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Category : Notícias

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    02June

    Viver com o VIH em Portugal – questionário

    June 02, 2017
    0 Comment

    Viver com o VIH em Portugal: Estudo dos processos psicológicos no bem-estar individual

    A infeção VIH é uma transição de vida significativa para uma pessoa, configurando-se como experiência com profundo impacto psicológico. As pessoas confrontadas com o VIH podem ter de enfrentar desafios significativos, que, por sua vez, podem ter implicações no bem-estar individual, incluindo na própria saúde mental.

    Como tem sido para si viver com o VIH?

    Encontre o questionário aqui:https://apps.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/267878/lang-ptObrigado por ter clicado no link para responder a este questionário!

     

    Quais são os objetivos do estudo? – Compreender e avaliar o impacto psicológico da infeção VIH em homens e mulheres portuguesas VIH-positivos(as), e identificar os processos psicológicos que facilitam ou inibem a adaptação individual à experiência de viver com o VIH.

    Quem pode participar? – Homens e mulheresVIH-positivos(as), com idade igual ou superior a 18 anos.

    Como participar? – A sua participação é voluntária. Apenas será necessário responder a este breve inquérito online, composto por um conjunto de questões simples e de resposta rápida, mas íntimas, sobre diferentes áreas da sua vida (individual, relacional/sexual, social). Não existem respostas certas nem erradas. A participação neste estudo não inclui quaisquer riscos para si, para além do incómodo que possa constituir o preenchimento da bateria de avaliação. A sua participação não tem quaisquer implicações (não prejudica) o seu acompanhamento clínico habitual.

    Como funciona?

    1. Para começar a responder ao questionário, clique em “Seguinte”;
    2. Se começar a preencher o questionário e decidir retomá-lo numa outra altura, poderá clicar em “Continuar mais tarde”. Nessa altura, o seu questionário será gravado e ser-lhe-ão fornecidos dados para poder aceder ao questionário mais tarde (clicando na opção “Load unfinished survey”). No entanto, é muito importante completar o preenchimento do questionário para que as suas respostas sejam válidas;
    3. Pode, em qualquer momento, e por qualquer motivo, desistir de colaborar neste estudo, encerrando, para isso, a janela.

    Como é garantida a confidencialidade? – As suas respostas serão estritamente confidenciais e anónimas. Os dados recolhidos serão utilizados apenas para fins de investigação, tendo apenas valor coletivo. Em qualquer momento e por qualquer motivo (inclusive se sentir a sua privacidade invadida) pode desistir de colaborar neste projeto, sem que tal afete o seu tratamento e os cuidados que lhe são prestados.

    Quem está a realizar este estudo? – Este estudo está a ser realizado por uma equipa de investigadores do Grupo de Investigação “Relações, Desenvolvimento & Saúde” do Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC), da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. O estudo conta com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (SFRH/BD/100117/2014) e enquadra-se no âmbito de um projeto de investigação financiado pelo programa Investigador FCT (IF/00402/2014).

    Equipa de investigação:

    • Alexandra Martins (FPCE-UC)
    • Maria Cristina Canavarro (FPCE-UC)
    • Marco Pereira (FPCE-UC)

     

    Onde serão divulgados os resultados do estudo? – Após a conclusão deste estudo, os principais resultados e informação adicional sobre este projeto serão divulgados em: www.fpce.uc.pt/saude/

    As suas respostas serão um importante contributo com repercussões clínicas, científicas e sociais. Desde já, os investigadores responsáveis agradecem a sua disponibilidade e colaboração!

    Se tem questões adicionais acerca desta investigação, por favor, contacte os investigadores responsáveis:

    Alexandra Martins | Marco Pereira
    Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
    Rua do Colégio Novo
    3000-115 Coimbra

     

    Telefone: 239 851450  /  Fax: 239 851465
    E-mail: alexandrafrsmartins@gmail.com | marcopereira@fpce.uc.pt
    Encontre o questionário aqui.
  • maos
    01June

    as mulheres com VIH vivem menos tempo saudáveis

    June 01, 2017
    0 Comment

    Estudo realizado no Canadá procurou compreender se as pessoas que vivem com VIH (PVVIH) em terapia antirretroviral altamente ativa (TAR), desde sempre, seguem o padrão onde a morbidade é relegada para os últimos anos de vida ou diminuída à medida que as pessoas envelhecem. Pretendeu-se estimar a expectativa de vida ajustada à saúde (HALE) entre adultos que vivem com e sem VIH e observou-se a dependência entre as causas das comorbidades.

     

    O estudo (COAST – Comparative Outcomes and Service Utilization Trends / Resultados comparativos e tendências de utilização do serviço) é uma amostra retrospectiva de adultos (≥20 anos) incluindo pessoas a viver com o VIH e uma amostra aleatória de 10% da população em geral de Columbia Britânica, e com dados longitudinais relativos a 1 de abril de 1996 até 31 de dezembro de 2012. Foi determinada a prevalência de comorbidades específicas (cardiovasculares, respiratórias, doenças do fígado e renais assim como cancros não definidores de SIDA por serem altamente prevalentes entre as PVVIH) por idade e sexo.

     

    A amostra consistiu em dados eletrónicos de saúde de 9310 PVVIH e 510 313 adultos não infetados. Estes indivíduos contribuíram para 49 605 mortes e 5 576 841 anos-pessoa no período de estudo. Na idade exata de 20 anos, a HALE era de 31 anos entre os homens a viver com VIH e de 27 anos entre as mulheres a viver com VIH. Na população VIH-negativa a HALE era de cerca 58 anos entre os homens e de 63 anos entre as mulheres. As pessoas a viver com VIH, e em particular as mulheres a viver com VIH, têm uma esperança de vida em geral mais reduzida que a população VIH-negativa e vivem menos tempo num estado saudável.

     

    As mulheres que vivem com VIH passam menos tempo num estado saudável comparativamente com os homens a viver com VIH e sobretudo com as suas pares VIH-negativas. São, portanto, necessárias intervenções que considerem as necessidades de cuidados complexos das PVVIH a envelhecer no sentido de melhorar o seu estado de saúde.

    Encontre o estudo aqui.

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    31May

    boletim epidemiológico – virus do papiloma humano

    May 31, 2017
    0 Comment

    ‘Sendo uma infeção muito frequente nas faixas etárias mais jovens, e dada a sua associação com o aparecimento de cancro do colo do útero, foram desenvolvidas vacinas de modo a prevenir e a minimizar o impacto da infeção por HPV na saúde das mulheres. ..

    ‘Portugal, comparativamente com outros países europeus, apresenta uma taxa de cobertura vacinal elevada, estando desde 2008 a vacina tetravalente incluída no Plano Nacional de Vacinação (PNV), inicialmente administrada às mulheres com 13 anos de idade (nascidas a partir de 1995), em três doses, segundo o esquema de 0, 2 e 6 meses. ..

    ‘Entre setembro de 2014 e dezembro de 2016 foram estudadas 152 mulheres jovens vacinadas com atividade sexual ativa, com idades compreendidas entre os 14 e os 30 anos, sendo a média de idades de 21 anos. Das 152 mulheres estudadas, 28,3% (43/152) apresentaram uma infeção por HPV …

    ‘Os fatores de risco para a aquisição da infeção por HPV são comuns às outras infeções sexualmente transmissíveis. As 152 mulheres estudadas, entre setembro 2014 e dezembro de 2016, tinham uma média de idades de início da atividade sexual de 16,8 anos, 88,8% (135/152) das quais tiveram um parceiro sexual nos últimos três meses e 44,1% (67/152) declararam usar preservativo. ..

    ‘Neste estudo a maioria das mulheres vacinadas com atividade sexual ativa não estavam infetadas por HPV. ‘

    Saiba mais aqui.

  • Jornal Público: Quem disse que a sida já não mata?

    May 29, 2017
    0 Comment

     ‘Apenas no ano passado houve 124 óbitos.’

    “É uma doença muito traiçoeira: mantém-se sem sintomas durante muitos anos, e a pessoa acaba por descobri-la quando o sistema imunitário já se encontra muito depauperado”, diz Isabel Aldir, que dirige o programa nacional de VIH/sida.

    Daí a importância do teste ao VIH e o início do tratamento antirretroviral o mais rapidamente possível.

    ‘há grupos de risco que desconhecem sê-lo, como o das mulheres em idade de menopausa, aponta a diretora do programa nacional de VIH/sida, Isabel Aldir. Por um lado, a situação em que se encontra o seu organismo facilita a infecção durante as relações sexuais; por outro, são mais descuidadas pelo facto de já não correrem o risco de engravidar.’

    Veja o artigo completo aqui.

     

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    06April

    OMS – Orientações consolidadas em saúde sexual e reprodutiva e direitos das mulheres que vivem com VIH

    April 06, 2017
    0 Comment

    O ponto de partida, para estas orientações, é o momento em que uma mulher apreende que está a viver com VIH e deste modo abarca questões essenciais para a prestação de serviços e apoio abrangentes de saúde e direitos sexuais e reprodutivos das mulheres que vivem com o VIH. Como mulheres que vivem com VIH enfrentamos desafios e violações de direitos humanos relacionados com a sexualidade e reprodução nas nossas famílias e comunidades, bem como das instituições de saúde onde procuramos cuidados, uma ênfase especial é colocada na criação de um ambiente propício para intervenções de saúde mais eficazes e melhores resultados de saúde.
    Estas orientações destinam-se a ajudar os países a planificar, desenvolver e monitorizar de forma mais eficaz e eficiente os programas e serviços que promovem a igualdade de género e os direitos humanos e, por conseguinte, são mais aceitáveis e apropriadas para as mulheres que vivem com VIH, tendo em conta o contexto epidemiológico nacional e local. Discute questões de implementação que as intervenções de saúde e prestação de serviços devem abordar para alcançar a igualdade de género e apoiar os direitos humanos.

    Encontre as Orientaçoes aqui.

     

  • IRS preenchimento
    04April

    o seu contributo é necessário!

    April 04, 2017
    0 Comment

    O seu apoio é importante. Ajude-nos com apenas um X

    Dedique 0,5% dos seus impostos liquidados e o reembolso do IVA suportado à Seres (com) viver com o VIH.

     

    Preencha o campo 1101, do quadro 11, do Modelo 3 (rosto) com o NIF da Seres 507140923. Não tem quaisquer custos para si.

    Com um simples gesto, está a ajudar a Seres.

    O que fazemos com o seu donativo

    Em Portugal, mais de um terço das pessoas infetadas por VIH são mulheres. A Seres promove projetos que visam uma (con)vivência mais integrada com o VIH e o bem-estar das mulheres que vivem com e afetadas pelo VIH. Entendemos bem-estar como o estado em que cada mulher realiza o seu potencial, lida com as tensões normais da doença, vive produtivamente, frutuosamente e em realização, sendo capaz de contribuir para a sua comunidade e defender os seus direitos e qualidade de vida em paridade.

    A Seres acredita que a capacitação e empoderamento das mulheres é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

     

  • guine bissau
    16March

    CROI 2017: novos dados sobre o VIH-2

    March 16, 2017
    0 Comment

    Porque o VIH-2 é menos virulento do que o VIH-1, e, portanto, menos frequentemente transmitido, tem sido menos estudado. Mas atualmente a questão não é tanto a sua transmissão mas o seu tratamento pois as diretrizes relativas ao tratamento do VIH não consideram este vírus.

    Joakim Esbjörnsson, da Universidade de Oxford referiu que a literatura prévia sugeria que apenas 15%-25% das pessoas com VIH-2 progrediam para SIDA, e apenas uma minoria no decorrer de 10 anos.

    O VIH-2 é menos fácil de transmitir e a carga viral é mais baixa que no VIH-1, contudo a quantidade de ADN proviral integrada nas suas células é igual ao do VIH-1.

    Esbjörnsson sugere que as estimativas de progressão para SIDA e morte têm sido subestimadas. O seu estudo observa a progressão para SIDA e morte na polícia da Guiné Bissau em que 13% são mulheres e o tratamento para o VIH apenas disponível a partir de 2006.

    Nesta amostra a progressão para SIDA foi de 6.2 anos para o VIH-1 e 14.3 anos para o VIH-2. E a progressão para a morte foi de 8.2 anos para o VIH-1 e de 15.6 anos para o VIH-2. A probabilidade de progressão para SIDA era 2.84 vezes maior no VIH-1 comparativamente ao VIH-2, e 3.5 vezes maior para a morte.

    Apesar de tudo, 20 anos após o inicio da amostra enquanto 90% das pessoas com VIH-1 progrediram para SIDA apenas 70% das pessoas com VIH-2 progrediam, demonstrando que estudos prévios subestimaram consideravelmente a mortalidade e morbilidade do VIH-2. O VIH-2 era aproximadamente 90% letal em 25 anos de infeção.

    A média de declínio das células/mm3 CD4 era de 22.5 por ano em pessoas com VIH-1 e de 12.8 em pessoas com VIH-2. A progressão para SIDA acontecia com um número mais elevado de CD4 no VIH-2 em relação ao VIH-1: a contagem de CD4 num diagnóstico de SIDA era de 237 células/mm3 em pessoas com VIH-2 e de 137 células/mm3 em pessoas com VIH-1.

  • brain
    16March

    CROI 2017: estudos em mudanças cognitivas

    March 16, 2017
    0 Comment

    Estudos longitudinais realizados avaliam as mudanças cognitivas das pessoas que vivem com VIH com o envelhecimento. Descobertas realizadas em estudos longitudinais confirmam o declínio cognitivo apesar da supressão viral nomeadamente na atenção, aprendizagem, memória e fluência nas mulheres que vivem com o VIH. Nos homens que vivem com VIH não se verificaram alterações significativas comparativamente aos homens sem VIH.

    saiba mais aqui.

  • JIAS
    10March

    suplemento dedicado à gravidez em casais serodiscordantes

    March 10, 2017
    0 Comment

    Um suplemento dedicado à gravidez em casais serodiscordantes foi publicado em JIAS (Journal of the International AIDS Society) e pode ser consultado aqui.

  • old and child
    06February

    Estudo longitudinal na Suíça: a esperança de vida das pessoas que vivem com VIH

    February 06, 2017
    0 Comment

    Um estudo realizado na Suíça entre 1988-2013, analisou a esperança de vida, e incluiu a população geral (927.583 residentes) e 16.532 pessoas a viver com o VIH. Neste estudo, Gueler et al., comparou a esperança de vida relativamente aos níveis de educação.

    A proporção de pacientes que morreram durante o acompanhamento diminuiu de 65,1% na era da monoterapia (tratamentos mais antigos), para 2,4% na terapia antirretroviral mais recente (TAR). Na era mais recente da TAR, a expectativa de vida aos 20 anos era de 52,7 anos entre os participantes com escolaridade obrigatória, em comparação com os 60,0 anos entre aquelas/es com ensino superior. Observou-se apenas ligeiros aumentos na população geral, de 61,1 para 61,5 anos nas pessoas com escolaridade obrigatória e de 65,4 para 65,6 anos nas pessoas com ensino superior.

    No período da TAR mais recente, as pessoas VIH-positivas continuaram a ter uma esperança de vida estimada que era inferior à dos seus pares da população em geral. No entanto a esperança de vida em pessoas VIH-positivas com educação superior foi semelhante à expectativa de vida de indivíduos da população geral com escolaridade obrigatória. O sexo masculino, o tabagismo, o uso de drogas injetáveis e a baixa contagem de células CD4 + foram independentemente associados à mortalidade, no inicio da TAR.

    Em conclusão, os resultados do estudo sugerem que a esperança de vida entre as pessoas que vivem com VIH poderia ser melhorada e as desigualdades educacionais reduzidas com o início mais precoce da TAR assim como com programas eficazes para terminar com o tabagismo adaptados à população que vive com o VIH.

    Encontre o estudo aqui.

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