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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 9)
  • A contracepção hormonal está associada ao aumento do risco de doença cardiometabólica em mulheres que vivem com VIH

    August 19, 2021
    0 Comment

    As mulheres que vivem com o VIH apresentam uma elevada incidência de doença cardiometabólica. A contracepção hormonal pode afetar o risco cardiometabólico nas mulheres. mas ainda não tinha sido estudado nas mulheres que vivem com VIH.

    • Este estudo realizado nos EUA, incluiu mulheres cisgénero com idades entre os 18 e os 45 anos, no período de 1998-2018.
    • O estudo incluiu doença cardiovascular/trombótica (hipertensão, doença aterosclerótica, insuficiência cardíaca, trombose venosa profunda) e doença metabólica (diabetes, dislipidemia, obesidade, esteatose hepática não alcoólica.
    • Resultados: das 729 mulheres incluídas, a média de idades era de 31 anos, a contagem média de CD4 de 442 células/”µL, 15% (115) mulheres tinham doença cardiovascular e 48% (350) tinham desordens metabólicas.
    • Durante o acompanhamento 32% (235) mulheres usaram contracepção hormonal durante uma média de 1.65 anos.
    • O uso corrente e cumulativo da contracepção hormonal aumentou o risco de doença cardiovascular, sobretudo a contracepção hormonal oral.
    • A contracepção hormonal está menos associada a incidentes de desordens metabólicas.
    • O risco de desordem metabólica aumentou com o uso cumulativo da contracepção hormonal oral e diminuiu com uso cumulativo de acetato de medroxiprogesterona (Depo-Provera).
    • Outros factores que aumentaram o risco de doenças cardiometabólica: a raça não caucasiana, fumar, comorbilidades, idade mais avançada.
    • Conclusões: o uso corrente e cumulativo de contracepção hormonal estava independentemente associado ao risco de doença cardiometabólica, particularmente doença cardiovascular, entre as mulheres que vivem com VIH. O risco cardiometabólico devia ser considerado na seleção de contracepção para as mulheres que vivem com VIH.

     

    Fonte: IAS 

  • Cabotegravir para prevenção do VIH em homens cisgénero e mulheres transgénero

    August 17, 2021
    0 Comment

     

    O estudo comparava o injetável de longa duração cabotegravir, dado intramuscularmente, todas as 8 semanas, com a toma diária do comprimido Truvada, para a prevenção do VIH em homens cisgénero que tinham sexo com homens e mulheres transgénero que tinham sexo com homens.

    • O estudo incluiu 4 566 participantes, sendo 12,5% mulheres transgénero, a média de idades de 26 anos.
    • A infeção por VIH ocorreu em 52 participantes, 13 no grupo do cabotegravir e 39 no grupo do Truvada.
    • Foram relatadas reações localizadas no local da injeção em 81.4% dos participantes do grupo do cabotegravir.
    • Nos participantes que foram diagnosticados com VIH após exposição ao cabotegravir, notaram-se resistências aos inibidores da transferência da cadeia da integrasse.
    • O cabotegravir demonstrou ser superior à toma oral de Truvada na prevenção do VIH entre HSM e mulheres transgénero.

    Fonte aqui

  • esperança de vida 2005 a 2015 EUA
    13August

    Esperança de vida em populações chave a viver com VIH nos EUA e Canadá

    August 13, 2021
    0 Comment

    CROI, 2018

     

    A amostra de 92 451 utilizadores de antirretrovirais (ARV) (sendo 84% homens), desses 42 424 iniciaram os ARV com ≥ 350. O estudo decorre de 2005 a 2015.

    As pessoas que utilizam drogas injetáveis apresentam menos uma década de esperança de vida.

    Nestes países as mulheres negras apresentaram uma melhor esperança de vida que as mulheres brancas (entre as que iniciaram os ARV ≥ 350). A explicação deve-se a um número superior de mortes por utilização de drogas e álcool entre as mulheres brancas.

    A redução na utilização de drogas e álcool melhora a esperança de vida em 20% nas mulheres brancas.

    Mas a esperança de vida das mulheres (79 anos) era inferior à dos HSH (84 anos) observados.

     

    Referência:

    http://www.croiwebcasts.org/console/player/37241?mediaType=slideVideo&

  • #HIVPass: Uma mensagem estigmatizante está a assolar Itália

    August 12, 2021
    0 Comment

     

    Em Itália, milhares de utilizadores do Twitter enviaram o termo #HIVPass por todo o país. Tudo começou depois do político Claudio Borghi responder a questões sobre a sua vacinação ao dizer que deveriam perguntar a qualquer LGBT se é positivo e se está a tomar profilaxia.

    Logo depois iniciou-se #HIVPass, um protesto em Itália a propor um certificado verde, tal como para o COVID-19, mas desta para o VIH, para proteger as pessoas seronegativas. Claro, ignorando o facto que o VIH não se transmite pelo ar.

    Apesar de ter sido denunciado como uma mensagem estigmatizante e incorreta, a desinformação foi disseminada.

    Fonte: https://www.gay.it/hivpass-hashtag-leghista-borghi-omofobia

    Sobre a transmissão do VIH: https://www.seres.org.pt/1-2-vih/

  • O VIH aumenta o risco de gravidade do COVID-19, em vasto estudo norte-americano

    August 10, 2021
    0 Comment

     

    Este estudo, realizado nos EUA, ainda não foi revisto pelos pares mas é o maior estudo até à data.

    • O estudo observa que as pessoas que vivem com VIH apresentam um risco significativamente maior de gravidade do COVID-19 (C-19) e esse risco aumenta com uma mais baixa contagem de CD4 e uma carga viral elevada.
    • A análise incluiu quase 1.5 milhões de pessoas diagnosticadas com C-19 (de janeiro de 2020 a maio 2021). Observou 8 200 pessoas com VIH (PVV) e 11 300 que tiveram um transplante de órgão sólido (SOT) e 267 com ambos.
    • A média de idades de 47 anos, 55% eram mulheres, 52% eram brancos não-hispânicos, 13% não hispânicos negros e 16% fumadores atuais ou no passado.
    • As PVV e SOT tendiam a ser mais velhas, homens, não hispânicos negros e com mais comorbidades.
    • No geral os resultados relataram um significativo aumento de risco de maior gravidade de C-19 em ambos os grupos.
    • No grupo daa PVV, os resultados eram piores nas pessoas com mais baixa contagem de CD4 e carga viral mais elevada.
    • Para as pessoas com carga viral indetetável e em tratamento antirretroviral, ter uma contagem de Cd4 de 350 a 500 células /mm3
    • Estava a associado a um aumento de hospitalização (2.9 a 6 vezes), comparativamente às pessoas com contagem de CD4 superior a 500.
    • Da mesma forma, entre as pessoas com elevada contagem de CD4 (>500 células/mm3), mas com a carga viral detectável teve um risco 2 vezes maior de hospitalização.

     

    Referência:

    Sun J et al. COVID-19 disease severity among people with HIV infection or solid organ transplant in the united states: a nationally- representative, multicenter, observational cohort study. medRxiv 2021.07.26.21261028; doi: 10.1101/2021.07.26.21261028. (28 July 2021).
    https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.07.26.21261028v1.full

    Noticia em i-Base

  • Estudo GEMS: observada resistência aos ARV em pessoas diagnosticadas com VIH em PrEP

    August 10, 2021
    0 Comment

    GEMS (Avaliação Global da Sensibilidade Microbicida) é um estudo que monitoriza a resistência à terapia antirretroviral (ARV) nos programas de PrEP na África subsariana.

    • Estudo realizado em pessoas em profilaxia pré-exposição (PrEP) que se infetaram com VIH.
    • O estudo observou 104 000 pessoas em PrEP, 229 com seroconversões.
    • Analisou-se as mutações de resistência aos ARV e a adesão das pessoas diagnosticadas com VIH em PrEP (baseado em Tenofovir)
    • Os dados demográficos e de adesão auto-relatada foram obtidos através de questionário com amostra de 208 pessoas que sero converteram e adquiriram VIH-1. 75% eram mulheres e 52% com menos de 25 anos de idade.
    • Não se verificaram mutações em 55% das pessoas analisadas.
    • Em 22% das pessoas houve mutações de resistência não associadas à PrEP.
    • E em 23% as mutações de resistência associadas com a PrEP.
    • Surpreendentemente as pessoas que se infetaram com VIH enquanto em PrEP, e que não apresentaram resistências aos ARVs, indicavam uma reduzida adesão terapêutica, e por outro lado as pessoas que apresentavam resistências aos ARV indicavam uma boa adesão.
    • Sabe-se que o uso de antirretrovirais para o tratamento ou para prevenção, mas sem a frequência prescrita, pode levar a resistências. Para as/os utilizadores de PrEP, a resistência pode acontecer também por outros motivos: porque iniciaram a PrEP durante a infeção aguda, antes do teste de anticorpos poder dar um resultado positivo, ou porque receberam um vírus resistente do parceiro (o que pode explicar as/os participantes que tiveram mutações não relacionadas com a PrEP).
    • Sabe-se que a resistência (VIH-1) desenvolve-se rapidamente, em apenas alguns dias.

    Fonte: CCO

  • Diferenças na função cognitiva entre mulheres e homens com VIH

    August 09, 2021
    0 Comment

     

    As mulheres podem ser mais vulneráveis às disfunções cognitivas relacionadas com o VIH, comparativamente aos homens, devido a factores sociodemográficos, estilo de vida, saúde mental e biológicos.

    Este estudo norte-americanos apresentou os seguintes resultados e conclusões:

    Resultados: A amostra (n = 1420) incluiu 710 mulheres (429 VIH +) e 710 homens (429 VIH +) (67% negros não hispânicos; 53% com ensino secundário ou menos). Nos diferentes testes (no original: Trail Making Test A and Trail Making Test B (TMTA and TMTB), Symbol Digit Modalities Test (SDMT), Stroop, and Grooved Pegboard (GP)) as mulheres apresentaram desvantagem. As diferenças sexuais foram constantes ao longo do tempo.

    Conclusões: Embora as diferenças de sexo sejam geralmente pouco estudadas, as mulheres VIH + vs os homens apresentam desvantagens cognitivas. Elucidar os mecanismos subjacentes a essas diferenças é fundamental para adaptar as intervenções cognitivas.

     

     

    Referência:

    J Acquir Immune Defic Syndr  Volume 79, Number 1, September 1, 2018

    Pauline M. Maki, PhD,*† Leah H. Rubin, PhD,*‡§ Gayle Springer, MLA,§ Eric C. Seaberg, PhD,§ Ned Sacktor, MD,‡ Eric N. Miller, PhD,║ Victor Valcour, MD, PhD,¶ Mary A. Young, MD,# James T. Becker, PhD,** and Eileen M. Martin, PhD,†† for the Neuropsychology Working Groups of the Women’s Interagency HIV Study and the Multicenter AIDS Cohort Study

  • Gordura no fígado + visceral preditores de diabetes em PVV

    August 06, 2021
    0 Comment

    A combinação de valores elevados de gordura no fígado e gordura visceral são preditores de diabetes em pessoas que vivem com o VIH (PVV).

    Esta foi a conclusão de um estudo realizado em Modena, Itália, que incluiu 186 indivíduos (sendo 14% mulheres). As mulheres com uma média de idades de 57 anos com índice de massa corporal média de 24.9.

    O estudo pretendia observar a relação entre a acumulação de gordura abdominal (visceral e hepática) e associação a diabetes mellitus em PVV.

    Resultados: A combinação de elevados níveis de gordura no fígado e visceral identifica um fenótipo clínico realça a Diabetes Mellitus. O estudo sugere um continuum de mudanças metabólicas devido ao VIH, em PVV.

     

    Referência:

    IAS 2021 Julho 18-22

    Milic J, Renzetti S, Ferrari D, Besutti G, Barbieri S, Ca/za S, Ascari F, Carli F, Cuomo G, Gozzi L, Ligabue G, Cervo A, Mussini C, Sebastiani G, Guaraldi G

    University of Modena and Reggio Emilia, Modena, Italy

    University of Brescia, Italy

    McGill University, Montreal, Quebec, Canada

  • Jovens mulheres e grávidas podem usar eficazmente os anéis vaginais e a PrEP oral para a prevenção do VIH

    August 03, 2021
    0 Comment

     

    Estudos realizados em África.

    • As adolescentes e jovens mulheres podem consistentemente usar o anel vaginal dapivirina e comprimidos diários como profilaxia pré-exposição (PrEP) quando recebem apoio para a adesão. Devido a este apoio os resultados de adesão foram superiores a outros estudos anteriores.
    • Este apoio à adesão consistia num menu que incluía lembretes em mensagens de texto, check-ins semanais por texto ou telefone, apoio entre pares como grupo de apoio e aconselhamento para a adesão.
    • Outro estudo demonstrou que tanto o anel vaginal como a PrEP oral eram seguros para as mulheres grávidas, uma população subestudada.

    Encontre a notícia aqui.

     

  • Os efeitos mediadores da resiliência, apoio social e autoeficácia na relação entre estigma e autoavaliação da saúde em geral

    August 02, 2021
    0 Comment

    Estigma envolve atitudes negativas ou discriminatórias contra alguém baseado em características distintivas como a saúde mental, condição de saúde ou incapacidade. Estigma social pode estar também relacionado com outras características incluindo o género, sexualidade, raça, religião e cultura.

    Infelizmente, o estigma à volta da saúde mental ainda é comum. Embora o estigma não esteja limitado às condições mentais, atitudes em relação às doenças psiquiátricas tendem a ser mais negativas do que em relação a outras condições médicas.

    As pesquisas demonstraram que o estigma é um dos maiores fatores de risco que contribuem para a reduzida saúde mental.

    Qual é o problema? Experiências com o estigma ao VIH permanecem elevados, afetando negativamente a saúde, o bem-estar e o acesso aos cuidados.

    Recursos quer internos como externos foram identificados como chave na luta contra o estigma, mas pouco se sabe sobre o impacto dos diferentes tipos de estigma na saúde.

    Quais os objectivos? Determinar os efeitos mediadores do apoio social, resiliência e autoeficácia na relação entre tipos de estigma e autoavaliação da saúde em geral.

    O que se fez? O estudo, realizado no Canadá, envolveu 724 participantes a quem foi administrado o HIV Stigma Index.

    Principais descobertas: o apoio social e a resiliência são mediadores na relação entre todos os tipos de estigma e a saúde em geral. A autoeficácia é mediadora da relação entre estigma internalizado e saúde em geral.

    Conclusões:

    O aumento do estigma internalizado, promulgado e antecipado leva a uma pior autoavaliação da saúde geral por meio da redução da resiliência e do apoio social. O que sugere que as intervenções que se concentram no reforço dos recursos internos (ou seja, resiliência) e externos (ou seja, apoio social) de um indivíduo podem ser fundamentais para superar os impactos negativos de vários tipos de estigma e manter uma boa saúde e bem-estar.

     

    Referência:

    IAS 2021

    Apresentador: Jason M. Lo Hog Tian

    Titulo original: The mediating effects of resiliency, social support, and self-efficacy on the relationship between HIV stigma and self-rated overall health 

    Autores: J.M. Lo Hog Tian* (1,2), J.R. Watson (1 ), K. McBain (1 ), A. McGee (1 ), L. Cioppa (1 ), A. Odhiambo (3), S.B. Rourke (1,2), The Ontario HIV Stigma Index Team.

    Instituições: (1) Unity Health Toronto, MAP Centre for Urban Health Solutions, Toronto, Canada, (2) University of Toronto, Institute of Medical Science, Toronto, Canada, (3) University of Toronto, Dalla Lana School of Public Health, Toronto, Canada

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