O efeito da TARV no VPH e cancro cervical
Este estudo resultou da revisão sistemática e uma meta-análise.
- Foram identificados 31 estudos que associavam a terapia antirretroviral (TARV) com a prevalência de vírus do papiloma humano (VPH) em 6 537 mulheres a viver com o VIH (MVV), e 9 288 MVV com alto grau de lesões cervicais.
- As mulheres a viver com VIH em TARV apresentavam menor prevalência de elevado risco de VPH comparativamente às que não se encontravam em TARV.
- Em 17 estudos existia uma associação entre TARV e resultados longitudinais de lesões cervicais. A TARV estava associada com um menor risco de incidência de neoplasias cervical intraepitelial (CIN) e de Lesão escamosa intraepitelial de alto grau (HSIL) em 1 830 mulheres a viver com o VIH.
- A progressão de lesão escamosas intraepitelial em 6 212 mulheres a viver com o VIH.
- E a regressão de neoplasia cervical intraepitelial em 5 261 mulheres a viver com o VIH.
- Em três estudos, com 15 846 mulheres a viver com o VIH, a TARV foi associada a uma redução de incidência do cancro cervical invasivo.
- A iniciação precoce da TARV e a sua devida adesão provavelmente reduz a incidência e progressão da neoplasia cervical intraepitelial e da lesão escamosas intraepitelial.
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