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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 6)
  • Terapia antirretroviral, um tempo para a mudança de paradigma

    January 15, 2022
    0 Comment

    Webinar  IAS 2021 HIV HOT TOPICS

    Fernando Maltez

    Em 2021, a terapia antirretroviral (TARV) mais comum ainda continua a ser a tripla, com 2NRTI mais um terceiro agente, segunda geração InSTI.

    Ao longo de 40 anos, o paradigma está a mudar: a terapia iniciou por ser monoterapia, depois dual. Posteriormente a terapia tripla com inibidores da protéase menos potentes e NNRTIs. Depois passámos para a tripla terapia com INSTI. Passámos para o regime dual e estamos a mudar para os injetáveis de longa ação.

    • Atualmente existem 11 comprimidos de combinação de fármacos. Esta combinação revolucionou a toma única.

    Porquê usar um regime de 2 fármacos quando o atual regime de 3 são potentes e bem tolerados?

    •  possibilidade de reduzir resistências e eventos adversos; adesão terapêutica; custo

     

    Que regimens existem que desafiam o paradigma:

    – terapia inicial: Dolutegravir/lamivudina

    – simplificação/manutenção da terapia:

    •  inibidor da protéase potenciado mais lamivudina
    • Dolutegravir/lamivudina
    • Dolutegravir/rilpivirina
    • Cabotegravir de longa ação mais rilpivirina

    Contudo, esta terapia dual não deve ser oferecida a: pessoas com hepatite B crónica ou quem está em risco de contrair esta infeção; na gravidez; quando existe resistência ao fármaco oferecido; quando os CD4 são inferiores a 200 células; quando a carga viral é superior a 500,000 cópias. Ainda não foi estudado nas pessoas com TB.

    • O regime de 2 fármacos é tão eficaz quanto o de 3. Não existe diferença na supressão virológica nem na adesão terapêutica. A viremia residual não aumenta com a toma do regime de 2 fármacos. São potentes e de eficácia durável, reduzem a toxicidade associada à TARV.
    • Nos efeitos adversos existe mais efeitos adversos no regime de 2 fármacos devido aos efeitos neuropsiquiátricos do Dolutegravir, assim como maior ganho de peso.
    • Relativamente aos efeitos adversos, um estudo com Dolutegravir/lamivudina vs dolutegravir mais tenofovir/entricitabina refere que o primeiro regime apresenta melhores resultados a nível do osso e renais, o segundo regime refere um maior aumento de peso.
    • De salientar que a mudança para a terapia dupla não é recomendada para pessoas com o VIH avançado, com resistências ou com hepatite B.

    A toma de Cabotegravir e Rilpivirina demonstrou ser uma opção eficaz relativamente à terapia tripla. A não inferioridade do regime injetável foi demonstrada até aos 5 anos de duração. A eficácia foi idêntica quer fosse administrada a cada 4 ou 8 semanas.

    • Os efeitos secundários referem a administração localizada. Mas este regime exige a reorganização dos serviços para a sua administração.
    • Um dos problemas que se coloca é que uma vez administrados não podem ser removidos, o que constitui um problema se existir toxicidade. E nem todas as pessoas são indicadas para os injetáveis de longa duração.
    • Mas são potentes e podem reduzir o estigma da toma diária do comprimido.

     

     

  • BOAS FESTAS
    20December

    BOAS FESTAS PLENAS DE SAÚDE

    December 20, 2021
    0 Comment
  • conversas na positiva 6
    15December

    Conversas na Positiva 6 – Gravidez – projecto SERES Virtual

    December 15, 2021
    0 Comment

    A SERES apresenta Conversas na Positiva 6 – Gravidez, para uma maior literacia em VIH, inserido no seu projecto SERES Virtual, com o apoio da AHF.

    Neste sexto vídeo (de uma série de 10), Gravidez.

    Com Raquel Freire | Isabel Nunes | Judite Corte-Real e a nossa convidada especial, Dra. Carmela Piñeiro

    A todas o nosso Obrigada e Boas Festas!

  • Ganho de peso, complicações metabólicas e polifarmácia

    December 13, 2021
    0 Comment

     

    Um estudo de Kumar et al reviu os dados da pesquisa Optum, de dezenas de milhares de indivíduos com VIH, nos Estados Unidos, entre 2014-2018.

    • Foram examinadas as mudanças anuais no número e tipo de comorbidades e no número de medicamentos não antirretrovirais prescritos.
    • A percentagem de indivíduos com 3 ou mais comorbidades aumentou de 25,8% para 37,2%,
    • e a percentagem de indivíduos prescritos com 5 ou mais medicamentos não antirretrovirais aumentou de 70,4% para 76,3%.
    • As comorbidades mais prevalentes incluíram hipertensão, hiperlipidemia e doença neuropsiquiátrica, todas as quais aumentaram significativamente durante o período do estudo.
    • Também foi observada uma diminuição concomitante na percentagem de indivíduos a receber inibidores da transcriptase reversa não-nucleosídeo (de 51,2% para 29,5%) e inibidores da protease (de 29,6% para 17,3%) e um aumento na percentagem de indivíduos a receber INSTIs (de 27,1% a 62,6%).

    Este estudo destaca o importante papel das/os profissionais de saúde na gestão de comorbidades e polifarmácia em pessoas com VIH nos próximos anos.

     

    Fonte: IDWeek 2021

     

  • Aumento de peso nas pessoas em PrEP

    December 09, 2021
    0 Comment

     

    O TAF (Tenofovir AlaFenamida) está associado a um ganho significativamente maior de peso comparado com outros inibidores nucleotídeo da transcriptase reversa (INtTR) incluindo o TDF (Tenofovir Disoproxil Fumarato). O que não é claro é se o TAF causa aumento de peso ou se existem efeitos mitigadores de peso no TDF.

    • Um estudo, conduzido por Shah et al, comparou o TDF com emtricitabina (FTC)/TDF com grupo de controlo (quer em placebo ou cabotegravir) para observar o impacto do TDF nas alterações de peso. Este estudo foi realizado em pessoas sem o VIH.
    • A análise incluiu 7 estudos de PrEP com mais de 19.000 participantes. Os indivíduos que receberam PrEP contendo TDF foram significativamente mais propensos a perder peso durante o período de estudo em comparação com grupo de controlo. O efeito foi amplamente impulsionado por estudos que comparam a PrEP contendo TDF com placebo; quando o cabotegravir foi o controle, não houve diferença no ganho de peso entre os 2 regimes.
    • Embora a PrEP contendo TDF tenha sido bem tolerada em geral com baixas taxas de eventos adversos, taxas mais altas de vómitos foram observadas com TDF em comparação com placebo. Não houve diferenças nas taxas de náusea, diarreia ou perda de apetite.
    • Esses dados sugerem que as diferenças de peso observadas entre TAF e TDF podem estar relacionadas principalmente à perda de peso associada a TDF.
    • Existe um debate sobre como equilibrar o efeito da perda de peso do TDF com suas conhecidas toxidades renais e ósseas. A tomada de decisão compartilhada e o cuidado individualizado por meio de discussões aprofundadas e individuais com as/os pacientes serão essenciais a esse respeito.

    Encontre o estudo aqui.

  • conversas na positiva 5 Menopausa
    01December

    Conversas na Positiva 5 – Menopausa – projecto SERES Virtual

    December 01, 2021
    0 Comment

    Celebra-se o Dia Mundial da SIDA, um momento para recordarmos todxs xs que partiram levadxs pela sida, mas também para celebrarmos a vida.

    Apresentamos Conversas na Positiva sobre Menopausa porque felizmente vivemos tempos em que podemos falar de VIH e menopausa. Nem sempre foi assim.

    A SERES apresenta Conversas na Positiva, para uma maior literacia em VIH, inserido no seu projecto SERES Virtual, com o apoio da AHF.

    Neste quinto vídeo (de uma série de 10), Menopausa.

    Com Raquel Freire | Isabel Nunes | Judite Corte-Real e a nossa convidada especial, Dra. Carmela Piñeiro

    A todas o nosso Obrigada!

  • unidas somos uma
    01December

    dia mundial da resposta ao VIH/SIDA

    December 01, 2021
    0 Comment

     

    Celebramos, hoje, o Dia Mundial contra a Sida, no decorrer de uma outra pandemia. E celebramos de uma forma diferente, mais intimista, recorrendo a plataformas que nos unem.

    As pessoas que vivem com VIH, e sobretudo as sobreviventes de longa duração, sabem o que é viver uma pandemia. Na década de 80 e 90 do milénio passado, sentimos a discriminação e o estigma, sentimos o medo do desconhecido. E hoje, apesar dos avanços biomédicos, o estigma e a discriminação ainda persistem.

    Os grandes avanços biomédicos permitem, que hoje, uma pessoa a viver com VIH, tenha uma esperança de vida similar a qualquer outra pessoa, que possa disfrutar a vida com uma doença crónica, que possam ser mães e pais, que possam viver plenamente. O tratamento como prevenção permite, que hoje se diga, que uma pessoa com VIH, com carga viral indetectável e comprometida no seu tratamento não transmite o VIH. E permite, também, que as pessoas seronegativas ao VIH possam evitar a transmissão através da profilaxia pré-exposição (PrEP). Em breve, tomaremos uma injeção bimensalmente, em lugar da toma diária de comprimidos.

    Neste dia mundial da resposta ao VIH/SIDA prestamos homenagem e lembramos todxs xs que partiram, todxs que se sujeitaram a pesquisas médicas e científicas com impacto negativo na sua saúde para beneficiar todxs xs outrxs, todxs que sofreram e sofrem, todxs as que lidam com efeitos secundários das terapias que xs salvam, todxs xs que lutaram e lutam para que muitxs possam viver hoje vidas dignas.

    É também um tempo de esperança e de novos começos, de oportunidades. A esperança de uma vacina, mas também de um mundo sem estigma, um mundo sem sexismo, sem racismo, sem homofobia, sem os preconceitos que agravam qualquer epidemia. Para isso a ação de todxs é necessária, a minha, a tua a de todxs nós para que vivamos num mundo de solidariedade, de direitos humanos, de amor e compaixão.

    Na Seres acreditamos que esse mundo é possível e defendemos, lutamos, através dos nossos projectos entre pares, prevenção, ativismo, por uma vida justa, equitativa e com qualidade onde as pessoas com VIH tenham recursos, voz, escolha e oportunidades livres de qualquer estigma e/ou discriminação.

    #MaisInformaçãoMenosPreconceito #PoderiaSerEu‪#‎fazotestevih ‪#‎darvozmulheresvih ‪ #seresvih #conversasnapositiva #conversasnapositivaseresvirtual #seresvirtualwww.seres.org.pt #‎Poderiasereu ‪#‎fazotestevih ‪#‎darvozmulheresvih

  • conversas 4
    24November

    Conversas na Positiva 4 – Co-infeções – projecto SERES Virtual

    November 24, 2021
    0 Comment

    A SERES apresenta Conversas na Positiva, para uma maior literacia em VIH, inserido no seu projecto SERES Virtual, com o apoio da AHF.

    Neste quarto vídeo (de uma série de 10), Co-infeções.

    Com Raquel Freire | Isabel Nunes | Judite Corte-Real e a nossa convidada especial, Dra. Cristina Valente.

    A todas o nosso Obrigada!

    Encontre o vídeo aqui:

    Conversas na Positiva 4 para uma maior literacia em VIH da SERES Virtual | Dra Cristina Valente – YouTube

    Ou na nossa página Facebook.

     

  • Canadá: Cabenuva, o ARV de longa duração, um ano depois

    November 08, 2021
    0 Comment

    Um ano depois do primeiro injetável de longa duração ser utilizado como tratamento do VIH, na Divisão de Doenças Infecciosas de Ontario, 15 das/os 21 pacientes que iniciaram este regime ainda continuam a usá-lo. Aqueles que abandonaram deveu-se a dor no lugar da injeção e cansaço da toma da injeção. (cansaço que pode também existir na toma de comprimidos). Mas é sempre possível passar de injetável para comprimidos e vice-versa.

    Nestes dados as mulheres representam um terço dos pacientes. A média de idades de 51 anos. Iniciaram o estudo com carga viral suprimida. E mantiveram a carga viral suprimida passado um ano com o Cabenuva.

    Estamos a iniciar um paradigma de mudança dos tratamentos antirretrovirais para tratamentos de longa duração que podem incluir não apenas injeções, mas também implantes, anéis, adesivos.

    A combinação de cabotegravir e rilpivirina (Cabenuva) foi aprovada no Canadá em março 2020. Administrada nas nádegas a cada dois meses, revelou nos estudos ser não inferior ao habitual tratamento oral diário.

    Este estudo, confirmado por outros, demonstrou que não existe a necessidade de iniciar com tratamento oral previamente às injeções.

    Fonte: Medscape

  • Comorbidades nas mulheres que vivem com VIH

    October 29, 2021
    0 Comment

     

    O aumento da presença de múltiplas comorbidades não-SIDA nas mulheres e outros a viver com VIH, desafiam as/os clínicos a deixar a abordagem de optimização individual das condições crónicas e a pensar mais holisticamente.

    Viver com VIH parece acelerar ou intensificar as comorbidades. No estudo Women’s Interagency HIV Study (WIHS), 2.309 mulheres com VIH com supressão viral em tratamento foram comparadas com 923 mulheres VIH negativas. Foram observadas por mais de 15 anos. As mulheres com VIH acumularam um número maior de comorbidades não relacionadas à SIDA do que as mulheres seronegativas para o VIH (3,6 vs 3,0, P <0,0001). Essa tendência também foi observada noutro estudo, Optum. As mulheres com VIH mais frequentemente apresentam múltiplas (> 2) comorbidades (59,4% vs 52,9%) e mais de 5 medicamentos não antirretrovirais (81,5% vs 74,9%) quando comparadas com mulheres sem VIH em qualquer faixa etária.

    Estes 2 recentes estudos, junto com vários outros estudos publicados, sugerem fortemente que ter VIH acarreta maior risco de multimorbilidade. As/Os investigadores também tentaram identificar comorbidades específicas que impulsionam esse aumento. No estudo WIHS, as doenças psiquiátricas, a dislipidemia, os cancros não relacionados à SIDA, as doenças renais, as hepáticas e ósseas foram mais prevalentes em mulheres com VIH em comparação com as participantes de controle seronegativas para o VIH. Os resultados do WIHS não mostraram diferenças na hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares e pulmonares de acordo com o seroestado do VIH.

    Em contraste, um estudo de uma grande base de dados da população dos EUA incluiu 10.590 mulheres com VIH em tratamento antirretroviral que estavam ativas na base de dados de 2015 a 2020 e comparou-as com 14.546.020 mulheres sem VIH. Os resultados deste estudo descobriram que a doença cardiovascular (PR 2,05, IC de 95%, 1,96-2,15), a hipertensão (PR 1,37, IC de 95%, 1,35-1,40), a doença pulmonar (2,06, IC de 95%, 2,01-2,11) e a diabetes (PR 1,48, IC de 95%, 1,43-1,53) foram mais prevalentes em mulheres com VIH após ajuste para idade e raça.

    A base de dados Optum também mostrou um aumento na prevalência de hipertensão (44,6% vs 38,8%), doenças cardiovasculares (4,3% vs 12,6%) e diabetes (21% vs 19,5%) em mulheres com VIH em comparação com as mulheres sem VIH.

    Associações entre sexo, VIH e comorbidades

    Embora muitos estudos tenham documentado um aumento da prevalência de comorbidades em pessoas com VIH em comparação com aquelas sem VIH, o sexo biológico pode adicionar uma camada adicional de risco. O (Estudo de Coorte Multicêntrico de SIDA) MACS / WIHS Combined Cohort Study (MWCCS) examinou as comorbidades não relacionadas à SIDA entre suas e seus participantes. No estudo, houve diferenças significativas entre as populações masculina e feminina por raça, rendimento e outras características; o MWCCS tenta recrutar uma coorte que represente as populações mais afetadas pelo VIH nos Estados Unidos.

    No geral, as mulheres (infetadas ou não pelo VIH) tiveram um aumento do número de comorbidades em comparação com os homens (3,4 vs 3,2, P = 0,015). No grupo de pessoas que vivem com VIH, as mulheres tinham significativamente mais comorbidades do que os homens em todos os estratos etários.

    Entre os indivíduos seronegativos para o VIH, esse padrão de aumento das comorbidades por sexo não foi observado. Quando ajustado para raça autorrelatada, uso de tabaco, álcool ou crack / cocaína, bem como estatuto socioeconómico, o VIH e a idade permaneceram como elementos modificadores importantes da relação entre sexo e comorbidades não relacionadas à SIDA (P para o termo de interação = 0,038).

    Outro estudo examinou as relações entre sexo, VIH e diabetes usando uma grande base de dados de registos médicos eletrónicos dos EUA.12 A coorte incluiu 39.485 indivíduos com VIH e 13.015.560 controles seronegativos observados entre 2015 e 2020.

    A diabetes estava presente em mais mulheres com VIH em comparação com aquelas sem VIH (22% vs 14%, P <0,001), enquanto o oposto era verdadeiro para homens que vivem com VIH (16% vs 17%, P <0,002). As mulheres com VIH apresentaram taxas consistentemente mais altas de diabetes em diferentes categorias de idade, enquanto para os homens a prevalência diferia entre os estratos de idade. Na análise de regressão que examinou a relação entre diabetes tipo 2 e VIH, as mulheres tiveram uma probabilidade significativamente maior de diabetes (OR 1,31, IC 95%, 1,06-1,13), mesmo após ajuste para idade, raça, obesidade, hipertensão, hiperlipidemia e tabagismo.

    Um estudo recente conduzido na coorte da Rede CFAR avaliou as/os participantes que estavam viralmente suprimidas/os por antirretrovirais (ART por pelo menos 1 ano e que receberam um diagnóstico de enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral isquémico ou tromboembolismo venoso (TEV). Que comparou a uma coorte de indivíduos que não desenvolveram nenhum desses eventos. O estudo examinou 11 marcadores inflamatórios e sua associação com risco de evento vascular, idade, sexo no nascimento, CD4 +, tabagismo, uso de drogas injetáveis, doença cardiovascular aterosclerótica e história de hepatite C.

    Verificaram-se 159 casos de enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral e 80 casos de TEV entre 979 indivíduos elegíveis. Notou-se uma interação significativa entre idade e inflamação nas mulheres.

    Para as mulheres, os biomarcadores inflamatórios foram mais associados a enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, enquanto nos homens, os biomarcadores foram mais fortemente associados a eventos de TEV. Os resultados deste estudo sugerem que, embora a inflamação desempenhe um papel importante em todos os tipos de eventos cardiovasculares e tromboembólicos, as diferenças de sexo influenciam a sua ocorrência.

    Um instrumento de simulação, usado nos EUA, prevê que as comorbidades que vão afetar mais as mulheres com VIH vão ser a hipertensão, diabetes, doença crónica renal, ansiedade e depressão.

     

    Fonte: Contagion, Contagion, October 2021 (Vol. 06, No. 5), Volume 6, Issue 5

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