Risco de mortalidade, diagnósticos tardios de VIH (mulheres) – estudo
Risco de mortalidade e diagnósticos tardios de VIH, o que segnifica este estudo para as mulheres?
- Este estudo foi realizado na Florida, de 2015–2021, incluiu 24,374 individuos
- As conclusões remetem para um estudo semelhante realizado em Inglaterra. Uma publicação recente que descreve a prevalência de diagnósticos tardios de VIH na Inglaterra entre 2015 e 2023. O estudo britânico descobriu que, de 18.217 diagnósticos, 7.177 (39%) dos diagnósticos de VIH tinham contagens iniciais de CD4 < 350 células/mm3, semelhante à proporção de indivíduos com diagnóstico tardio ou mais atrasados (41%) mostrada no relatório da Flórida.
- Conclusões do estudo britânico – abordagens de testagem de HIV direcionadas e acessíveis, que vão além dos serviços de saúde sexual, devem ser priorizadas para idosos, indivíduos expostos por meio de relações sexuais entre homens e mulheres e grupos étnicos minoritários nascidos fora do Reino Unido.
As mulheres apresentaram um aumento significativo de cerca de 40% no risco de mortalidade. A associação entre o sexo feminino e a maior mortalidade continua a ser pouco discutida nos Estados Unidos e não só. As mulheres representam uma proporção menor das pessoas com VIH nos EUA, e nos países do globo norte, o que pode torná-las estatística e programaticamente menos visíveis. (Na verdade, as mulheres neste estudo apresentavam uma probabilidade significativamente elevada de receber um diagnóstico tardio.) Esta constatação é um lembrete de que a prespetiva de género para o diagnóstico tardio e cuidados abaixo do ideal persistem, mesmo que raramente projetemos sistemas em torno dos mesmos.
Encontre o estudo da Flórida aqui.
Encontre o estudo britânico aqui.
