SERES - regressar ao ínicio

VIH

1.5 | Mulheres migrantes e VIH

SER MIGRANTE EM PORTUGAL

Todas as pessoas sero+ (seropositivas) ou não que vivem em Portugal têm direito, independentemente do seu estatuto de residência, a assistência médica. As despesas do tratamento e acompanhamento médico assim como as terapêuticas anti-retrovirais são suportadas pelo sistema de saúde português (existem, contudo, taxas moderadoras a pagar).

Dados estatísticos 
- As mulheres representam 48% dos imigrantes em Portugal sendo 
  cerca de metade dos imigrantes de proveniência de países de língua
  portuguesa. 
- Cerca de 3,2 % da população era portadora, em 2008, do VIH2, 
  a faixa etária mais atingida compreende os 25-54 anos, sendo 
  33% mulheres (CVEDT, 2008).
- Num estudo realizado na Maternidade Alfredo da Costa 40% das
  grávidas com VIH eram imigrantes sobretudo de países africanos. 

Grávida e imigrante
A mulher grávida e imigrante vivência uma situação de grande vulnerabilidade psicológica e social devido à quebra de laços familiares, ao isolamento, marginalização, à falta de recursos económicos, à dificuldade no acesso à informação e aos cuidados de saúde. A estes factores de vulnerabilidade acrescem, muitas vezes, as barreiras linguísticas e culturais.