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A SERES apresenta Conversas na Positiva 6 – Gravidez, para uma maior literacia em VIH, inserido no seu projecto SERES Virtual, com o apoio da AHF.
Neste sexto vídeo (de uma série de 10), Gravidez.
Com Raquel Freire | Isabel Nunes | Judite Corte-Real e a nossa convidada especial, Dra. Carmela Piñeiro
A todas o nosso Obrigada e Boas Festas!
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Um estudo de Kumar et al reviu os dados da pesquisa Optum, de dezenas de milhares de indivíduos com VIH, nos Estados Unidos, entre 2014-2018.
- Foram examinadas as mudanças anuais no número e tipo de comorbidades e no número de medicamentos não antirretrovirais prescritos.
- A percentagem de indivíduos com 3 ou mais comorbidades aumentou de 25,8% para 37,2%,
- e a percentagem de indivíduos prescritos com 5 ou mais medicamentos não antirretrovirais aumentou de 70,4% para 76,3%.
- As comorbidades mais prevalentes incluíram hipertensão, hiperlipidemia e doença neuropsiquiátrica, todas as quais aumentaram significativamente durante o período do estudo.
- Também foi observada uma diminuição concomitante na percentagem de indivíduos a receber inibidores da transcriptase reversa não-nucleosídeo (de 51,2% para 29,5%) e inibidores da protease (de 29,6% para 17,3%) e um aumento na percentagem de indivíduos a receber INSTIs (de 27,1% a 62,6%).
Este estudo destaca o importante papel das/os profissionais de saúde na gestão de comorbidades e polifarmácia em pessoas com VIH nos próximos anos.
Fonte: IDWeek 2021
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O TAF (Tenofovir AlaFenamida) está associado a um ganho significativamente maior de peso comparado com outros inibidores nucleotídeo da transcriptase reversa (INtTR) incluindo o TDF (Tenofovir Disoproxil Fumarato). O que não é claro é se o TAF causa aumento de peso ou se existem efeitos mitigadores de peso no TDF.
- Um estudo, conduzido por Shah et al, comparou o TDF com emtricitabina (FTC)/TDF com grupo de controlo (quer em placebo ou cabotegravir) para observar o impacto do TDF nas alterações de peso. Este estudo foi realizado em pessoas sem o VIH.
- A análise incluiu 7 estudos de PrEP com mais de 19.000 participantes. Os indivíduos que receberam PrEP contendo TDF foram significativamente mais propensos a perder peso durante o período de estudo em comparação com grupo de controlo. O efeito foi amplamente impulsionado por estudos que comparam a PrEP contendo TDF com placebo; quando o cabotegravir foi o controle, não houve diferença no ganho de peso entre os 2 regimes.
- Embora a PrEP contendo TDF tenha sido bem tolerada em geral com baixas taxas de eventos adversos, taxas mais altas de vómitos foram observadas com TDF em comparação com placebo. Não houve diferenças nas taxas de náusea, diarreia ou perda de apetite.
- Esses dados sugerem que as diferenças de peso observadas entre TAF e TDF podem estar relacionadas principalmente à perda de peso associada a TDF.
- Existe um debate sobre como equilibrar o efeito da perda de peso do TDF com suas conhecidas toxidades renais e ósseas. A tomada de decisão compartilhada e o cuidado individualizado por meio de discussões aprofundadas e individuais com as/os pacientes serão essenciais a esse respeito.
Encontre o estudo aqui.
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Celebra-se o Dia Mundial da SIDA, um momento para recordarmos todxs xs que partiram levadxs pela sida, mas também para celebrarmos a vida.
Apresentamos Conversas na Positiva sobre Menopausa porque felizmente vivemos tempos em que podemos falar de VIH e menopausa. Nem sempre foi assim.
A SERES apresenta Conversas na Positiva, para uma maior literacia em VIH, inserido no seu projecto SERES Virtual, com o apoio da AHF.
Neste quinto vídeo (de uma série de 10), Menopausa.
Com Raquel Freire | Isabel Nunes | Judite Corte-Real e a nossa convidada especial, Dra. Carmela Piñeiro
A todas o nosso Obrigada!
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Celebramos, hoje, o Dia Mundial contra a Sida, no decorrer de uma outra pandemia. E celebramos de uma forma diferente, mais intimista, recorrendo a plataformas que nos unem.
As pessoas que vivem com VIH, e sobretudo as sobreviventes de longa duração, sabem o que é viver uma pandemia. Na década de 80 e 90 do milénio passado, sentimos a discriminação e o estigma, sentimos o medo do desconhecido. E hoje, apesar dos avanços biomédicos, o estigma e a discriminação ainda persistem.
Os grandes avanços biomédicos permitem, que hoje, uma pessoa a viver com VIH, tenha uma esperança de vida similar a qualquer outra pessoa, que possa disfrutar a vida com uma doença crónica, que possam ser mães e pais, que possam viver plenamente. O tratamento como prevenção permite, que hoje se diga, que uma pessoa com VIH, com carga viral indetectável e comprometida no seu tratamento não transmite o VIH. E permite, também, que as pessoas seronegativas ao VIH possam evitar a transmissão através da profilaxia pré-exposição (PrEP). Em breve, tomaremos uma injeção bimensalmente, em lugar da toma diária de comprimidos.
Neste dia mundial da resposta ao VIH/SIDA prestamos homenagem e lembramos todxs xs que partiram, todxs que se sujeitaram a pesquisas médicas e científicas com impacto negativo na sua saúde para beneficiar todxs xs outrxs, todxs que sofreram e sofrem, todxs as que lidam com efeitos secundários das terapias que xs salvam, todxs xs que lutaram e lutam para que muitxs possam viver hoje vidas dignas.
É também um tempo de esperança e de novos começos, de oportunidades. A esperança de uma vacina, mas também de um mundo sem estigma, um mundo sem sexismo, sem racismo, sem homofobia, sem os preconceitos que agravam qualquer epidemia. Para isso a ação de todxs é necessária, a minha, a tua a de todxs nós para que vivamos num mundo de solidariedade, de direitos humanos, de amor e compaixão.
Na Seres acreditamos que esse mundo é possível e defendemos, lutamos, através dos nossos projectos entre pares, prevenção, ativismo, por uma vida justa, equitativa e com qualidade onde as pessoas com VIH tenham recursos, voz, escolha e oportunidades livres de qualquer estigma e/ou discriminação.
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A SERES apresenta Conversas na Positiva, para uma maior literacia em VIH, inserido no seu projecto SERES Virtual, com o apoio da AHF.
Neste quarto vídeo (de uma série de 10), Co-infeções.
Com Raquel Freire | Isabel Nunes | Judite Corte-Real e a nossa convidada especial, Dra. Cristina Valente.
A todas o nosso Obrigada!
Encontre o vídeo aqui:
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Um ano depois do primeiro injetável de longa duração ser utilizado como tratamento do VIH, na Divisão de Doenças Infecciosas de Ontario, 15 das/os 21 pacientes que iniciaram este regime ainda continuam a usá-lo. Aqueles que abandonaram deveu-se a dor no lugar da injeção e cansaço da toma da injeção. (cansaço que pode também existir na toma de comprimidos). Mas é sempre possível passar de injetável para comprimidos e vice-versa.
Nestes dados as mulheres representam um terço dos pacientes. A média de idades de 51 anos. Iniciaram o estudo com carga viral suprimida. E mantiveram a carga viral suprimida passado um ano com o Cabenuva.
Estamos a iniciar um paradigma de mudança dos tratamentos antirretrovirais para tratamentos de longa duração que podem incluir não apenas injeções, mas também implantes, anéis, adesivos.
A combinação de cabotegravir e rilpivirina (Cabenuva) foi aprovada no Canadá em março 2020. Administrada nas nádegas a cada dois meses, revelou nos estudos ser não inferior ao habitual tratamento oral diário.
Este estudo, confirmado por outros, demonstrou que não existe a necessidade de iniciar com tratamento oral previamente às injeções.
Fonte: Medscape
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O aumento da presença de múltiplas comorbidades não-SIDA nas mulheres e outros a viver com VIH, desafiam as/os clínicos a deixar a abordagem de optimização individual das condições crónicas e a pensar mais holisticamente.
Viver com VIH parece acelerar ou intensificar as comorbidades. No estudo Women’s Interagency HIV Study (WIHS), 2.309 mulheres com VIH com supressão viral em tratamento foram comparadas com 923 mulheres VIH negativas. Foram observadas por mais de 15 anos. As mulheres com VIH acumularam um número maior de comorbidades não relacionadas à SIDA do que as mulheres seronegativas para o VIH (3,6 vs 3,0, P <0,0001). Essa tendência também foi observada noutro estudo, Optum. As mulheres com VIH mais frequentemente apresentam múltiplas (> 2) comorbidades (59,4% vs 52,9%) e mais de 5 medicamentos não antirretrovirais (81,5% vs 74,9%) quando comparadas com mulheres sem VIH em qualquer faixa etária.
Estes 2 recentes estudos, junto com vários outros estudos publicados, sugerem fortemente que ter VIH acarreta maior risco de multimorbilidade. As/Os investigadores também tentaram identificar comorbidades específicas que impulsionam esse aumento. No estudo WIHS, as doenças psiquiátricas, a dislipidemia, os cancros não relacionados à SIDA, as doenças renais, as hepáticas e ósseas foram mais prevalentes em mulheres com VIH em comparação com as participantes de controle seronegativas para o VIH. Os resultados do WIHS não mostraram diferenças na hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares e pulmonares de acordo com o seroestado do VIH.
Em contraste, um estudo de uma grande base de dados da população dos EUA incluiu 10.590 mulheres com VIH em tratamento antirretroviral que estavam ativas na base de dados de 2015 a 2020 e comparou-as com 14.546.020 mulheres sem VIH. Os resultados deste estudo descobriram que a doença cardiovascular (PR 2,05, IC de 95%, 1,96-2,15), a hipertensão (PR 1,37, IC de 95%, 1,35-1,40), a doença pulmonar (2,06, IC de 95%, 2,01-2,11) e a diabetes (PR 1,48, IC de 95%, 1,43-1,53) foram mais prevalentes em mulheres com VIH após ajuste para idade e raça.
A base de dados Optum também mostrou um aumento na prevalência de hipertensão (44,6% vs 38,8%), doenças cardiovasculares (4,3% vs 12,6%) e diabetes (21% vs 19,5%) em mulheres com VIH em comparação com as mulheres sem VIH.
Associações entre sexo, VIH e comorbidades
Embora muitos estudos tenham documentado um aumento da prevalência de comorbidades em pessoas com VIH em comparação com aquelas sem VIH, o sexo biológico pode adicionar uma camada adicional de risco. O (Estudo de Coorte Multicêntrico de SIDA) MACS / WIHS Combined Cohort Study (MWCCS) examinou as comorbidades não relacionadas à SIDA entre suas e seus participantes. No estudo, houve diferenças significativas entre as populações masculina e feminina por raça, rendimento e outras características; o MWCCS tenta recrutar uma coorte que represente as populações mais afetadas pelo VIH nos Estados Unidos.
No geral, as mulheres (infetadas ou não pelo VIH) tiveram um aumento do número de comorbidades em comparação com os homens (3,4 vs 3,2, P = 0,015). No grupo de pessoas que vivem com VIH, as mulheres tinham significativamente mais comorbidades do que os homens em todos os estratos etários.
Entre os indivíduos seronegativos para o VIH, esse padrão de aumento das comorbidades por sexo não foi observado. Quando ajustado para raça autorrelatada, uso de tabaco, álcool ou crack / cocaína, bem como estatuto socioeconómico, o VIH e a idade permaneceram como elementos modificadores importantes da relação entre sexo e comorbidades não relacionadas à SIDA (P para o termo de interação = 0,038).
Outro estudo examinou as relações entre sexo, VIH e diabetes usando uma grande base de dados de registos médicos eletrónicos dos EUA.12 A coorte incluiu 39.485 indivíduos com VIH e 13.015.560 controles seronegativos observados entre 2015 e 2020.
A diabetes estava presente em mais mulheres com VIH em comparação com aquelas sem VIH (22% vs 14%, P <0,001), enquanto o oposto era verdadeiro para homens que vivem com VIH (16% vs 17%, P <0,002). As mulheres com VIH apresentaram taxas consistentemente mais altas de diabetes em diferentes categorias de idade, enquanto para os homens a prevalência diferia entre os estratos de idade. Na análise de regressão que examinou a relação entre diabetes tipo 2 e VIH, as mulheres tiveram uma probabilidade significativamente maior de diabetes (OR 1,31, IC 95%, 1,06-1,13), mesmo após ajuste para idade, raça, obesidade, hipertensão, hiperlipidemia e tabagismo.
Um estudo recente conduzido na coorte da Rede CFAR avaliou as/os participantes que estavam viralmente suprimidas/os por antirretrovirais (ART por pelo menos 1 ano e que receberam um diagnóstico de enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral isquémico ou tromboembolismo venoso (TEV). Que comparou a uma coorte de indivíduos que não desenvolveram nenhum desses eventos. O estudo examinou 11 marcadores inflamatórios e sua associação com risco de evento vascular, idade, sexo no nascimento, CD4 +, tabagismo, uso de drogas injetáveis, doença cardiovascular aterosclerótica e história de hepatite C.
Verificaram-se 159 casos de enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral e 80 casos de TEV entre 979 indivíduos elegíveis. Notou-se uma interação significativa entre idade e inflamação nas mulheres.
Para as mulheres, os biomarcadores inflamatórios foram mais associados a enfarte do miocárdio e acidente vascular cerebral, enquanto nos homens, os biomarcadores foram mais fortemente associados a eventos de TEV. Os resultados deste estudo sugerem que, embora a inflamação desempenhe um papel importante em todos os tipos de eventos cardiovasculares e tromboembólicos, as diferenças de sexo influenciam a sua ocorrência.
Um instrumento de simulação, usado nos EUA, prevê que as comorbidades que vão afetar mais as mulheres com VIH vão ser a hipertensão, diabetes, doença crónica renal, ansiedade e depressão.
Fonte: Contagion, Contagion, October 2021 (Vol. 06, No. 5), Volume 6, Issue 5
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Este estudo apresenta mais um motivo para fazer o teste ao VIH com regularidade e iniciar o tratamento o mais cedo possível.
Os telómeros são as extremidades dos cromossomas, cujo comprimento diminui com a idade. Além disso, existe um encurtamento do comprimento dos telómeros associado à infeção por VIH.
Este estudo aborda a questão sobre se o tratamento imediato perante um novo diagnóstico de VIH pode reduzir o encurtamento dos telómeros.- Em 105 participantes (idade mediana de 36 anos), o tempo médio de iniciação do tratamento antirretroviral (TARV) foi dividido em grupos de 25, 42 e 60 dias por data de diagnóstico e seguido por um período de 6 anos.
- O comprimento do telómero foi medido em células mononucleares de sangue periférico armazenadas a partir de amostras disponíveis durante o mesmo período (6 anos).
- Com a comparação dos grupos, aqueles com tratamento iniciado aos 25 dias tiveram os comprimentos maiores dos telómeros tanto no momento do diagnóstico como no período de 6 anos.
- Estas descobertas sugeriram a necessidade de Tratamento Antirretroviral (TARV) o mais cedo possível, perante um diagnóstico de VIH, para manter o comprimento dos telómeros ou mitigar o encurtamento dos telómeros.
- Esta descoberta pode fornecer uma melhor compreensão do envelhecimento em idosos que vivem com VIH.
O estudo parte da premissa de que o comprimento do telómero (TL) diminui durante o envelhecimento, a soroconversão do VIH e a infeção crónica do VIH não tratada. Não se sabe se o início precoce da terapia antirretroviral (TARV) está associado a menor encurtamento de TL durante a infeção primária por VIH (IPV).
E como resultados:
- Em 105 participantes com IPV (idade mediana de 36 anos, 9% mulheres), o atraso médio no início da TARV foi de 25, 42 e 60 dias, respetivamente, no primeiro (mais curto), segundo e terceiro (mais longo) tercil.
- O primeiro tercil de atraso de inicio da TARV, e mais curto, foi associado a um mais longo TL de base (P para tendência = 0,034), e mais longo TL ao longo de 6 anos, mas apenas com TARV contínua (P <0,001), se a TARV não foi interrompida por ≥12 meses (P =. 408).
- Na análise multivariada, as/os participantes do segundo e terceiro tercil de atraso no início da TARV tiveram 17,6% (5,4% -29,7%; P = 0,004) e 21,5% (9,4% -33,5%; P <0,001) menor TL, após ajuste para idade, com modificação limitada do efeito por variáveis clínicas.
Conclusões:
- Na IPV, atrasar o início da TARV mesmo por algumas semanas foi associado a um encurtamento significativo e sustentado dos TL
Fonte: American Academy of HIV Medicine
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Tradicionalmente, a candidíase vulvovaginal não é considerada uma doença sexualmente transmissível porque ocorre também em mulheres celibatárias, e a própria Candida é considerada parte da flora vaginal normal; no entanto, é mais comum entre mulheres sexualmente ativas.
- Na candidíase vulvovaginal aguda, os principais sintomas são o prurido vulvar e ardor. As queixam de ambos os sintomas surgem após a relação sexual ou ao urinar. A dispareunia pode-se desenvolver e tornar-se grave o suficiente para causar intolerância sexual.
- Os sintomas físicos da candidíase vulvovaginal aguda incluem eritema e edema do vestíbulo e dos grandes e pequenos lábios. A erupção pode-se estender até as coxas e o períneo. As manchas de candidíase geralmente são encontradas na vulva. Um corrimento vaginal espesso, branco e semelhante a coalhada geralmente está presente.
- O quadro clínico da candidíase vulvovaginal crónica persistente difere por incluir edema acentuado e liquenificação da vulva com margens mal definidas. Frequentemente, um brilho acinzentado composto de células epiteliais e organismos cobre a área. Os sintomas incluem prurido intenso, queimação, irritação e dor. As pessoas com candidíase crónica geralmente são mais velhas e obesas e costumam ter diabetes de longa data.
- Um exame pélvico, teste de pH e outros testes laboratoriais são indicados. O colo do útero normalmente não está inflamado na candidíase vulvovaginal e não deve ser observada sensibilidade ao movimento cervical ou secreção anormal do orifício cervical. O diagnóstico de candidíase vulvovaginal depende da demonstração de uma espécie de Candida e da presença de sintomas clínicos. O pH vaginal geralmente permanece normal na candidíase vulvovaginal.
- A candidíase vulvovaginal aguda é geralmente tratada com antifúngicos azólicos que podem ser tomados por via oral em dose única ou aplicados por via intravaginal, com muitos tratamentos disponíveis sem receita. Pacientes com candidíase vulvovaginal recorrente geralmente beneficiam de terapia supressiva de 6 meses com fluconazol oral semanal.
Fonte: Medscape
