de colaborar neste estudo, encerrando, para isso, a janela.

    Como é garantida a confidencialidade? – As suas respostas serão estritamente confidenciais e anónimas. Os dados recolhidos serão utilizados apenas para fins de investigação, tendo apenas valor coletivo. Em qualquer momento e por qualquer motivo (inclusive se sentir a sua privacidade invadida) pode desistir de colaborar neste projeto, sem que tal afete o seu tratamento e os cuidados que lhe são prestados.

    Quem está a realizar este estudo? – Este estudo está a ser realizado por uma equipa de investigadores do Grupo de Investigação “Relações, Desenvolvimento & Saúde” do Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC), da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. O estudo conta com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (SFRH/BD/100117/2014) e enquadra-se no âmbito de um projeto de investigação financiado pelo programa Investigador FCT (IF/00402/2014).

    Equipa de investigação:

    • Alexandra Martins (FPCE-UC)
    • Maria Cristina Canavarro (FPCE-UC)
    • Marco Pereira (FPCE-UC)

     

    Onde serão divulgados os resultados do estudo? – Após a conclusão deste estudo, os principais resultados e informação adicional sobre este projeto serão divulgados em: www.fpce.uc.pt/saude/

    As suas respostas serão um importante contributo com repercussões clínicas, científicas e sociais. Desde já, os investigadores responsáveis agradecem a sua disponibilidade e colaboração!

    Se tem questões adicionais acerca desta investigação, por favor, contacte os investigadores responsáveis:

    Alexandra Martins | Marco Pereira
    Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
    Rua do Colégio Novo
    3000-115 Coimbra

     

    Telefone: 239 851450  /  Fax: 239 851465
    E-mail: alexandrafrsmartins@gmail.com | marcopereira@fpce.uc.pt
    Encontre o questionário aqui.
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