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Category : SHE

Home » SHE (Page 5)
  • dia da Mulher
    25March

    VII Encontro Formação Nacional SHE Unidas somos Uma

    March 25, 2019
    0 Comment

    Este ano celebrámos o Dia das Mulheres com mais um Encontro Formação  Nacional SHE, Unidas somos Uma que decorreu no dia 23 março, no edificio da Sharing Cities em Lisboa. Esta formação contou com o apoio da Gilead, ViiV Healthcare e CML.

    Para este encontro-formação nacional mobilizaram-se as associadas e suas famílias do Algarve, Lisboa, Coimbra, Leiria, Fundão e Porto. A sala encheu-se de energia positiva, de amizade, de solidariedade, de partilhas. Esta afetividade, a rede de apoio e rede social são fundamentais para todas as pessoas mas sobretudo para aquelas que lidam com os desafios de uma doença como o VIH.

    O mote foram os aspectos emocionais, a resistência á mudança, as crenças limitadoras, a importância das afirmações positivas e dos afectos, da autoajuda e apoio entrepares (baseados em Louise Hay) (Helena Santos). O movimento através do cruzamento da dança com diferentes terapias corporais para promover a reconciliação com o próprio corpo, com o seu movimento e expressão mas também o questionamento de pressupostos enraizados (com enfoque na resiliência)  no sentido de uma maior integração, saúde e bem-estar na própria pele (Teresa Fabião).

    O Encontro-Formação foi um espaço de partilha de informações e experiências, auto ajuda e apoio entre pares usando técnicas entrepares e alternativas baseadas na Louise Hay e no movimento para um melhor convívio com a doença.

    A avaliação do Encontro-Formação revelou o seu sucesso e que ficou a vontade de mais e mais encontros e partilhas manifestando a necessidade de mais eventos.

    A todxs um imenso Obrigada e um até breve!

     

  • programa 20 out
    21October

    Um encontro de pares e de afectos

    October 21, 2018
    0 Comment

    No dia 20 de outubro realizou-se o V Encontro-Formação nacional SHE Unidas somos Uma, nos Paços do Concelho de Lisboa.

    Para este encontro-formação nacional mobilizaram-se as associadas e suas famílias do Algarve, Lisboa, Fundão e Porto. A sala encheu-se de energia positiva, de amizade, de solidariedade, de partilhas. Esta afetividade, a rede de apoio e rede social são fundamentais para todas as pessoas mas sobretudo para aquelas que lidam com os desafios de uma doenca como o VIH.

    O mote foram os avanços biomédicos, o tratamento como prevenção que permite que hoje se diga que uma pessoa em tratamento, com carga viral indetectável por mais de 6 meses, não transmite o VIH. Por outro lado uma pessoa não infetada pode recorrer às profilaxias pré e pós exposição para não ficar infetada (Isabel Nunes). Mas também os aspectos emocionais, a importância das afirmações positivas e dos afectos, da autoajuda e apoio entrepares (baseados em Louise Hay) (Helena Santos). O movimento através do cruzamento da dança com diferentes terapias corporais para promover a reconciliação com o próprio corpo, com o seu movimento e expressão mas também o questionamento de pressupostos enraizados (com enfoque na rejeição)  no sentido de uma maior integração, saúde e bem-estar na própria pele (Teresa Fabião).

    O Encontro-Formação foi um espaço de partilha de informações e experiências, auto ajuda e apoio entre pares usando técnicas entrepares e alternativas baseadas na Louise Hay e no movimento para um melhor convívio com a doença.

    A avaliação do Encontro-Formação revelou o seu sucesso e que ficou a vontade de mais e mais encontros e partilhas manifestando a necessidade de mais eventos.

    Esta iniciativa contou com os apoios imprescindíveis da Gilead, ViiV e CML.

    A todxs um imenso Obrigada e um até breve!

  • facebook
    12March

    IV Encontro Nacional Formação SHE

    March 12, 2018
    0 Comment

    Este ano celebrámos o Dia das Mulheres com um Encontro Nacional Formação SHE, que decorreu durante um fim de semana, 10 e 11 de março, na Pousada e IPDJ do Parque das Nações em Lisboa. Esta formação contou com o apoio da Gilead e ViiV Healthcare.

    Partilhámos com emoção, falámos de afectos, relações, família e na importância do perdão. Mas sobretudo compartilhámos a amizade que nos une. porque Unidas somos Uma.

    A todas um Bem Haja!

     

  • 22782073_10215060228845337_1820187366_n
    24October

    sociodrama SHE formação encontro nacional

    October 24, 2017
    0 Comment

    No passado dia 14 realizámos a nossa formação-encontro nacional com a temática da sexualidade. Nesse âmbito convidámos Liliana S. Ribeiro, psicóloga clínica, para a realização de um workshop  em sociodrama sobre Sexualidade. O workshop permitiu partilhar a percepção que as mulheres têm acerca da satisfação com a sua sexualidade, sendo possível identificar temas comuns que permitem uma maior ou menor satisfação. Através de uma metodologia dinâmica, foi explorado e analisado em grupo os caminhos possíveis que cada mulher pode encetar a fim de que a sexualidade possa ser vivida em congruência com o que cada mulher deseja para si.”

    Os resultados deste Encontro-Formação foram muito positivos, à Liliana e todas um imenso Obrigada!

    (imagem da sala do Arquivo, cedida pela CML, por Liliana Ribeiro)

     

  • leonor
    02December

    sobre o SHE: aprendi a defender-me

    December 02, 2016
    0 Comment

    O Programa SHE (Strong, HIV positive, Empowered women/ Educational programme) visa “Apoiar as mulheres que vivem com o VIH a sentirem-se empoderadas para melhorar a qualidade das suas vidas incluindo obter o máximo dos serviços de saúde.”

    Este mês estamos a apresentar os depoimentos das mulheres que participaram neste programa desenvolvido, em Portugal, pela SERES.

    Leonor (Coimbra)

    Descobri que estou infetada pelo VIH desde 2005. Fui infetada pelo meu marido. Sempre me perguntei a mim mesma, porquê a mim … uma vez que só conheci um companheiro e afinal basta apenas um…

    Quando descobri que estava infetada já estava a ficar fragilizada a nível de CD4 e carga vírica e comecei a fazer medicação. Esta por sua vez tem tido alguns efeitos secundários, mas nada de especial. Sinto-me bem, apenas tenho uma grande revolta dentro de mim, porque não tenho direito a ser mãe como todas as outras mulheres, só pelo simples facto de não conseguir engravidar naturalmente… É uma grande injustiça.

    Inscrevi-me no curso porque a médica me indicou e achei que era uma mais-valia para mim como pessoa e também para o meu futuro.

    No decorrer deste curso sensibilizou-me saber que ainda existem pessoas que não sabem que podem engravidar como qualquer outra pessoa independentemente de serem portadoras ou não.

    E não faria nada de diferente.

    Aprendi que apenas tenho de informar sobre o VIH em caso de ser medicada (por causa das interações), dantes fazia sempre questão de dizer para proteção dos outros, assim que entrava na triagem dizia e ficavam sempre a olhar. E se por alguma razão eu não contasse sentia que estava a cometer um grande erro e sentia-me culpada. Isto agora já não acontece (a minha carga viral encontra-se indetetável há muitos anos). 

    O que é importante é que aqui podemos conversar sobre a temática sem ninguém apontar o dedo, uma vez que somos iguais.

    Aprendi a defender-me. Recomendo que participem pois aqui podemos falar, conversar, tirar dúvidas. Aqui não somos bichos, somos seres humanos e podemos conversar sem que ninguém nos aponte o dedo.

    A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher são essenciais para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

     

  • margarida
    30November

    sobre o SHE: passei a ter um grupo de mulheres com as quais me identifico

    November 30, 2016
    0 Comment

    O Programa SHE (Strong, HIV positive, Empowered women/ Educational programme) visa “Apoiar as mulheres que vivem com o VIH a sentirem-se empoderadas para melhorar a qualidade das suas vidas incluindo obter o máximo dos serviços de saúde.”

    Este mês estamos a apresentar os depoimentos das mulheres que participaram neste programa desenvolvido, em Portugal, pela SERES.

    Margarida(Fundão)

    Cresci saudável e com um bom percurso escolar, desportivo, musical e social, mas aos 17 anos entrei no mundo da droga. Aos 20 anos contraí hepatite C e aos 28 anos contraí o VIH. Com os consumos rapidamente fiquei na barreira entre VIH e SIDA e a precisar de tratamento para a hepatite C. Mas nada se podia fazer pois eu não conseguia parar de usar drogas. Com 30 anos decidi recuperar das doenças, do meu percurso de vida, o que não é fácil, mas é possível. O primeiro passo foi o mais longo e ainda voltei atrás, mas rapidamente percebi que ia morrer caso não recuperasse, pois tinha que lutar e abraçar a vida com todas as minhas forças. Voltei a dar o primeiro passo com firmeza. Hoje, quase com 34 anos, tenho carga viral indetetável, estou a fazer o tratamento da hepatite C que já negativou e não consumo há 2 anos e meio. Tenho vida!

    Entrei no curso porque quis saber mais sobre a minha doença, falar e ouvir, esclarecer dúvidas e conhecer outras mulheres com o mesmo problema.

    O mais memorável deste curso é o facto de termos chegado sozinhas ao SHE e hoje estamos juntas. Vi crescer o conhecimento, a empatia, a entreajuda e a autoestima de cada uma de nós. A mudança da mulher mais nova foi o momento que me ficou na memória. Ela chegou assustada, confusa, triste e frágil ao SHE com o diagnóstico recente nas mãos e no fim da gravidez saiu alegre, comunicativa e forte para ter o bebé que nasceu saudável e cujo parto correu bem. O seu olhar passou de vazio para brilhante e vivo, não falava e só chorava e acabou por nos pôr todas a rir e bem-dispostas. Que transformação tive o prazer de assistir!

    Não achei o curso nada difícil e não faria nada diferente numa próxima vez.

    O mais importante para mim foi passar a ter um grupo de mulheres com as quais me identifico. Antes do curso sentia-me sozinha na luta contra o VIH, principalmente como mulher. Já tinha tentado falar da doença noutros contextos fora do SHE mas ali senti que independentemente da idade, modo de contágio, personalidade, profissão ou outros fatores havia a doença que nos unia. O facto de alguém se identificar é muito mais forte que ter conhecimento científico ou mente aberta para aceitar ou compreender.

    Por outro lado, no local de trabalho já não tenho problemas em faltar para ir às consultas e no hospital não deixo de esclarecer dúvidas e até levo um caderno para ir registando as coisas de consulta para consulta. Na sociedade percebi que realmente só conto se quiser e a quem quiser. Sei que ao cumprir os meus deveres posso viver os meus direitos em pleno. E ainda tenho um grupo com quem falar que me percebe tão bem.

    Com esta formação consolidei o que sabia, aprendi muita coisa e diferentes temas pois tínhamos vários módulos e não mais me senti sozinha. Recomendo o SHE pois é uma oportunidade de crescimento a todos os níveis. Pois juntas conseguimos o que sozinhas não somos capazes.

    A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher são essenciais para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • carolina
    27November

    sobre o SHE: juntas vamos vencer

    November 27, 2016
    0 Comment

    O Programa SHE (Strong, HIV positive, Empowered women/ Educational programme) visa “Apoiar as mulheres que vivem com o VIH a sentirem-se empoderadas para melhorar a qualidade das suas vidas incluindo obter o máximo dos serviços de saúde.”

    Este mês estamos a apresentar os depoimentos das mulheres que participaram neste programa desenvolvido, em Portugal, pela SERES.

    Carolina (Sintra)

    Era uma vez, em que fiz sexo sem preservativo. E….. Sou seropositiva, mas sou feliz com a vida.

    Este curso interessou-me porque queria saber mais sobre o vírus da imunodeficiência humana e para puder ajudar-me a mim mesma.

    Os momentos memoráveis? Todos, porque estava com a minha gente as minhas amigas e colegas.
    O mais triste foi o último dia, queria mais 🙁

    O curso não foi difícil porque como disse anteriormente estava rodeada da minha gente, das minhas amigas que me compreendiam.

    Este curso foi uma melhor ajuda para lidar com o vírus, para saber combater, ir para a ‘guerra’ e saber ganhar essa batalha, e isso é importante porque vou ganhar essa ‘guerra’ por muitos anos.

    Também permitiu saber falar melhor sobre a situação com pessoas que às vezes falam sobre o que não sabem. Sinto que agora sei lidar melhor comigo mesma, porque sei que vou viver até aos 100 anos ☺

    Aprendi também que não estou sozinha. E recomendo! Não tenham medo de fazer parte dum grupo como é o nosso SHE, somos uma família única. Como diz uma grande amiga…Um fosforo sozinho é fácil de partir, mas mais de dez já não conseguimos partir. Com isso quero dizer que juntas vamos vencer essa ‘guerra’ muito mais facilmente.

     

    A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher são essenciais para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • paula
    22November

    sobre o SHE: comprometermo-nos com o tempo e com a vida

    November 22, 2016
    0 Comment

    O Programa SHE (Strong, HIV positive, Empowered women/ Educational programme) visa “Apoiar as mulheres que vivem com o VIH a sentirem-se empoderadas para melhorar a qualidade das suas vidas incluindo obter o máximo dos serviços de saúde.”

    Este mês estamos a apresentar os depoimentos das mulheres que participaram neste programa desenvolvido, em Portugal, pela SERES.

    Paula (Coimbra)

    Quando soube estar infetada (em Fevereiro 1996), senti que estavam pagos os meus pecados. A seguir tive medo da morte e revoltei-me, pois, tinha tido uma filha (em Janeiro 1995). Achei injusto, tinha 26 anos e ela 1 ano. Como poderia tomar agora conta dela se tinha os dias contados? Depois procurei pessoas infetadas que não tinham medo e absorvi a vida. Agora levo um dia de cada vez, não tenho grandes expetativas quanto ao futuro no entanto e mais do que nunca aproveito cada minuto que vivo, agradecendo a oportunidade de ainda cá andar em vez de me lamentar que poderia ter sido de outra maneira se tenho evitado ser portadora do VIH.

    Inscrevi-me no SHE para sair do anonimato e poder ser de alguma utilidade perante outras mulheres que se infetaram recentemente ou que já não sendo naïves gostassem de encontrar identificação junto de quem está infetada. Ao fim de 19 anos de infeção, penso que a solução é podermos falar abertamente umas com as outras e na sociedade.

    O momento mais ‘tocante’ nesta formação foi o de ouvir na primeira pessoa o relato e as dificuldades sentidas por uma outra colega cuja infeção pelo VIH não se relacionou com drogas, nem com comportamentos de risco, mas sim por transfusão de sangue. E mesmo assim ter sentido toda a descriminação possível e imaginável pela sociedade, nomeadamente na Maternidade, onde se encontrava em tratamentos para ficar grávida e como não conseguia foi obrigada a internamentos regulares. Foi nesta maternidade que ela encontrou a discriminação. E começou a ter medo que outras pessoas conhecessem a sua seropositividade.

    O mais difícil nesta formação foi o de garantir o transporte de ida e volta. Se tivesse carro seria muito melhor.           

    A nível pessoal fiquei sensibilizada pela incrível experiência de vida da formadora que me incutiu que devemos nos comprometer com a vida ainda que nada seja garantido, a não ser o aqui e agora. Por isso decidi ter um cão e passado um ano e três meses não me arrependo deste compromisso. Assumir a responsabilidade de um animal é comprometermos nos com a vida e com o tempo. Coisa que pensava que a sida me tinha tirado. Esta aprendizagem devolveu-me a esperança que talvez ainda dure pelo menos mais dez anos e que ainda terei tempo de poder-me comprometer com coisas que considerava vedadas desde o dia em que soube que tinha VIH1 (em Fevereiro de 1996). Nesse sentido foi de muita importância.  

    Com este curso aprendi a não ter medo de ser discriminada, valorizar-me mais como pessoa e acreditar nas minhas capacidades. Sair do anonimato também é prevenção. Devemos na primeira pessoa, dar a cara pelos mais jovens e não ter medo.

    No início da minha infeção, não escondia a minha seropositividade, para chocar as pessoas mas depois passou por querer ser um exemplo no sentido de mostrar que a prevenção é a única possibilidade porque não existe cura possível – depois da transmissão não se pode voltar mais atrás. Terá de se viver com isso até á morte. E estar infetado é muito mais que tomar comprimidos e fazer análises. Gostaria muito de poder falar abertamente com mulheres seropositivas com mais tempo que eu, saber os seus sentimentos e identificar-me no turbilhão de emoções partilhadas.

     

    A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher são essenciais para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • alice-2
    19November

    sobre o SHE: é na família que deveríamos encontrar amor, aconchego, respeito e apoio e foi isso que o SHE veio trazer

    November 19, 2016
    0 Comment

    O Programa SHE (Strong, HIV positive, Empowered women/ Educational programme) visa “Apoiar as mulheres que vivem com o VIH a sentirem-se empoderadas para melhorar a qualidade das suas vidas incluindo obter o máximo dos serviços de saúde.”

    Este mês vamos apresentar os depoimentos das mulheres que participaram neste programa desenvolvido, em Portugal, pela SERES.

    Alice (Algarve)

    Fiquei a saber que tinha VIH quando estava a tentar engravidar. Fiquei infetada através de uma relação curta e difícil que tive com um toxicodependente, alguns anos antes. Durante essa relação fiz testes ao VIH, que vinham sempre negativos. Por isso quando acabei a relação não achei necessário repeti-los. O meu atual marido tem sido o meu maior suporte! E graças a um milagre não o infetei, quando ainda não sabia. Agora estou a fazer o tratamento para a hepatite C, e apesar de estar a sofrer alguns efeitos secundários, a minha meta é curar-me para ter menos uma “doença má”. No meio disto tudo, considero-me uma pessoa abençoada e com sorte. E grande parte deste positivismo devo-o ao SHE. Obrigada! 

    As razões que me levaram a participar neste projeto foram, em especial, o desejo de partilhar experiências, dificuldades e possíveis soluções; toda a informação que nos foi passada, foi e será sempre uma mais-valia para nós e para todas/os aquelas/es que nos rodeiam – “Quanto mais informadas estivermos, mais fortes seremos!”. Gosto muito de ajudar e fazer as pessoas mais felizes e positivas.

    Os momentos mais mágicos, deste curso, foram os de partilha! E de ver o grupo ao longo das sessões de formação, cada vez mais descontraído e unido. O momento mais memorável aconteceu durante a entrega dos diplomas de formação. E ver através das posturas e das partilhas, o quanto nos tínhamos modificado em relação ao nosso primeiro encontro.

    O mais difícil foi ter de falar a outras mulheres que foram vítimas de uma mentira, que eu me tinha infetado por não ter tido cuidado, pois eu sabia que o meu parceiro na altura estava infetado. Se pudesse voltar atrás, teria tido mais cuidado, sem dúvida nenhuma.

    Com este curso a minha autoestima aumentou muito!! E acima de tudo sinto que encontrei “nas minhas meninas do SHE”, uma nova família. Um porto sempre seguro. O meu nível de informação/formação sobre a doença e tudo o que a envolve aumentou bastante. O que é bastante importante porque é na família que deveríamos encontrar amor, aconchego, respeito e apoio (entre outras coisas) e foi isso que o SHE veio trazer. E eu sinto que nasceu com este projeto, algo de muito bom, que está a dar os primeiros passos e a tornar-se mais forte e claro.

    A nível social este curso veio sem dúvida nenhuma mudar a nossa posição perante as/os médicas/os e auxiliares, dando-nos uma voz e cara e a possibilidade de trabalhar mais de perto com o hospital e seus recursos. Existe agora mais partilha entre as duas partes, sem dúvida nenhuma e trabalho em equipa. O que para mim é muito importante, pois é com o pessoal médico que esclarecemos as nossas dúvidas sobre a nossas patologias.

    Com esta formação aprendi que umas das armas mais fortes que nos podem dar é sem dúvida uma informação fidedigna, onde nos possamos apoiar e passar ao próximo. E acabar com os tabus sobre a doença.

    Gostava de primeiro dizer um obrigado muito especial à nossa formadora e amiga, Joana. E à maravilhosa equipa da SERES! Obrigada pela energia positiva e Luz, que devolveram à minha vida! Obrigada por, poder participar neste projeto e ajudar outras mulheres seropositivas a se encontrarem de novo. Estou muito grata a este projeto!!

     

    A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher são essenciais para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

  • sandra
    17November

    sobre o SHE: a aceitação é a chave de todo este processo

    November 17, 2016
    0 Comment

    O Programa SHE (Strong, HIV positive, Empowered women/ Educational programme) visa “Apoiar as mulheres que vivem com o VIH a sentirem-se empoderadas para melhorar a qualidade das suas vidas incluindo obter o máximo dos serviços de saúde.”

    Este mês vamos apresentar os depoimentos das mulheres que participaram neste programa desenvolvido, em Portugal, pela SERES.

     

    Sandra (Coimbra)

    No momento da descoberta do diagnóstico o mundo ruiu por completo. Senti o fim do mundo muito perto. Mas com outras como eu, e outras diferentes de mim consegui olhar a minha vida novamente como uma dádiva do céu. Tive uma nova oportunidade de fazer as coisas, sobre uma outra perspetiva com muito, muito mais amor para dar, acabando por o receber de volta (a lei da atração).

    O curso despertou-me curiosidade, tive vontade de saber mais. Inscrevi-me.

    O momento que me marcou no decorrer do curso foi quando a formadora colocou um novelo de lã nas nossas mãos com o intuito de nos conhecermos um pouco.

    Neste curso nada foi difícil, na medida em que partilhámos entre pares. Mas gostaria de ter um conhecimento geral de todo o envolvimento.

    Este curso foi importante na medida em que conheço melhor o meu problema de saúde. Desde o meu envolvimento com o SHE, que passei a ver e olhar toda a dinâmica numa outra perspetiva. E teve sem dúvida um importante impacto pessoal, na medida que compreendo-me melhor e aceito-me como sou.

    Apercebi-me com o curso, que não somos diferentes mas especiais. E a aceitação é a chave de todo este processo. Amar-me a mim própria para depois poder dar a mão a outras.

     

    A SERES acredita que a capacitação e empoderamento da mulher são essenciais para reduzir as suas vulnerabilidades, garantindo a sua dignidade e o respeito pelos direitos humanos assim como saúde sexual.

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