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Category : Notícias

Home » Notícias (Page 4)
  • VIH e Covid-19

    February 23, 2022
    0 Comment

    Apresentamos vários estudos sobre Covid-19 e VIH.

    1. Eficácia das duas doses da vacina contra a Covid-19 em pessoas com VIH

    Estudo realizado em Taiwan que incluiu 3.131 pessoas a viver com VIH (PVV) que a 1 de março de 2021 ainda não tinham sido vacinadas contra o Covid-19 e que não tiveram diagnóstico prévio desta infeção. Quase todas/os participantes (99,9%) se encontravam em tratamento antirretroviral (TARV) e com carga viral indetetável. A contagem média de CD4 era de 627.

    Entre março e setembro de 2021 (período de aumento da variante Delta em Taiwan) as/os participantes foram aconselhadas/os a vacinarem-se e 15% não se vacinaram, 73% receberam apenas uma dose e cerca de 10% recebeu as duas doses.

    De todos as/os participantes existiu 37 casos confirmados de Covid-19 durante o período do estudo; 33 não vacinadas/os e 4 parcialmente vacinadas/os. Nenhum caso entre as PVV vacinadas.

    A eficácia de apenas uma dose: 53.4%, e de 99.9% nas pessoas completamente vacinadas.

    De salientar que o estudo incide sobre a variante Delta.

    Saiba mais aqui.

     

    1. A reduzida resposta à vacina contra a Covid nas PVV com doença (VIH) avançada

    Estudo realizado em França incluiu 754 PVV (todas em tratamento antirretroviral) e 720 pessoas negativas ao VIH. Todas receberam duas doses da vacina contra o Covid-19 (entre março e dezembro de 2021). Entre as PVV 78% encontravam-se com carga viral indetetável e 70% apresentavam uma contagem de CD4 superior a 500.

    Descobriu-se que as PVV tinham uma resposta mais elevada um mês após a segunda dose da vacina contra a Covid-19; contudo as PVV com doença VIH mais avançada (incluindo SIDA) apresentavam uma resposta significativamente menor às vacinas.

    Este estudo junta-se a outros que demonstram que as pessoas imunocomprometidas estão menos protegidas pelas duas doses de vacinação e que beneficiam de doses adicionais.

    Saiba mais aqui.

     

    1. Menos casos graves de Covid-19 entre PVV mais idosas em TDF

    Estudo realizado em Espanha incluiu 51.558 PVV em TARV e virologicamente suprimidas. Consideraram-se importantes factores como hipertensão, diabetes, doença cardiovascular assim como o uso de imunossupressores e corticosteroides, todos considerados com factores de risco para a gravidade do Covid-19. Também foram consideradas a contagem de CD4 e carga viral.

    Das PVV estudadas, 40% encontravam-se num regime que continha tenofovir alafenamida mais emtricitabina (TAF/FTC), 12% em tenofovir disoproxil fumerato mais emtricitabina (TDF/FTC), 27% em abacavir mais lamiduvina (ABC/3TC) e 22% em outros tratamentos.

    No total, 2.402 participantes com Covid-19; 425 foram hospitalizados, 45 admitidos nos cuidados intensivos e 37 morreram. Depois do ajustamento de características clínicas e demográficas, o risco estimado de hospitalização, admissão nos Cuidados Intensivos e morte era menos no grupo em TDF-FTC. Seguido de taxas progressivamente maiores nos grupos TAF/FTC e ABC/3TC.

    O ratio de risco de morte era de 0.37 para o grupo TDF/FTC; 0.99 para os grupos em outros regimes: 1.00 para o grupo em TAF/FTC e 2.02 para o grupo em ABC/3TC.

    Mas os resultados variavam consoante a idade das/os participantes fosse inferior ou superior a 50 anos. O risco de hospitalização por Covid-19 era de 1.00 em todos os regimes.

    Contudo em PVV com 50 ou mais anos o risco de hospitalização relativo ao TAF/FTC era:

    – 0.49 no grupo TDF/FTC

    -0.76 no grupo “outros regimes”

    – 1.40 no grupo em ABC/3TC

    Del Amo referiu que estas descobertas sugerem que o regime de TDF/FTC pode diminuir a gravidade do Covid-19 em PVV com mais de 50 anos, mas que pode não ter o mesmo efeito em PVV mais jovens.

    Saiba mais aqui.

     

  • Zero transmissões verticais em mais de 5000 grávidas com carga viral indetetável, em França

    February 16, 2022
    0 Comment

    Os dados recolhidos desde o ano 2000 mostram que a taxa de transmissão de VIH foi de 0% entre alguns grupos de mulheres com carga viral indetetável.

    • Se uma mulher com VIH não estiver a receber tratamento, o VIH pode ser transmitido à/ao sua/seu bebé durante a gravidez, o parto ou a amamentação. Isto é por vezes chamado transmissão ‘vertical’.
    • A afirmação ‘indetectável é igual a intransmissível’ (I=I), significa que o VIH não pode ser transmitido quando alguém tem uma carga viral indetectável, e baseia-se em dados sobre transmissão sexual, não transmissão vertical.
    • No entanto, esta investigação mostra o que é possível num país de alto rendimento com acesso ininterrupto aos cuidados de saúde.
    • As e os cientistas analisaram dados de 15.959 bebés nascidos de mães a viver com VIH, na França continental, entre 2000 e 2017.
    • O número 0% refere-se aos 5.482 bebés cujas mães já estavam a tomar o tratamento do VIH quando engravidaram, tinham uma carga viral indetectável (inferior a 50) no momento do parto e não amamentaram.
    • Além disso, houve uma taxa de transmissão de 0% para 2.358 bebés cujas mães eram indetectáveis durante o primeiro trimestre de gravidez.
    • Os dados também confirmaram que a transmissão era frequente quando a mãe não recebia tratamento e que quanto mais cedo iniciasse o tratamento mais rara era a transmissão.

    Durante o período analisado, a proporção de mulheres que tomaram o tratamento VIH aumentou (de 68% em 2000-2005 para 99,2% em 2011-2017) e a proporção de bebés nascidos com VIH diminuiu (de 1,1% em 2000-2005 para 0,2% em 2011-2017).

    Fonte: Aidsmap

     

  • Eficácia da vacinação COVID-19 e Impacto da Pandemia na Supressão Viral em Pessoas com VIH

    February 16, 2022
    0 Comment

     

    Imunogenicidade e Reactogenicidade

    Imunogenicidade:

    • A imunogenicidade* das vacinas está fortemente relacionada à contagem de células CD4 + no momento da vacinação;
    • Diminuir a contagem de células CD4 + de forma significativa e independente prediz uma pior resposta imunológica à vacina SARS-CoV-2.
    • A gravidade dos eventos adversos depende da contagem de células CD4+ e da idade

     

    *imunogenicidade é a capacidade que uma vacina tem de gerar uma resposta imune e fazer com que uma pessoa fique protegida

     

    Reactogenicidade** da Vacina anti-SARS-Cov-2 de mRNA-1273 (Moderna) em Pessoas com VIH:

    • Maior taxa de sintomas moderados após a primeira dose da vacina em pessoas do sexo feminino, mais jovens e não suprimidas
    • Após a segunda dose, pacientes mais jovens com sintomas moderados
    • Taxa mais baixa de sintomas moderados naqueles com contagem de células CD4+ mais recente <200 células/mm³ após a primeira e a segunda dose (ambas NS)
    • O risco de sintomas moderados diminuiu a cada 10 anos de idade, após o ajuste
    • Dados comparáveis aos compilados da coorte de profissionais de saúde vacinados com mRNA-BNT162b2 (vacina Pfizer)

    Durante a pandemia de COVID-19, a maioria das pessoas com VIH virologicamente suprimidas permaneceu suprimida apesar da redução da frequência da monitorização de ARN VIH-1 (carga viral).

    ** Reactogenicidade é a capacidade de uma vacina gerar uma reacção adversa no organismo (geralmente decorrente de uma resposta imunológica excessiva)

     

    Fonte: CCO

  • ciclo do vicio do tabaco
    14February

    Consumo de cigarros e VIH

    February 14, 2022
    0 Comment

    O consumo de cigarros é um dos principais factores de risco evitáveis que contribuem para a morbilidade e mortalidade actualmente.

    Embora prevalente em muitas populações, fumar é especialmente comum em pessoas com VIH (PVV)o que contribui para uma morbidez e mortalidade significativa.

    • As pessoas com VIH que fumam perderam mais anos de vida a fumar do que o VIH; 12,3 anos perdidos associados ao tabaco vs 5,1 anos perdidos associados ao VIH.
    • Ao deixar de fumar, uma PVV poderia reduzir o seu risco de morte até 40% em comparação com os PVV que não desistem de fumar.
    • O fumo do tabaco contém mais de 4000 compostos nomeadamente compostos que estão presentes na combustão de um automóvel (monóxido de carbono, benzina, chumbo), estradas (alcatrão), pesticidas, insecticidas e venenos (arsénio, cianeto, nicotina), retirar o verniz (acetona),  produtos de limpeza (amoníaco), pilhas (chumbo, cádmio), etc.
    • As alternativas ao tabaco existentes também são prejudiciais.
    • Que doenças se podiam evitar com a cessação do tabaco? 82% das DPOC, 80% dos carcinomas esofágicos, 50% dos carcinomas da bexiga e rim, 21% das doenças coronárias, 18% das doenças cerebrovasculares, 14% das leucemias.
    • 12% das mortes em Portugal estão relacionadas com o tabaco. Ou seja, 1 em cada 12 mortes são atribuídas ao tabaco. Em 2019, o tabaco contribuiu para a morte de mais de 13 mil pessoas, das quais 1.771 por exposição ao fumo passivo. (Relatório do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo da Direção-Geral da Saúde)
    • Oitenta por cento dos fumadores, da população em geral, que tentam deixar de fumar têm uma recaída no prazo de um mês, e apenas 5% atinge a abstinência a longo prazo. Não há provas que sugiram que é diferente para as PVV.
    • As estratégias de redução de danos no tabaco baseiam-se: 1) intervenções comportamentais; 2) utilização de produtos do tabaco inovadores ; 3) redução do consumo de tabaco; 4) farmacoterapia; ou 5) abordagens combinadas.
    • Em pessoas com VIH que fumam, combinações de terapia de substituição de nicotina com a terapia comportamental têm demonstrado o maior sucesso. As intervenções frequentes (chamadas ou reuniões) são importantes para aumentar as hipóteses de sucesso. Mesmo com estas abordagens as taxas de sucesso de cessação do tabagismo apenas se aproximam dos 20%.
    • Existem muitas barreiras e estas devem ser consideradas para alcançar o sucesso.

     

    Fonte: AAHM

  • Estudo Coping Adaptativo e Qualidade de Vida. Participe!

    February 11, 2022
    0 Comment
    Esta investigação inscreve-se num projeto mais amplo “Impacto de variáveis físicas e psicológicas na Doença Crónica: avaliação e intervenção”, promovido por docentes do Departamento de Psicologia e Educação da UBI, sendo subordinada ao tema “VIH, coping adaptativo e qualidade de vida”.
    • Uma amostra da população clínica portadora do VIH será a estudada, procurando-se, perceber a relação entre as varáveis coping adaptativo e qualidade de vida.
    • Serão ainda estudadas algumas vaiáveis socio-demografias que nos permitirão conhecer melhor esta população e o seu esforço adaptativo e as implicações para a sua qualidade de vida.
    • Pedimos que responda a este questionário apenas se for uma pessoa portadora do VIH.
    • É importante que leia atentamente e responda a todas as questões.
    • O seu preenchimento demora cerca de 20 minutos e está dirigido a pessoas com, pelo menos, 18 anos de idade.
    • O questionário é completamente confidencial e anónimo.

    Encontre o questionário aqui.

    Equipa de investigação:

    Professor Doutor Manuel Joaquim Loureiro
    Professora Doutora Paula Susana Loureiro Saraiva de Carvalho
    Professor Doutor Dário Jorge da Conceição Ferreira
    Lic.ª Maria Teresa Godinho da Silva (Aluna de Mestrado M10760)

    Obrigada pela participação!
  • Desordens neurocognitivas e VIH

    February 10, 2022
    0 Comment

    Apesar da terapia antirretroviral supressiva (TARV), a disfunção neurocognitiva é ainda prevalente entre as pessoas que vivem com VIH (PVV). Estes danos vão desde a disfunção neurocognitiva assintomática (ANI), à desordem neurocognitiva ligeira (MND), e à demência associada ao VIH (HAD).

    • A própria infeção pelo VIH, bem como múltiplos factores fisiológicos e psicossociais, podem contribuir para a incapacidade cognitiva e complicações neurológicas.
    • Estas comorbidades confundem o diagnóstico, a avaliação e as intervenções para as desordens neurocognitivas. Vários factores-chave comorbidos podem contribuir significativamente para o desenvolvimento e progressão da desordem neurocognitiva relacionada com o VIH.
    • As características clínicas incluem a diminuição da velocidade de processamento e do funcionamento executivo, perturbações comportamentais e problemas com a marcha, coordenação, e tónus muscular. Além das comorbidades, os polimorfismos (variações genéticas que aparecem como consequências de mutações) nos marcadores celulares são factores de risco para desordem neurocognitiva em PVV.
    • Na ausência de condições óbvias que possam explicar o défice cognitivo (por exemplo, abuso de álcool ou drogas psicotrópicas, condições psiquiátricas graves), pode ser necessário avaliar a pessoa para aferir os problemas cognitivos.
    • Um algoritmo para o diagnóstico e gestão da desordem neurocognitiva é fornecido pela Sociedade Clínica Europeia da SIDA (European AIDS Clinical Society), bem como uma série de instrumentos de rastreio.
    • A imagem craniana é indicada para todos os PVV que se apresentem com estado mental alterado, convulsões, ou sinais neurológicos focais.

    O risco acrescido de perturbações neurocognitivas aumenta a necessidade de planeamento de cuidados em PVV. É recomendado o planeamento antecipado para todos os adultos idosos.

     

    Pontos-chave

    ■ Apesar do uso generalizado da TARV, a desordem cognitiva (DC) ainda é predominante entre as PVV.

    ■ As características clínicas da DC podem incluir manifestações cognitivas, comportamentais e físicas.

    ■ Outras condições neurológicas que ocorrem nas PVV incluem neuropatia periférica, infeções virais e fúngicas, linfomas, mielopatia vacuolar, e neurossífilis.

    ■ Algumas destas condições são o resultado de infecções oportunistas no sistema nervoso central (SNC), outras são um resultado da própria invasão do SNC pelo VIH.

    ■ Existe uma variedade de factores de risco para a DC, incluindo comorbidades, polimorfismos em marcadores celulares, e elementos associados ao VIH.

    ■ Algoritmos de diagnóstico e numerosas ferramentas de rastreio existem  para ajudar na avaliação da DC em PVV.

    ■ O aumento do risco de DC levanta a necessidade de planeamento de cuidados antecipados em PVV e a prestação de um sistema de apoio a estas pessoas à medida que envelhecem.

     

    Fonte: AAHM

  • A identificação de uma variante de VIH de disseminação rápida alerta para a urgência de travar a pandemia e alcançar todas/os com testes e tratamento

    February 08, 2022
    0 Comment

    Cerca de 10 milhões de pessoas que vivem com o VIH ainda não estão a fazer terapia antirretroviral

    GENEBRA, 7 de Fevereiro de 2022 – Novas pesquisas publicadas na Holanda revelaram a existência de uma variante mais transmissível e prejudicial do VIH.

    • As pessoas que vivem com esta nova variante do VIH, recentemente revelado, experimentam o dobro da taxa de declínio do sistema imunitário (contagem de CD4), têm cargas virais de VIH mais elevadas (quantidade de vírus no sangue) e são vulneráveis ao desenvolvimento de SIDA duas a três vezes mais rápidamente após o diagnóstico do que se vivessem com outras estirpes do vírus.
    • O estudo, liderado por investigadores do Big Data Institute da Universidade de Oxford, foi o primeiro a descobrir o subtipo-B do vírus.
    • O estudo revelou também que a variante tem circulado na Holanda há vários anos e responde bem aos atuais tratamentos do VIH.
    • A pandemia do VIH continua a matar uma pessoa a cada minuto e as/os cientistas há muito que se preocupam com a evolução de novas variantes, mais transmissíveis, do VIH. Esta variante recentemente identificada não representa uma grande ameaça para a saúde pública, mas sublinha a urgência de acelerar os esforços para travar a pandemia do VIH.
    • “Cerca de dez milhões de pessoas que vivem com o VIH, em todo o mundo, ainda não estão a receber tratamento, fomentando a propagação contínua do vírus e o potencial para mais variantes”, disse Eamonn Murphy, Director Executivo Adjunto, Programa da ONUSIDA,  “Precisamos urgentemente de implementar inovações médicas de ponta de forma a atingir as comunidades mais necessitadas. Quer se trate do tratamento do VIH ou das vacinas COVID-19, as desigualdades no acesso estão a perpetuar as pandemias de formas que nos prejudicam a todas/os”.

    O VIH continua a ser a pandemia mais mortal da nossa época – estima-se que 79 milhões de pessoas tenham sido infectadas com o vírus, para o qual ainda não existe vacina nem cura. Cerca de 36 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas com a SIDA desde o início da pandemia e 1,5 milhões de pessoas foram recentemente infectadas com o VIH em 2020. Dos 38 milhões de pessoas que vivem actualmente com o VIH, 28 milhões estão a fazer terapia antirretroviral que salva vidas, mantendo-as vivas e de boa saúde e prevenindo a transmissão do vírus.

    Fonte: ONUSIDA/UNAIDS 

  • Doença renal e VIH

    February 02, 2022
    0 Comment

    A nefropatia associada ao VIH (HIVAN) foi descrita pouco tempo após a identificação da SIDA como um tipo de colapso de glomerulosclerose focal e segmentar que progrediu rapidamente para uma doença renal em fase terminal.

    A natureza agressiva desta doença foi reconhecida de tal forma que ao longo do período da terapia antirretroviral (TARV) guiada pela contagem de células CD4+, nos EUA, a presença do HIVAN foi uma indicação independente para iniciar a TARV.

    Com a actual TARV, o HIVAN e outras glomerulopatias são muito menos comuns. Apesar da TARV, as pessoas com VIH (PVV), no entanto, permanecem em maior risco de doença renal crónica (CKD) do que as pessoas não infectadas.

    Este aumento pode estar relacionado com factores de risco tradicionais (diabetes mellitus, hipertensão, doença cardiovascular), factores de risco associados ao VIH (contagem de CD4+ <200 células/mm3, carga viral de RNA VIH >30.000 cópias/mL), exposição a certos antirretrovirais, e o envelhecimento da população a viver com VIH.

    A avaliação da função dos rins em pessoas com VIH é semelhante à da população em geral e inclui a medição da creatinina sérica e o cálculo da clearance da creatinina.

    A função renal deve ser monitorizada pelo menos anualmente em PVV. Quaisquer doentes com uma lesão renal aguda inexplicada (LRA) ou CKD, declínio rápido da função renal, novo aparecimento ou agravamento da proteinúria, ou estadio G3b/G4 de deonça renal devem ser encaminhados para um/a nefrologista.

    Existe uma vasta gama de tipos de doenças renais em PVV. A gestão é semelhante à de pacientes não infectados com: farmacoterapia, substituição renal e, se necessário, transplante renal.

    O transplante de rins tem demonstrado ser seguro em doentes virologicamente suprimidos com contagem adequada de células CD4+ com cuidadosa atenção à terapia imunossupressora após o transplante.

     

    Resumo:

    ■ A HIVAN foi descrita pela primeira vez em 1984, mas a incidência tem diminuído muito desde introdução de uma terapia antirretroviral com maior eficácia e segurança  (TARV)

    ■ O risco de HIVAN inclui o risco demográfico, factores genéticos e relacionados com a própria infeção VIH

    ■ Apesar da TARV, as PVV continuam em maior risco de CKD do que as pessoas não-infectadas

    ■ A presença de susceptibilidade genética, sociodemografia, condições comórbidas não infecciosas, e coinfecções são todos factores de risco para a CKD

    ■ A avaliação da função renal em PVV é semelhante à da população em geral e inclui a medição do soro creatinina e cálculo de clearance de creatinina

    ■ O controlo da CKD deve ocorrer pelo menos anualmente em PVV.

     

    Fonte: AAHIVM

  • Perturbação bipolar

    February 01, 2022
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    A perturbação bipolar é uma doença grave e persistente, caracterizada por períodos de depressão profunda e prolongada que alterna com períodos de humor excessivamente elevado ou irritável, conhecido como mania.

    • Esta condição está associada com significativas taxas de morbidade e mortalidade.
    • Aproximadamente um terço dos indivíduos com perturbação bipolar tentam o suicídio pelo menos uma vez. Portanto o diagnóstico atempado e apropriado é essencial.
    • Numerosos factores contribuem para a perturbação bipolar, incluindo a genética, bioquímica, psicodinâmica, e ambiente.
    • A doença bipolar, especialmente do tipo 1, tem uma componente genética importante, com o envolvimento dos genes ANK3, CACNA1C, e CLOCK. Ter um parente afectado de primeiro grau está associado a um risco de 5%-6%; ter quatro ou mais está associado a um risco superior a 50%.
    • Referir os aspectos genéticos da doença bipolar com a/o doente e/ou família pode ajudar a aliviar a percepção de culpa. A contribuição epigenética também é significativa.
    • A prevalência da doença bipolar tipo 1 é geralmente igual entre homens e mulheres; no entanto, vários estudos encontraram uma taxa mais elevada de tipo 1 entre homens e tipo 2 entre mulheres.
    •  Não foram observadas grandes disparidades raciais em termos de incidência.
    • A idade média de início é normalmente o início da vida adulta (18-20 anos de idade).
    • Entre as comorbidades no geral, as condições cardiometabólicas como a doença cardiovascular (mesmo em adolescentes), diabetes e obesidade são uma fonte comum de morbilidade e mortalidade para pacientes com doença bipolar.
    • Um estudo populacional revelou que a hipertensão (31,1%); a asma (11,7%); e diabetes, obesidade e hipotiroidismo (11% cada) foram as comorbilidades clínicas mais prevalentes encontradas em doentes internados com doença bipolar.
    • O abuso de drogas (33,5%), distúrbios de ansiedade (31,8%), e abuso de álcool (18,3%) foram as comorbilidades psiquiátricas mais prevalentes.

    De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatística (DSM-5), os episódios maníacos referem-se a um período de humor anormal, persistentemente elevado, expansivo, ou irritável que dura pelo menos 1 semana (ou qualquer duração se for necessária hospitalização). Três ou mais destes sintomas devem ter persistido e ter estado presentes num grau significativo (quatro se o humor for apenas irritável):

    • Auto-estima ou grandiosidade inflacionadas
    • Diminuição da necessidade de dormir
    • Mais falador do que o habitual (ou pressão para continuar a falar)
    • Rapidez de ideias ou experiência subjectiva que os pensamentos estão “a correr”
    • Distractibilidade
    • Aumento da actividade orientada por objectivos ou agitação psicomotora
    • Envolvimento excessivo em actividades agradáveis que têm um elevado potencial para consequências negativas

    As pessoas que satisfazem todos os critérios para um episódio maníaco e depressivo simultaneamente, cumprem o diagnóstico para um episódio maníaco com características mistas. Para se qualificar como tendo um episódio maníaco ou hipomaníaco com características mistas, os indivíduos devem também ter pelo menos três destes sintomas durante a maioria dos dias do episódio actual ou do episódio mais recente de mania/hipomania:

    • Humor deprimido ou disforia proeminente
    • Diminuição acentuada do prazer ou de interesse em quase todas as actividades
    • Retardamento psicomotor
    • Perda de energia ou cansaço
    • Sentimentos de inutilidade ou de culpa excessiva
    • Preocupação com a morte ou suicídio, ideação suicida recorrente sem um plano específico, ou um plano/atentado suicida

    O tratamento, da doença bipolar, está directamente relacionado com a fase do episódio (ou seja, depressão ou mania) e com a gravidade dessa fase. Por exemplo, uma pessoa que está extremamente deprimida e apresenta um comportamento suicida requer tratamento hospitalar. Em contraste, um indivíduo com uma depressão moderada que ainda pode trabalhar deve ser tratado como um paciente externo.

    A psicoterapia ajuda as/os doentes com perturbação bipolar, mas não cura a perturbação por si só. Todos as pessoas com transtorno bipolar precisam de acompanhamento ambulatório tanto para medicamentos como para psicoterapia.

    Fonte: Medscape

  • Imunização/vacinação e VIH

    January 31, 2022
    0 Comment

    As vacinas protegem as pessoas de doenças, tais como varíola, gripe (gripe), e poliomielite. As vacinas são administradas por injeção, pela boca, ou pulverizadas no nariz. O processo de obtenção de uma vacina é chamado de vacinação ou imunização.

    • Não existem vacinas para prevenir ou tratar o VIH, mas as pessoas com VIH podem beneficiar de vacinas contra outras doenças.
    • As seguintes vacinas são recomendadas para todas as pessoas com VIH: hepatite B; papilomavírus humano (HPV) (para jovens); gripe (gripe); meningocócica; pneumocócica (pneumonia); e tétano, difteria e tosse convulsa (uma única vacina protege contra estas três doenças).
    • Podem ser recomendadas vacinas adicionais para uma pessoa com VIH (PVV) com base na idade da pessoa, vacinas anteriores, factores de risco para uma determinada doença, ou certos factores relacionados com o VIH.
    • A vacinação é geralmente segura em PVV, excepto as vacinas de vírus vivo em pessoas com contagem CD4+ <200 células/mm3, pois  pode causar sérias complicações infecciosas (podendo ser fatal).
    • A resposta às vacinas, em pessoas com VIH, parece depender da contagem de CD4.
    • A resposta imunitária às vacinações, em PVV, é melhor quando administrada o mais cedo possível no decurso da doença ou após a reconstituição imunitária ter ocorrido a partir da potente terapia antirretroviral.

     

    Fonte: DGS, HIVinfo

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