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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 29)
  • isabel do carmo
    31May

    #PODERIASEREU

    May 31, 2016
    0 Comment

    Isabel do Carmo, médica, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa: as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH.

    “Joana, 68 anos, foi infectada pelo marido, só descobriu quando a doença já estava declarada. Pode ser minha doente. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH.”‪


    A Seres é a primeira e única associação portuguesa dedicada às mulheres infetadas e afetadas pelo VIH. Lançou a campanha “Poderia ser Eu”, para dar visibilidade às mulheres que vivem com VIH e lutar para que tenham oportunidades, escolhas, voz e recursos.
    #‎Poderiasereu‬ ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬ partilhe.
    Sabe mais sobre a campanha e a Seres em: www.facebook.com/PoderiaSerEu2016 e www.seres.org.pt
    www.facebook.c
    om/seres.vih

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • catarina martins
    20May

    #PODERIASEREU

    May 20, 2016
    0 Comment

     

    Catarina Martins, deputada activista, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa: as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH: “Isabel, 42 anos, 3 filhos, infetada pelo marido no contexto de uma relação conjugal. Poderia ser a minha irmã. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH”.
    ‪#‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬ ‪#‎Poderiasereu‬
    partilha.
    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016
    www.seres.org.pt

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • INES DE MEDEIROS_n
    16May

    #PODERIASEREU

    May 16, 2016
    0 Comment

    Inês de Medeiros, actriz, realizadora, é mais uma grande mulher que se junta a esta causa:  ‪“Madalena, 70 anos, 2 filhas e 1 neto, foi contaminada pelo marido só soube quando quis dar sangue. Não seja surpreendida por tão terriveis noticias. Faça o teste.”
    #‎fazotestevih‬ ‪#‎darvozmulheresvih‬ ‪#‎Poderiasereu‬

    partilha.

    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

     

     

     

  • ZIA 2
    16May

    #PODERIASEREU

    May 16, 2016
    0 Comment

    Zia Soares actriz | directora do Teatro Griot: “Sandra, 34 anos, uma filha, foi infetada pelo companheiro. Só descobriu quando já tinha SIDA. Poderia ser a minha prima. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH”.
    #Poderiasereu  #faztestevihactriz  #darvozmulheresvih
    “as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao vih”. partilha. participa.
    “poderia ser eu” campanha da Seres com mulheres que dão a cara por esta causa.
    www.facebook.com/PoderiaSerEu2016

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • camp
    26April

    #PODERIASEREU

    April 26, 2016
    0 Comment

    Maria Antónia aka MITÓ cantora, actriz: “as mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao vih”. partilha. participa
    “poderia ser eu” campanha Seres #poderiasereu #seresmulheresvih #mulheresvihsida #darvozmulheresvih #faztestevih
    “poderia ser eu” com mulheres que dão a cara por esta causa.

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • camp3
    16April

    #PODERIASEREU

    April 16, 2016
    0 Comment

    Ana Brandão (actriz, cantora, tia): “Matilde, 20 anos, foi infetada pelo namorado. soube do diagnóstico mais tarde quando já tinha SIDA. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH”.

    partilha. #poderiasereu #seresmulheresvih#mulheresvihsida #darvozmulheresvih #faztestevih participa.
    “poderia ser eu” campanha da Seres com mulheres que dão a cara por esta causa.

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • camp2
    03April

    #PODERIASEREU

    April 03, 2016
    0 Comment

    “poderia ser eu” campanha começa com Marisa Matias (eurodeputada) #poderiasereu #seresmulheresvih #mulheresvihsida#darvozmulheresvih #faztestevih
    partilha. Marisa Matias: “Ana, 65 anos, infetada pelo marido. descobriu o diagnóstico quando já estava com SIDA. As mulheres têm de ser uma prioridade na resposta ao VIH.”
    “poderia ser eu” com mulheres que dão a cara por esta causa.

     

    As mulheres representam um terço das infeções em Portugal, e em 2013 a proporção entre mulheres (420 casos) e homens (996 casos) era de 0.42. Estas estatísticas demonstram que o VIH permanece complexo, impondo desafios específicos para as mulheres e para as mulheres que vivem com VIH em particular. Apesar das mulheres constituírem um dos grupos mais vulneráveis ao VIH, as mulheres são sistematicamente excluídas das políticas e medidas que nos concernem.

    Com o duplo objectivo de relembrar que apesar dos números e estatística serem importantes na resposta ao VIH/SIDA, por detrás de cada número existe uma pessoa, e de alertar as/os decisores/as para a necessidade de incluir as mulheres e as mulheres que vivem com VIH em particular nas suas prioridades, a SERES (con)viver com o VIH, apresenta a campanha poderia ser eu …um conjunto de vídeos (21) de curta duração. Os vídeos com um apelo fazem referência a relatos de vidas, de Mulheres que poderiam ser a sua mãe, a sua irmã, a sua vizinha, a sua namorada, a sua parceira, a sua colega. Mulheres exatamente iguais a qualquer outra, exceto que estão a viver com VIH. Um vírus que não escolhe sexo, orientação sexual, religião, estatuto social ou económico…

    Realizado por Raquel Freire conta com a participação das embaixadoras para esta causa e com os apoios da Gilead, Câmara Municipal de Lisboa, SIC Esperança.

    A SERES (com) viver com o VIH é a primeira e única associação de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH em Portugal, fundada em 2005 a Seres encontra-se reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social (nº 2/2007). A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • 10 anos Seres-thumb
    14April

    A SERES faz 10 anos

    April 14, 2015
    0 Comment

    A SERES (con) viver com o VIH, a primeira e unica associação em Portugal de e para mulheres infetadas e afetadas pelo VIH, faz 10 anos.

    Desde 2005, que a Seres tem liderado a resposta ao VIH na perspetiva da mulher em Portugal no sentido de promover os seus direitos e visibilidade. Nestes dez anos a SERES multiplicou-se ao capacitar mulheres que vivem com VIH, a nível nacional, dando-lhes ferramentas, tornando-as mais fortes para intervirem na comunidade onde se inserem nomeadamente na replicação do programa SHE, na criação de grupos de autoajuda, na prestação de apoio individualizado na consulta hospitalar.

    Em retorno as mulheres envolvidas nos nossos projetos demonstram o seu empenho, a sua força e coragem na intervenção nas suas comunidades. Apoiamo-nos com a sua energia e solidariedade para dar voz às mulheres e quebrar o silêncio, romper com o autoestigma e com as barreiras que impedem as mulheres que vivem com o VIH de viverem plenamente.

    A resposta da Seres visa a promoção de projetos para uma vida mais integrada com o VIH e para a qualidade de vida das mulheres que vivem com e afetadas pelo VIH, pois a Seres acredita que a capacitação das mulheres é essencial para reduzir as suas vulnerabilidades, assegurando a dignidade e o respeito pelos direitos humanos e saúde sexual.
    Desde 2005, desenvolvemos projetos que visam a visibilidade e capacitação da mulher com VIH em que se destacam a criação do website destinado à mulher (financiado pela Abbott); pelo livro Poderia ser Eu, biografias de mulheres que (con) vivem com o VIH (financiado pela Gilead) ao programa SHE (financiado pela BMS).

    A Seres lutou e continua a lutar por uma vida justa, equitativa e com qualidade, onde as mulheres que vivem com o VIH têm recursos, voz, escolha e oportunidades porque e agarrando as palavras de Emma Watson “.. se não for eu, quem? se não for agora, quando?”

    A todas e todos que nos apoiam e têm apoiado neste percurso de 10 anos um imenso OBRIGADA!

  • igualdade-thumb
    02April

    Saúde em igualdade

    April 02, 2015
    0 Comment

    Trancrevemos, sic, o comunicado da ILGA:
    ‘As pessoas LGBT encontram barreiras e desafios significativos no acesso a cuidados de saúde adequados e competentes. 

    O projeto “Saúde em Igualdade”, da Associação ILGA Portugal, teve como principal objetivo a recolha de dados empíricos sobre os desafios e as barreiras que as pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBT) encontram no acesso a cuidados de saúde adequados e competentes.

    O projeto foi financiado pela ILGA-Europe no âmbito do Human Rights Violations Documentation Fund. Esteve em curso durante o ano de 2004, tendo a recolha de dados sido efetuada entre junho e novembro. Participaram no projeto 629 pessoas (600 participantes LGB e 29 participantes trans), através do preenchimento de questionários de auto-relato. Foram ainda realizadas entrevistas a um pequeno grupo de profissionais de saúde.

    PRINCIPAIS CONCLUSÕES
    Ser-se lésbica, gay, bissexual ou trans (LGBT) não pode constituir em si mesmo uma barreira no acesso à saúde. Contudo, os resultados deste projeto são inequívocos a mostrar que as pessoas LGBT deparam-se com várias dificuldades no acesso a cuidados de saúde adequados e competentes.

    A invisibilidade das pessoas LGB, e o silêncio sobre as suas identidades e comportamentos, é também a regra em contextos de saúde. Cerca de 70% dos/as profissionais de saúde pressupõe que o/a utente à sua frente é heterossexual ou que tem comportamentos sexuais exclusivamente com pessoas de sexo diferente. Mais: quando formulam questões relacionadas com sexualidade e conjugalidade apenas 17% dos/as profissionais o faz de modo a incluir a possibilidade do/a utente ser LGB.

    Assim, são as próprias pessoas LGB que têm de contrair o silêncio e a invisibilidade que incidem sobre si, apesar da hesitação relacionada com a expetativa da discriminação e com processos de estigmatização. Sessenta e seis por cento dos/as participantes indica que o facto de antecipar ser tratado/a de forma menos adequada interfere na sua disposição para mencionar a orientação sexual ou comportamentos sexuais em consultas médicas. Cerca de 30% dos/as participantes nunca falou com nenhum/a profissional de saúde sobre a sua orientação sexual. Aliás, 37% já a omitiu em situações clínicas nas quais seria importante o/a profissional ter essa informação. Em praticamente metade das situações o/a médico/a de família não tem conhecimento da orientação ou comportamentos sexuais dos/as utentes LGB. E 25% das pessoas LGB com filhos/as esconde do/a pediatra a sua estrutura familiar.

    Apesar do silêncio sistemático revelado por estes dados, 17% das pessoas LGB já foi alvo de discriminação em serviços de saúde, incluindo: comentários feitos pelo/a profissional e que foram sentidos como um insulto; desconforto no contacto físico com o/a utente depois deste/a indicar que é LGB; barreiras na doação de sangue por homens gays ou bissexuais; ou dificuldades no acompanhamento de companheiros/as do mesmo sexo em consultas ou internamentos. Em 11% dos/as atendimentos de saúde mental foi sugerido ao/à utente que a homossexualidade pode ser “curada”.

    A invisibilidade conjugada com a discriminação sentida ou esperada, resulta num acesso inferior a cuidados e serviços de saúde: pessoas LGB evitam ou hesitam em (e, em alguns casos, deixam de) recorrer a profissionais e serviços de saúde. Cerca de 40% das pessoas LGB procura informação prévia sobre profissionais ou serviços de saúde, de forma a minimizar o risco de discriminação. E 32% pensa “duas vezes” antes de se dirigir a um serviço de saúde.

    Os dados recolhidos pelo projeto mostram também que as barreiras – já identificadas no passado – no acesso à saúde por pessoas trans continuam atuais, nomeadamente: o não cumprimento das guidelines internacionais; a necessidade de aprovação pela Ordem dos Médicos para o acesso a tratamentos específicos; ou, o desconhecimento geral sobre práticas e recursos disponíveis no Sistema Nacional de Saúde.

    Os dados são claros: as pessoas LGBT encontram barreiras e desafios significativos no acesso a cuidados de saúde adequados e competentes. É fundamental a implementação de políticas públicas que garantam que os contextos de saúde sejam contextos seguros, nos quais o silêncio e a discriminação em função da orientação sexual e identidade de género são inaceitáveis. Também na saúde, a igualdade tem de ser a regra.’

    Consultar todos os resultados aqui.

  • vih-thumb
    01April

    Probióticos e VIH

    April 01, 2015
    0 Comment

    Alguns estudos sugerem que uma mistura de probióticos pode modestamente ajudar a melhorar a percentagem de CD4 nos adultos.

    Uma espécie da bactéria probiótica como os  lactobacilos (‘Lactobacilli’) são não somente importantes para o intestino, mas também para uma vagina saudável. A utilização de probióticos pode ajudar a reduzir areincidência de vaginose bacteriana, bem como a duração da terapia com antibióticos para o seu tratamento. (Mas, surpreendentemente,não existem estudos de intervenções entre mulheres que vivem com o VIH para tratar a candidíase vulvovaginal.)

    A glutamina, um aminoácido que funciona como um combustível para arotatividade do revestimento do intestino, tem sido estudada no contexto da diarreia associada com o uso de inibidores de protease.Juntamente com probióticos, as altas doses de glutamina por um curto período de tempo podem ajudar a substancialmente compensar esta condição.

    Mais em the Body.

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